CARLOS EDUARDO NOVAES
## Apotegmas eleitorais
Em terra de cego, quem tem um olho é indeciso
Mais vale um voto na mão do que dois na intenção
Devagar se vai ao longe da Prefeitura
Apressado vota nu
Quem ama o Jorge, Medina lhe parece
A voz do povo está na boca da urna
Diga-me com quem votas e te direi quanto ganhas
Deus ajuda a quem cedo sai para o corpo-a-corpo
Em briga de marido e mulher, tente ficar com o voto dos dois
Não me deem panfletos, sei errar sozinho
Crer ou não crer, eis a pesquisa
Mais Valle um Alvaro do que dois Rubens
Para um bom eleitor, o silêncio basta
Onde tem fumaça, tem candidato
O preço da campanha é a eterna militância
### Todo homem é igual na cabine eleitoral
Vota tatu, cotia não
Quem não chora não mama e quem não mama não se candidata
O voto útil é inútil para quem vota
Do alto deste teleférico, 40 crioulos nos contemplam (Saturnino Braga)
O Sol brilha para todos (os candidatos), mas apenas um poderá ir à praia
Leite na Prefeitura dos outros é refresco
O candidato é o último a abandonar o palanque
De voto em voto, o candidato fica com 1,2% do eleitorado
A propaganda nem sempre é a alma do negócio eleitoral
Dos males, o menor não tem chance de vitória
Voto mole em eleição dura, tanto faz, nunca se apura

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