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sábado, agosto 29, 2026

Olga Bulgarelli

 



um verdadeiro tesouro resgatado da poeira dos anos 1920: um recorte da tradicional revista ilustrada paulista A Cigarra, publicado em 1923, que eternizou um momento de puro brilho e excelência na música erudita brasileira. É o unico registro que tenho de olga Bulgarelli. 

O Trio de Ouro: Talento e Dedicação

A imagem histórica que ilustra esta postagem coloca em evidência três jovens talentos que faziam ecoar a grande música em São Paulo: Zilda Leite (discípula do professor C. Carlino), Luzia Amaral (aluna de José Wancolle) e Olga Bulgarelli (aluna do estimado maestro Agostinho Cantú).

O motivo de tanta comemoração não era para menos. O trio conquistou a prestigiada Medalha de Ouro em um rigoroso concurso oficial promovido pelo célebre Conservatório Dramático e Musical de São Paulo. E o sucesso não parou por aí: nos exames finais do curso de concertista realizados no mesmo dia, Zilda e Olga saíram vitoriosas com aprovação "com distinção", enquanto Luzia levou o título de "distinção com louvor", conforme atestava o comunicado oficial da secretaria da instituição.

O Berço da Erudição: O Conservatório de São Paulo

Para entender a grandeza desse feito, é preciso voltar os olhos para o cenário cultural da Primeira República. Fundado como a primeira instituição de ensino superior de música erudita e arte dramática do Estado de São Paulo, o Conservatório Dramático e Musical era o verdadeiro coração pulsante da vanguarda artística da capital — um espaço por onde circulavam figuras centrais da modernidade e da nossa cultura, como o próprio Mário de Andrade.

Conquistar medalhas de ouro e distinções nesse ambiente exigia horas intermináveis de estudo técnico, disciplina férrea e uma entrega absoluta ao repertório clássico e romântico. Era a consagração de artistas que moldavam a identidade sonora do país.

A Vitrine de uma Época: A Revista A Cigarra

E quem nos conta essa história é a própria imprensa da época. Circulando quinzenalmente entre 1914 e 1975, A Cigarra era muito mais do que uma revista: era a grande vitrine dos costumes, das crônicas da sociedade, da vida intelectual e cultural de São Paulo. Ao estampar em suas páginas o rosto e as conquistas dessas jovens pianistas, a publicação eternizou não apenas um prêmio acadêmico, mas o protagonismo e a força da mulher na cena artística daquela década efervescente.

quinta-feira, novembro 13, 2025

A tragédia de 13 de Novembro de 1971

Análise da Tragédia de 13 de Novembro de 1971



Uma colisão fatal envolvendo um carro de passeio e um caminhão deixou cinco mortos e chocou a cidade de Petrópolis.

Fontes: Diário de Petrópolis, Tribuna de Petrópolis e fragmentos de jornais da época

1. Resumo do Acidente

Data e local
O acidente ocorreu em 13 de novembro de 1971, na Avenida Brasil (variante da Estrada do Mendanha), próximo a Campo Grande, no Rio de Janeiro.

Veículos envolvidos
Um automóvel Volkswagen Variant, placa BA-3433, dirigido por José Jackie Loureiro, transportava cinco pessoas. O outro veículo era um caminhão basculante, placa GB-GC-6186, cujo motorista fugiu após a colisão.

Vítimas
Todos os ocupantes da Variant morreram carbonizados no local:

  • José Jackie Loureiro (45 anos, bancário)

  • José Jackie Júnior (11 anos, filho de José)

  • Maria Angélica “Gugu” Loureiro (8 anos, filha de José)

  • Angelo Bulgarelli Netto (45 anos, bancário)

  • Afonso Pereira Corrêa (47 anos, bancário e proprietário do carro)

2. Contexto da Tragédia

Retorno de uma pescaria
As vítimas voltavam de uma pescaria em Muriqui, na região de Mangaratiba, que havia sido interrompida por causa da chuva.

Sobreviventes por acaso
Maria do Socorro, esposa de José, e a filha Maria Amélia (12 anos), permaneceram em casa e não participaram da viagem. O bancário Lauro Silva também escapou da tragédia ao desistir de última hora.

3. Dinâmica do Acidente

Colisão e explosão
Testemunhas relataram que o caminhão trafegava em alta velocidade quando atingiu a Variant. Com o impacto, o carro tombou e explodiu em chamas, agravadas pelo tanque de gasolina.

Fuga e depoimento do motorista
O motorista do caminhão, identificado como Opertino, se apresentou à polícia posteriormente, alegando que não conseguiu evitar a colisão.

Cenas de horror
Os corpos ficaram irreconhecíveis e precisaram ser identificados pelo Instituto Médico-Legal (IML).

4. Repercussão e Consternação

Comoção em Petrópolis
As vítimas eram figuras conhecidas na sociedade petropolitana e todos funcionários do Banco do Brasil, o que causou forte comoção entre colegas e moradores.

Cerimônias fúnebres
Os enterros aconteceram no Cemitério Municipal de Petrópolis e no Cemitério São João Batista, reunindo uma multidão consternada.

Cobertura da imprensa
Os jornais da época destacaram a tragédia com manchetes como “Cidade de Luto” e “Todos Mortos”. A cobertura enfatizou a dor das famílias, a imprudência nas estradas e a ausência de fiscalização efetiva.

5. Investigação e Responsabilidade

Imprudência ao volante
Testemunhas apontaram que o caminhão trafegava acima do limite de velocidade e não tomou medidas para evitar o choque.

Problemas burocráticos
A Variant ainda estava registrada em nome do ex-proprietário, João Reis, o que atrasou a identificação oficial do veículo e das vítimas.

6. Legado e Memória

Perfis das vítimas

  • José Jackie Loureiro: bancário com 28 anos de serviço, recém-transferido para Petrópolis.

  • Angelo Bulgarelli: funcionário com 22 anos de banco, deixou viúva e quatro filhos.

  • Afonso Corrêa: antigo morador de Botafogo, bem conhecido na comunidade local.

Símbolo de insegurança viária
A tragédia escancarou as más condições da Estrada do Mendanha, já conhecida por acidentes frequentes.

Conclusão

A tragédia de 13 de novembro de 1971 evidenciou três pontos centrais:

  1. A precariedade das estradas brasileiras na década de 1970.

  2. O impacto social profundo de acidentes envolvendo famílias inteiras.

  3. A atuação da imprensa, que humanizou as vítimas e cobrou ações do poder público.

Dados incompletos sobre o destino do motorista sugerem que o caso pode ter ficado impune, um reflexo da lentidão judicial e da fragilidade do sistema de responsabilização na época.

Reações da Cidade

A cidade de Petrópolis entrou em luto. O Banco do Brasil emitiu comunicado oficial e organizou missas em homenagem aos funcionários. A Sociedade Coral Concórdia cancelou a festa “Mais Bela Bancária de Petrópolis”, remarcando o evento para dezembro.

Fontes Consultadas
Diário de Petrópolis (14/11/1971)
Tribuna de Petrópolis (1971)
Fragmentos de reportagens e depoimentos arquivados

“Era o destino implacável que traçara o rumo daquelas vidas.” — trecho de uma das matérias da época



domingo, abril 20, 2025

Angelo Bulgarelli (bisavô)


O que se sabe sobre a origem no meu nome paterno. 

Meu avô , Domingos Bulgarelli, no centro da foto


Meu bisavô, Ângelo (filho de Domenico e Thereza Bulgarelli), veio para o Brasil com 14 anos (isso dizia o meu avô) e pelo que sabemos, sozinho. Foi morar direto na região de Sapucaia, no norte do Estado do Rio. Ele se casou com  Celestina Catamati (filha de Tasso Felipe Catamati) e voltaram para a Itália já com duas filhas (Laura e Ortolina),

 lá tiveram um filho (Eduardo), Regressaram ao Brasil e tiveram mais dois filhos (Alberto e Domenico,  antes de morrer em 1904. Domenico é meu avô Domingos (descobrimos que foi registrado Domenico e aportuguesou o nome e não sabemos porque), Meu bisavô morreu em 1904. 

Os irmãos do nosso avô não tiveram descendentes. O Eduardo não teve filhos e o Alberto, teve somente um filho, Renan, que era da idade do meu pai (de 1930), mas morreu com apenas 14 anos. 

O Renan, o Alberto (meu tio-avô) e Celestina (bisavó), estão enterramos no mesmo túmulo  em Petrópolis. 

Então, o sobrenome Bulgarelli, diretamente da  árvore através do Ângelo, foi passado somente para  os nnetos.

 

Meu tio Maninho tentou procurar por documentos do Ângelo em Ferrara, de onde nosso avô dizia ser o pai. Mas não encontrou nada. Um padre de lá chegou a dizer, que talvez ele pudesse ser judeu, já que aquela região era reduto livre de judeus. E nosso avô dizia que ele havia se casado em Sapucaia com Celestina, mas Fernanda já foi lá também para saber de algo na igreja e também não encontrou nada. 

Não sabemos muito coisa dele, porque morreu jovem nessa segunda vinda ao Brasil e sua estória ficou meio perdida. Só sabemos o que nosso avô nos contou, mas ele mal conheceu o pai, porque ele tinha apenas 2 anos quando o perdeu. 

Mas o Ângelo era mais do que alfabetizado. Documentos que temos dele com sua assinatura, mostra uma letra clara e firme. 

(Com informações da minha prima Vera Lucia Bulgarelli)

sábado, janeiro 11, 2025

Fatos sobre o sobrenome Bulgarelli


De onde vem o sobrenome Bulgarelli? nacionalidade ou país de origem

O sobrenome Bulgarelli (em russo: Булгарелли) ocorre na Itália mais do que em qualquer outro país/território. Também pode ser encontrado como:. Clique aqui para outras grafias potenciais deste sobrenome.

Quão comum é o sobrenome Bulgarelli? popularidade e difusão

Este sobrenome é o 63.505º sobrenome mais prevalente no mundo. É usado por cerca de 1 em 923.760 pessoas. Bulgarelli é encontrado principalmente na Europa, onde 72% dos Bulgarelli são encontrados; 70% são encontrados no sudoeste da Europa e 70% são encontrados na Europa itálica. É também o 1.181.159º primeiro nome mais comumente usado no mundo. É usado por 68 pessoas.

Bulgarelli é mais comumente usado na Itália, onde é usado por 5.543 pessoas, ou 1 em 11.033. Na Itália, é mais frequente em: Emilia-Romagna, onde residem 69%, Lombardia, onde residem 15% e Veneto, onde residem 6%. Além da Itália, esse sobrenome existe em 32 países. Também é encontrado no Brasil, onde residem 17%, e na Argentina, onde residem 4%.


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por países

Bulgarelli distribuído no mundo



sexta-feira, janeiro 10, 2025

Angelo Bulgarelli Neto & Martha Bulgarelli

Eu, meu pai Angelo e minha mãe Martha. Foto colorizada e
 redigitalizadacom imagens recentes da rua Batista da Costa onde
originalmente ela foi tirada 



Angelo Bulgarelli Netto nasceu em 1 de janeiro de 1925, em Petrópolis, Rio de Janeiro, Brasil, seu pai, Domingos Bulgarelli, tinha 22 anos e sua mãe, Dinorah Bastos Bulgarelli, tinha 16 anos. Ele casou-se com Martha Rocha Paes Bulgarelli em 26 de outubro de 1950, em Petrópolis, Rio de Janeiro, Brasil. Ele faleceu em 13 de novembro de 1971, em Rio de Janeiro, Brasil, com 46 anos


Foi um respeitado bancário do Banco do Brasil. Casado com Martha Rocha Paes Bulgarelli, construiu uma família sólida e amorosa ao lado de seus quatro filhos: Marcos, Ângela, Márcio e Marcelo. Conhecido por seu caráter íntegro e pela dedicação à família e ao trabalho, Ângelo era querido por todos que o conheciam.
.
No entanto, sua vida foi tragicamente interrompida no dia 13 de novembro de 1971, quando, aos 45 anos, sofreu um acidente fatal ao retornar de uma pescaria com amigos. Na Estrada do Mendanha, em Campo Grande, no antigo Estado da Guanabara, a Variant em que viajava, conduzida por Afonso Pereira Corrêa, de 47 anos, foi atingida violentamente por um caminhão basculante que atravessou a pista. Além de Angelo, estavam no veículo José Jackes Loureiro e seus dois filhos, Jackie Loureiro Junior, de 11 anos, e Maria Ângela, de 8 anos. Todos os ocupantes do carro, incluindo Afonso, morreram carbonizados no impacto. O motorista do caminhão fugiu do local do acidente, agravando ainda mais a dor e o choque causados pela tragédia.
O acidente comoveu profundamente a sociedade petropolitana e ganhou destaque imediato nas manchetes dos jornais no dia seguinte. A notícia era tão impactante que um locutor esportivo da Rádio Tupi interrompeu a narração de uma partida para informar sobre o ocorrido. As famílias envolvidas foram traumatizadas pela perda abrupta e violenta de seus entes queridos, marcando um período de luto e dor intensos.
A esposa de Angelo, Martha Bulgarelli, após a tragédia, encontrou nas artes plásticas uma forma de canalizar sua dor e reconstruir sua vida. Anos depois, Martha passou a ser reconhecida por seu talento como pintora, especialmente por suas paisagens, que foram expostas em diversos salões de pintura. Sua dedicação às artes tornou-se um legado que perdurou até seu falecimento em 2023, aos 94 anos, deixando uma marca não apenas como artista, mas como uma mulher de grande resiliência e força diante da adversidade. (Fonte: internet)

 

sexta-feira, julho 05, 2024

atelier de Martha Bulgarelli


 

Bulgarelli

 



O sobrenome Bulgarelli tem origem italiana, mais precisamente da região da Emília-Romagna, no norte da Itália. É um sobrenome toponímico, derivado do nome de um lugar chamado Bulgarello, uma comuna da província de Modena.


Popularidade: O sobrenome Bulgarelli é mais comum na Itália, especialmente nas regiões da Emilia-Romagna e da Lombardia. Estima-se que existam cerca de 13.000 pessoas com esse sobrenome na Itália.

Variantes: Existem algumas variantes do sobrenome Bulgarelli, como Bulgarini, Bulgarini e Bulgarello.

Pessoas famosas com o sobrenome Bulgarelli: Alguns dos portadores famosos do sobrenome Bulgarelli incluem o cineasta italiano Mauro Bulgarelli, o jogador de futebol italiano Gianluca Bulgarelli e o político italiano Romano Bulgarelli.

Curiosidade: A comuna italiana de Bulgarello foi fundada no século X por um grupo de búlgaros que migraram para a região. O nome da comuna deriva do nome da tribo búlgara, que se chamava Bulgares.

1. Giacomo Bulgarelli (1940-2009):



Meio-campista italiano que jogou pelo Bologna FC (1957-1969) e pela seleção italiana (1962-1967).

Capitão da seleção italiana na Copa do Mundo FIFA de 1962.

Conhecido por sua elegância, técnica e visão de jogo.

Considerado um dos melhores meio-campos da Itália em sua época.

Faleceu em 2009 aos 68 anos.

2. Fabio Bulgarelli (nascido em 1992):


Atacante brasileiro que atualmente joga pelo Red Bull Bragantino (desde 2023).

Revelado pelo São Paulo FC (2010-2014).

Já atuou por diversos clubes brasileiros, como Ponte Preta, Goiás, Ceará e Internacional.

Conhecido por sua velocidade, finalização e dribles.

Outros jogadores de futebol com o sobrenome Bulgarelli:


Gianluca Bulgarelli: Jogador de futebol italiano que atua como defensor pelo ASD Villafranca (desde 2021).

Lorenzo Bulgarelli: Jogador de futebol italiano que atua como meio-campista pelo ASD Borgaro (desde 2021).

Marco Bulgarelli: Jogador de futebol italiano que atua como defensor pelo ASD Ghisleri Borgo Ticino (desde 2022).

domingo, novembro 19, 2023

Martha Bulgarelli

 Nascida em 1929 na cidade de Petrópolis, Martha Bulgarelli  (Martha Rocha Paes Bulgarelli) foi uma renomada artista plástica que deixou um legado marcante por meio de suas incríveis pinturas. Sua vida foi dedicada à arte, e seu estilo neo-impressionista encantou admiradores ao redor do mundo.



Com habilidade ímpar e sensibilidade artística, Martha encontrou nas tintas a óleo e acrílicas uma forma de expressar a beleza singular das paisagens típicas de Petrópolis. Sua paixão pela cidade natal transparece em cada pincelada, retratando a atmosfera mágica das montanhas, jardins exuberantes, casarões históricos e ruas pitorescas.



Ao longo de sua carreira, Martha Bulgarelli conquistou reconhecimento pela maneira única como capturava a luz e as cores do cenário petropolitano. Seu estilo neo-impressionista permitia criar obras que transmitiam sensações vibrantes, com uma paleta de cores marcante e uma técnica que remetia aos mestres impressionistas, mas com sua interpretação singular.


Sua dedicação às artes visuais não se limitava apenas a Petrópolis, pois suas obras ultrapassaram fronteiras e alcançaram colecionadores ao redor do país e do mundo. Martha Bulgarelli deixou um legado valioso, não apenas como uma talentosa pintora, mas como uma guardiã das paisagens que amava, imortalizadas em suas telas..



Em 2023, Martha nos deixou, mas seu legado permanece vivo e eternizado através das pinceladas que capturaram a essência de Petrópolis. Sua contribuição para a arte neo-impressionista e sua paixão pela cidade que a viu nascer continuarão a inspirar gerações futuras de artistas e admiradores.

Essa apresentação visa destacar a vida e o legado artístico de Martha Bulgarelli, ressaltando sua contribuição à arte neo-impressionista e sua dedicação em retratar as paisagens características de Petrópolis, que tanto a inspiraram ao longo de sua vida.



quarta-feira, abril 12, 2023

inter tv - Martha Bulgarelli

 
2015 : A artista plastica Martha Bulgarelli em entrevista para a InterTV 
(afiliada da Rede Globo ) na região serrana. Exposição em Petrópolis. 

Martha Bulgarelli

 

Martha Bulgarelli (Martha Rocha Paes Bulgarelli) é uma artista plastica autodidata nascida em Petrópolis no dia 08 de agosto de 1929. 

Começou a se destacar na década de 1970 quando começou a participar de salões de artes plasticas. 

Seus quadros de inspiração expressionista  lhe valheram vários prêmios e hoje estão espalhados no Brasil e exterior. 

Ela utiliza a técnica de acrílico sobre tela.

Boa parte da obra está com seus filhos, netos e em seu próprio ateliê em Petrópolis. 

Nos anos 2000 também fez quadros em outros estilos. 

Em 2007, ingressou na A Associação dos Artistas Plásticos de Petrópolis (AAPP). 

Martha Bulgarelli teve quatro filhos, entre eles Angela Bulgarelli, também artista plástica. 








Mosela


Casa da familia Bulgarelli no bairro Mosela. 
A familia morou na casa desde a decada de 1950 (quando foi constrúida)
até o ano de 1993 quando a casa foi à venda. 


Mosela é um dos bairros mais antigos de Petrópolis, localizado na região central da cidade. O nome do bairro vem da Mosela, uma região da Alemanha que faz fronteira com a França.


A história do bairro remonta ao século XIX, quando a cidade de Petrópolis foi fundada pelo Imperador Dom Pedro II como uma estância de veraneio para a família real e a elite brasileira. Na época, o bairro era uma região de mata virgem, pouco habitada e com acesso difícil.


No final do século XIX, a região começou a ser ocupada por imigrantes alemães, que construíram suas casas e plantaram jardins e hortas na área. O bairro se tornou conhecido por seus jardins floridos e suas casas de estilo alemão, e atraiu muitos turistas que visitavam a cidade.


Com o tempo, o bairro se desenvolveu e se tornou um importante centro comercial e residencial de Petrópolis, com escolas, hospitais, supermercados e lojas. Hoje, é um dos bairros mais valorizados da cidade, com uma arquitetura marcante e uma paisagem privilegiada, cercada por montanhas e bosques.

A casa da família Bulgarelli ainda existe na Rua Major Sérgio, 130.

 Major Sérgio Augusto de Souza, um militar brasileiro que nasceu em 29 de junho de 1907 e faleceu em 29 de março de 1964.


O Major Sérgio foi um importante líder militar durante a Segunda Guerra Mundial, tendo participado da Força Expedicionária Brasileira (FEB) que lutou na Itália ao lado dos Aliados. Ele foi um dos primeiros militares a serem voluntários para o serviço na FEB e comandou o 3º Pelotão da 1ª Companhia do 6º Batalhão de Infantaria Expedicionário.


Após a guerra, o Major Sérgio continuou sua carreira militar, tendo participado também da Campanha de Suez, no Egito, em 1956. Em reconhecimento a sua bravura e dedicação, recebeu diversas condecorações militares, incluindo a Medalha de Guerra e a Medalha de Campanha.


Além de sua carreira militar, o Major Sérgio também foi um grande incentivador do esporte em Petrópolis, tendo fundado o Clube Atlético Serrano, em 1943. Ele faleceu em 1964, aos 56 anos de idade, deixando um legado de coragem e liderança tanto no âmbito militar quanto na vida civil.

quarta-feira, dezembro 14, 2022

sobre a crença...

Não acredito em Deus. Mas ele, insistentemente, acredita em mim. Se não chegarmos a um consenso, deixaremos de existir...

Marcelo Bulgarelli 

domingo, dezembro 16, 2018

Natais em família

1998 - 1986 - Natal - Bingen
 -Petrópolis RJ
1995 -  Natal no apê da Mosela -Petrópolis RJ 
1989 -  Natal na Mosela -Petrópolis RJ 
 2003 - Natal na Mosela -Petrópolis RJ 
1986 - Natal - Bingen
 -Petrópolis RJ 
1980 - Natal na Mosela -Petrópolis RJ 
2004 - Maringá = PR



1977 Natal na Mosela -Petrópolis RJ 
1975  Natal na Mosela -Petrópolis RJ 

domingo, junho 10, 2018

Angelo Bulgarelli Netto

Após conquistar definitivamente a taça Jules Rimet, em 1970, o trofeu percorreu as agencias do Banco do Brasil em diversas cidades do País, inclusive Petrópolis (RJ) onde ficou em exposição. Os funcionários do banco tiveram a oportunidade de tirar um foto com o troféu. Na foto, Angelo Bulgarelli Netto, meu pai, em 1970. Ele morreria no  ano seguinte, em um acidente de automóvel. Eu tinha seis anos na época da foto.

sábado, janeiro 13, 2018

Bulgarelli pelo mundo


Itália
 (55%)
Brasil
 (27%)
EUA
 (6%)
Argentina
 (4%)
Grã-Bretanha
 (4%)
Canadá
 (2%)
Suíça
 (0.8%)
Holanda
 (0.8%)
Reino Unido
 (0.8%)
Costa Rica
 (0.8%)