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quinta-feira, março 05, 2026

Borges y Alvarez Libro-Bar (El Calafate, Argentina) - Há 10 anos

Avenida del Libertador 1015, El Calafate, Argentina 

27 de Setembro ds 2015
Atualmente,  o LibroBar está fechado










SI TIENES:
Comida en el Refrigerador,
Ropa en el Closet, Techo sobre tu Cabeza
y una Cama donde Dormir...
ERES MÁS RICO QUE
EL 75% DEL PLANETA

SI TIENES DINERO EN EL BANCO,
EN TU BILLETERA, Y ALGO DE CAMBIO...
ENTONCES ESTÁS ENTRE
EL 8% MÁS RICO DEL MUNDO

SI PUEDES LEER ESTA NOTA,
ERES UNA DE LAS PERSONAS
QUE NO SUFRE ANALFABETISMO

SI TE LEVANTAS ESTA MAÑANA
CON MÁS SALUD QUE ENFERMEDAD,
ERES MÁS AFORTUNADO QUE
LOS MILLONES QUE NO SOBREVIVIRÁN
ESTA SEMANA

SI NUNCA HAS EXPERIMENTADO
EL PELIGRO DE LA GUERRA,
LA SOLEDAD DEL ENCIERRO,
LA AGONÍA DE LA TORTURA,
O LA DESESPERACIÓN DEL HAMBRE...
ERES MÁS FELIZ QUE
700 MILLONES DE PERSONAS EN EL MUNDO

SI PUEDES IR A LA IGLESIA
SIN MIEDO A SER AMENAZADO,
ENCARCELADO O MORIR...
TIENES UN PRIVILEGIO QUE
MILLONES DE PERSONAS NO TIENEN
```

VINÍCOLAS FRNESTO CATENA

SE VOCÊ TEM:
Comida na geladeira,
Roupas no armário, um teto sobre sua cabeça
e uma cama para dormir...
VOCÊ É MAIS RICO QUE
75% DA POPULAÇÃO MUNDIAL

SE VOCÊ TEM DINHEIRO NO BANCO,
NA SUA CARTEIRA E ALGUM TROCADO...
ENTÃO VOCÊ ESTÁ ENTRE
OS 8% MAIS RICOS DO MUNDO

SE VOCÊ CONSEGUE LER ESTA MENSAGEM,
VOCÊ É UMA DAS PESSOAS
QUE NÃO SOFRE COM ANALFABETISMO

SE VOCÊ ACORDOU HOJE
COM MAIS SAÚDE QUE DOENÇAS,
VOCÊ É MAIS FELIZ QUE
MILHÕES QUE NÃO SOBREVIVERÃO
ESTA SEMANA

SE VOCÊ NUNCA EXPERIMENTOU
O PERIGO DA GUERRA,
A SOLIDÃO DO ENCARCERAMENTO,
A AGONIA DA TORTURA,
OU O DESESPERO DA FOME...
VOCÊ É MAIS FELIZ QUE
700 MILHÕES DE PESSOAS NO MUNDO

SE VOCÊ PODE IR À IGREJA
SEM MEDO DE SER AMEAÇADO,
PRESO OU MORTO...
VOCÊ TEM UM PRIVILÉGIO QUE
MILHÕES DE PESSOAS NÃO TÊM

quarta-feira, março 04, 2026

Príncipe de Astúrias



O navio Príncipe de Astúrias foi um dos mais trágicos desastres marítimos da história brasileira — e frequentemente chamado de “o Titanic brasileiro”, embora muito menos conhecido. Abaixo, segue um resumo detalhado sobre esse navio e seu naufrágio:


Príncipe de Astúrias — O Titanic Sul-Americano

🛳️ O Navio

Era um luxuoso transatlântico espanhol, construído para fazer a rota entre Barcelona e Buenos Aires, com escalas em portos brasileiros, incluindo Rio de Janeiro e Santos.




🚨 O Naufrágio (4 de março de 1916)

  • Local: Próximo à Ilha de Búzios, litoral de São Sebastião (SP)

  • Motivo: Colisão com rochedos submersos durante uma tempestade densa e com neblina

  • Consequência: O navio afundou em 5 minutos

  • Mortes: Estima-se cerca de 445 mortos, entre passageiros e tripulantes

  • Sobreviventes: Cerca de 143 resgatados

O navio estava lotado, incluindo imigrantes espanhóis, italianos e portugueses a caminho da América do Sul, além de oficiais, nobres e comerciantes. Muitos estavam dormindo quando o navio se chocou contra as pedras, o que impediu qualquer evacuação organizada.




🧭 Contexto Histórico

Na época, a Primeira Guerra Mundial ainda estava em andamento, e viagens pelo Atlântico eram arriscadas. O Príncipe de Astúrias levava também carga valiosa e, segundo rumores históricos, até ouro, o que motivou várias expedições de busca nos anos seguintes.


🔎 Mistérios e Curiosidades

  • Ouro perdido? Há lendas que o navio carregava toneladas de ouro escondidas entre os porões — até hoje não encontradas.

  • Tesouros submersos: Já foram feitas várias tentativas de exploração do navio, que ainda está a cerca de 18 a 20 metros de profundidade.

  • Desatenção? Muitos relatos sugerem que o capitão confiava demais nos instrumentos e não avistou a costa rochosa a tempo.

  • Memorial? Apesar do impacto, o desastre não tem o mesmo peso na memória coletiva brasileira quanto o Titanic — há poucos monumentos ou lembranças oficiais.




Rose Leonel

 

A jornalista maringaense Rose Leonel é a convidada deste episódio especial do Encontros com a Imprensa, com apresentação de Marcelo Bulgarelli, na UEM FM e UEM TV.

Com uma trajetória construída entre o jornalismo impresso, a televisão e o colunismo social, Rose relembra sua infância no Jardim Alvorada, a influência do pai apaixonado por leitura e comunicação e os primeiros passos na imprensa de Maringá. Ela fala sobre os desafios de começar na reportagem diária, a experiência ao vivo na TV e a consolidação profissional nos principais veículos da cidade.

Mas o ponto central da conversa é o ano de 2005 — o divisor de águas em sua vida. Após o término de um relacionamento, Rose passou a ser ameaçada pelo ex-companheiro, que prometeu divulgar fotos íntimas caso ela não reatasse. Mesmo tomando medidas judiciais preventivas, a ameaça se concretizou. Teve início uma campanha sistemática de exposição na internet e fora dela, com envio de milhares de e-mails, distribuição de cópias impressas e tentativas claras de destruir sua reputação.

No episódio, ela relata como viveu aquele período: as noites sem dormir, a perda do emprego, o isolamento social, os julgamentos públicos e o impacto direto sobre seus filhos. Em uma época em que o Brasil ainda não possuía legislação específica para crimes digitais, Rose enfrentou a desinformação jurídica e a dificuldade de encontrar respaldo legal. Ainda assim, decidiu lutar.

A entrevista revela bastidores do processo judicial, a condenação do agressor e a sensação de ter sido vítima de uma “morte civil”. Mais do que um depoimento pessoal, é um registro histórico de um dos primeiros casos de violência digital com grande repercussão no país — e de como essa experiência transformou Rose em uma voz ativa na defesa de mulheres vítimas de exposição íntima não autorizada.

Um episódio forte, sensível e necessário sobre jornalismo, violência de gênero, justiça e reconstrução.

Aperte o play e acompanhe essa conversa impactante no Encontros com a Imprensa.

Encontros com a Imprensa” é um programa semanal apresentado por Marcelo Bulgarelli que reúne jornalistas, repórteres, fotógrafos, radialistas, cinegrafistas e colunistas para celebrar suas histórias mais marcantes. O programa vai ao ar todas as sextas-feiras, às 13h, e aos sábados, às 16h, na rádio UEM FM 106,9, no YouTube da UEM TV e no Spotify.

Outros episódios no   Spotify.


Alexandre Gaioto Amarildo LegalAndreia Silva

 Andye Iore -Antonio Carlos Moretti Antonio Roberto de Paula - Brenda Caramaschi

Bruno PerukaClaudio Galetti Claudio Viola -

Dayane Barbosa Diniz Neto - Dirceu Herrero • Edilson PereiraEduardo Xavier

Elaine Guarnieri

Edvaldo Magro  Everton Barbosa Gilson Aguiar Ivan Amorim

Juliane GuzzoniKris Schornobay Leonardo FilhoLuiz de Carvalho - Marcos Zanatta -

Messias MendesMilton Ravagnani - Natália Garay

PauloPupimRachel Coelho - Regina Daefiol Ricardo de Jesus Souza, o Salsicha Roberta Pitarelli-

Robson Jardim - Ronaldo Nezo - - Rogério Recco - Rose Leonel -

Sandro Ivanovski Sérgio Mendes e Rose Machado

Solange Riuzim Thaís Santana • Valdete da Graça •

Vanessa Bellei Victor Ramalho -Victor Simião - 

terça-feira, março 03, 2026

O Olhar sem mistério sobre Hitch




Biografia do mestre do suspense é lançada, mas não traz nenhuma revelação

ANGELA REGINA CUNHA 21/9/92  - JORNAL DO BRASIL 

DOZE anos depois de morto, Alfred Hitchcock continua dando sustos com seus filmes. Quem tem se deliciado assistindo à retrospectiva da fase inglesa do diretor aos sábados, na TVE, agora pode conhecer um pouco a história dessas obras lendo Alfred Hitchcock e seus filmes, do alemão Bodo Fründt, recém-lançado pela Ediouro. Primeira de uma série de biografias de grandes nomes do cinema — a próxima a merecer tal atenção será Meryl Streep —, a obra de Fründt não é uma tese de mestrado sobre o mestre do suspense, talvez a mais completa diretriz da história do cinema. Ao contrário, o livro não pretende — e nem conseguiria — fazer nenhuma revelação bombástica sobre a vida e a obra do diretor inglês morto em 3 de maio de 1980. Mas aguça a curiosidade do menos entusiasta dos cinéfilos.

Esse beabá de Hitchcock, ilustrado por mais de 100 fotos de filmes e álbum de família, com revisão dos títulos feita por Susana Schild, crítico de cinema do JORNAL DO BRASIL, e fichas técnicas de todos os filmes, inclusive os para TV, procura explicar o sucesso de Hitchcock — se é que isso ainda é necessário. Em meio ao resumo dos filmes, o autor recorda algumas informações preciosas — como a de que o primeiro filme de Hitchcock com o superprodutor americano David O. Selznick seria sobre o naufrágio do Titanic. Em boa hora Selznick comprou os direitos de Rebecca, o braço do Diabo, de Thurber, que acabou se tornando o filme de estréia de Hitchcock em Hollywood. Aliás, se dependesse de Selznick, Rebecca, a mulher inesquecível seria um melodrama de amor. Mas o diretor inglês, que naquele ano, 1939, se mudara com a família para os Estados Unidos, habilmente envolveu o produtor e fez de Rebecca um autêntico Hitchcock.

O próprio Fründt admite ser arbitrária a divisão em capítulos da obra de Hitchcock — "um conjunto que cresceu como um todo". Mas ele faz essa divisão colocando em um bloco que vai de 1922 a 1929, os mudos Number thirteen (não concluído) e O ilhéu. Em outro capítulo, intitulado "thriller com som, cotidiano e aventura", reúne de Chantagem e confissão (1929) a Estalagem maldita (1938). "Preto e branco em Hollywood — culpa e amor" é a sequência de filmes que vai de Rebecca (1939) a Agonia de amor (1947) e "o mestre da corda bamba da cor e da dança", fala de filmes inesquecíveis que vão de Festin diabólico (1948) a Intriga internacional (1957). O capítulo seguinte começa com o que Fründt considera "marco decisivo na evolução de Hitchcock", Psicose (1960), e vai até Trama macabra (1975), seu último filme.

Fründt atribui à "curiosa engrenagem de sua vida" — estudou na Inglaterra, filmou na Alemanha e amadureceu nos Estados Unidos —, o engenho de seus filmes e relembra seus temas recorrentes como o inocente acusado, seu humor grotesco, suas louras inesquecíveis e sua paixão pela boa mesa.

Ao dissecar filme por filme de Hitchcock e descrever seu método de trabalho, Fründt consegue não deslizar para a tietagem. Mas é evidente sua admiração pelo diretor: "Como um artesão ou um engenheiro, Hitchcock não colocava qualquer elemento casual ou inútil numa obra. Ele parecia ter tudo planejado na cabeça antes de iniciar um trabalho". E escreve Fründt e cita o próprio Hitchcock para quem "o diálogo não é o mais importante em meus filmes mas sim a observação sobre quem fala".

Sem ser nem de longe genial como o diretor que descreve, Alfred Hitchcock e seus filmes consegue aumentar a admiração por Hitch. Dá vontade de sair correndo para o vídeo mais próximo e alugar todos os filmes dele. Pena que Fründt conte o final dos filmes — pecado que só o mais antipático dos críticos seria capaz de cometer.

segunda-feira, março 02, 2026

Rachel Coelho

 

Rachel de Oliveira Coelho nasceu e cresceu na Cidade Alta, em Maringá. Criada na Rua Evaldo Braga, em meio a ruas com nomes de artistas como Carmen Miranda, Maísa e Vinícius de Moraes, ela viveu uma infância típica dos anos 1980: brincadeiras na rua, pouca televisão e muita terra nos pés. “Fui uma criança travessa, dei trabalho para minha mãe”, relembra, com humor.

Estudante da Escola Estadual Vinícius de Moraes, foi ali que aprendeu a ler e começou a formar seu olhar curioso para o mundo. Apesar de não ser exatamente fã dos estudos na infância, havia uma disciplina que sempre a mobilizou: História. O interesse, no entanto, não a levou imediatamente para essa área.

Rachel ingressou primeiro no curso de Jornalismo, em 1997, na então Cesumar. Ela conta que a escolha teve muito de idealização: a figura do jornalista dinâmico, quase cinematográfico, inspirava aquela jovem que ainda buscava seu caminho. O incentivo decisivo veio da mãe, que sugeriu a nova graduação quando o curso abriu na cidade.

Durante a formação, também iniciou História na UEM, curso que concluiu em 2005, após enfrentar greves e um período de trancamento. Ao terminar as graduações, decidiu sair de Maringá e passou um ano no Rio de Janeiro. Sem conseguir se firmar profissionalmente na área, mergulhou na cena cultural carioca como espectadora: teatro, grupos independentes, circulação artística intensa. Experiência que, mais tarde, influenciaria profundamente sua atuação.

De volta a Maringá, Rachel começou a trabalhar no jornal O Diário. Seu primeiro grande convite foi cobrir o Femucic — festival que, anos antes, já havia sido tema de seu Trabalho de Conclusão de Curso, transformado em livro por meio de lei de incentivo. A partir daí, passou a atuar principalmente no caderno de Cultura e em projetos como o “Diário na Escola”.

Ela relembra que sempre quis permanecer na editoria cultural, decisão que, acredita, pode ter limitado sua trajetória dentro da redação. Nunca foi efetivada como repórter e, após três anos de tentativas, deixou o jornal frustrada por se sentir desvalorizada. Coberturas marcantes, como velórios de figuras públicas da cidade, reforçaram tanto o peso quanto a responsabilidade da profissão.

Após sair do Diário, foi convidada para assumir a Gerência de Patrimônio Histórico na Secretaria de Cultura de Maringá. O convite partiu da então secretária Flor Duarte, que reconheceu sua formação também em História. Rachel permaneceu cerca de três anos no cargo, em um período politicamente tenso, marcado por pressões e disputas ideológicas.

Ela não esconde que enfrentou dificuldades no ambiente político — inclusive episódios públicos envolvendo posicionamentos antigos em blogs pessoais. Ainda assim, reconhece que o período foi importante: foi com o salário da função comissionada que conseguiu concluir a construção da própria casa, garantindo estabilidade para seguir na área cultural.

A transição para a produção cultural aconteceu de forma gradual. Atuando em assessorias de imprensa para projetos e festivais, Rachel percebeu que já exercia também funções de produção. Assim nasceu a Dois Coelhos Comunicação e Cultura, empresa que une assessoria de imprensa e produção cultural — “dois coelhos” em uma só proposta.

Hoje, ela analisa a cena cultural de Maringá como mais ampla e diversa do que no início de sua carreira, muito impulsionada pelos cursos de artes da UEM. Ao mesmo tempo, aponta fragilidades: dependência de editais públicos, instabilidade de políticas culturais e, principalmente, a ausência de crítica especializada consistente na cidade.

Sobre o jornalismo cultural local, é direta: considera-o quase inexistente. Para ela, a crítica — feita com responsabilidade e contextualização — é fundamental para o amadurecimento da cena. Sem veículos fortes e sem tradição consolidada, artistas e produtores acabam circulando em um ambiente de pouca confrontação estética.

Rachel afirma que não sente falta da redação tradicional. Encontrou na produção cultural um espaço onde consegue unir comunicação, estratégia e formação de público. Para ela, o produtor cultural é um agente estratégico, capaz de preencher lacunas, estruturar a cena e colocar a cidade em circulação. Entre frustrações, reinvenções e resistência, sua trajetória revela alguém que nunca deixou de acreditar na cultura como ferramenta de transformação local.

 Encontros com a Imprensa” é um programa semanal apresentado por Marcelo Bulgarelli que reúne jornalistas, repórteres, fotógrafos, radialistas, cinegrafistas e colunistas para celebrar suas histórias mais marcantes. O programa vai ao ar todas as sextas-feiras, às 13h, e aos sábados, às 16h, na rádio UEM FM 106,9, no YouTube da UEM TV e no Spotify.

Outros episódios no   Spotify.


Alexandre Gaioto Amarildo LegalAndreia Silva

 Andye Iore -Antonio Carlos Moretti Antonio Roberto de Paula - Brenda Caramaschi

Bruno PerukaClaudio Galetti Claudio Viola -

Dayane Barbosa Diniz Neto - Dirceu Herrero • Edilson PereiraEduardo Xavier

Elaine Guarnieri

Edvaldo Magro  Everton Barbosa Gilson Aguiar Ivan Amorim

Juliane GuzzoniKris Schornobay Leonardo FilhoLuiz de Carvalho - Marcos Zanatta -

Messias MendesMilton Ravagnani - Natália Garay

PauloPupimRachel Coelho - Regina Daefiol Ricardo de Jesus Souza, o Salsicha Roberta Pitarelli-

Robson Jardim - Ronaldo Nezo - - Rogério Recco - Rose Leonel -

Sandro Ivanovski Sérgio Mendes e Rose Machado

Solange Riuzim Thaís Santana • Valdete da Graça •

Vanessa Bellei Victor Ramalho -Victor Simião -