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sábado, janeiro 10, 2026

Sweet Georgia Brown Body Powder

 linha Sweet Georgia Brown Body Powder, provavelmente das décadas de 1940–50, comercializado pela Valmor Products Co.

Sinta-se Cheirosa
e...
Desperte o Amor

Os homens amam a fragrância de Sweet Georgia Brown

Pó Corporal

Seja divinamente excitante esta noite... Torne-se absolutamente irresistível!
Use o Sweet Georgia Brown Body Powder.

Esse pó deixa seu corpo perfumado com uma fragrância doce que ATRAI... que desperta os sentidos... que faz os homens amarem você.

Este é o mesmo pó que milhares de mulheres encantadoras usam.

Basta aplicar Sweet Georgia Brown Body Powder depois do banho, e você será envolvida por uma aura de frescor e sedução.

O pó é delicado, refrescante, ideal para manter a pele macia e atraente.

Seja você jovem ou mais madura, este pó corporal lhe dará confiança, charme e beleza.

Caixa grande e linda – com esponja
Apenas US$ 1,20 (mais imposto de vendas).

👉 Para homens e mulheres.


Análise do Anúncio

  1. Apelo publicitário:
    O texto vende o produto não apenas como pó corporal, mas como uma espécie de poção mágica de sedução, prometendo despertar amor e desejo. Essa era uma estratégia clássica do marketing da época: cosméticos eram anunciados como chave para conquistar e manter relacionamentos.

  2. Gênero e desejo:
    Embora a ilustração e o texto sejam direcionados sobretudo às mulheres, há a nota final de que o produto é “para homens e mulheres” — o que era relativamente moderno para o período. Porém, a retórica é claramente voltada ao olhar masculino: “os homens amam a fragrância”.

  3. A ilustração traz uma mulher com pose sensual, ombros expostos, remetendo ao estilo pin-up típico dos anos 40 e 50. É uma imagem de sedução “aceitável” para a época — ousada, mas ainda dentro de um ideal de feminilidade domesticada.

  4. Preço e consumo popular:
    Custava US$ 1,20, acessível, reforçando que a promessa de glamour e atratividade estava ao alcance de mulheres comuns, não só das elites.

  5. Função cultural:
    Cosméticos como esse dialogavam com o contexto da época em que a feminilidade era associada a aparência, frescor e capacidade de atrair o olhar masculino. Também fazem parte do imaginário da cultura popular negra americana, já que a Valmor Products era uma das empresas que anunciavam em revistas direcionadas à comunidade afro-americana.

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