A casa de Yvette Vickers — atriz e cantora norte-americana famosa por seus papéis em filmes de terror e ficção científica dos anos 1950 e início dos 1960, como Attack of the 50 Foot Woman (1958) e Attack of the Giant Leeches (1959) — acabou ficando tristemente célebre não apenas por seu estilo, mas sobretudo pelas circunstâncias ligadas à sua morte.
Localização e estilo
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A residência ficava em Benedict Canyon, Beverly Hills, Califórnia, uma região tradicionalmente associada a astros de Hollywood.
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Era uma casa relativamente isolada, de arquitetura típica de meados do século 20 em Los Angeles, com certo ar de retiro, mas sem o luxo das mansões mais famosas da região.
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O isolamento, somado à pouca manutenção nos anos finais, deu ao local um ar sombrio, quase de “casa abandonada”, o que só reforçou o tom trágico da história.
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Yvette Vickers morreu dentro dessa casa em circunstâncias trágicas: seu corpo foi descoberto em abril de 2010, mas já estava em estado de mumificação, indicando que ela havia falecido meses antes, provavelmente no verão ou outono de 2009.
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Os vizinhos desconfiaram ao perceber correspondência acumulada e a falta de contato. A atriz foi encontrada por uma vizinha dentro de um dos cômodos da casa.
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Esse fato gerou grande repercussão na mídia, tanto pela negligência social que refletia (a solidão de uma atriz que já fora símbolo sexual de Hollywood), quanto pela atmosfera quase de filme de terror ligada ao local.
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| Yvette Vickers na Playboy |
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A casa de Yvette Vickers passou a ser lembrada como um símbolo da solidão e do esquecimento que atingem muitas figuras do cinema de gênero clássico, que brilharam em um período específico e depois foram marginalizadas pela indústria.
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Alguns jornalistas e críticos chegaram a comparar a cena com uma espécie de “roteiro de horror real”, conectando a trajetória da atriz e o local de sua morte com os próprios filmes B que a tornaram famosa.







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