sábado, fevereiro 17, 2018

Dia do reporter

Jornalista não fala – informa
Não passeia – viaja a trabalho;
Não conversa – entrevista;
Não faz lanche – almoça em horário incomum;
Não é chato – é crítico;
Não tem olheiras – tem marcas de guerra;
Não se confunde – perde a pauta;
Não esquece de assinar – é anônimo;
Não se acha – ele já é reconhecido;
Não influencia – forma opinião;
Não conta história – reconstrói;
Não omite fatos – edita-os;
Não pensa em trabalho – vive o trabalho;
Não vai à festas – faz cobertura;
Não acha – tem opinião;
Não fofoca – transmite informações inúteis;
Não pára – pausa;
Não mente – equivoca-se;
Não chora – se emociona;
Não some – trabalha em off;
Não lê – busca informação;
Não traz novidade – dá furo de reportagem;
Não tem problema – tem situação;
Não tem muitos amigos – tem muitos contatos;
Não briga – debate;
Não usa carro – mas sim veículo;
Não é esquecido – é eternizado pela crítica;
Jornalista não morre – coloca um ponto final!


Autor: Anônimo


Happy Yvonne Romain!

Yvonne Romain  nassceu em Londres em 17 de fevereiro de 1938. Trabalhou no cinema desde criança e na vida adulta se destacou em filmes de terror como Circus of Horrors (1960), Devil Doll (1964), Curse of the Werewolf (1961) e Captain Clegg (1962). Esses dois ultimos são filmes produzidos pela Hammer.












quinta-feira, fevereiro 15, 2018

Florinda Bolkan

Florinda Bolkan (nascida Florinda Soares Bulcão; Em Uruburetama - Ce, no dia 15 de fevereiro de 1941)Florinda viveu em Fortaleza e no Rio de Janeiro antes de se mudar para a Itália em 1968 e fazer carreira no cinema. Lá, ela adaptou a grafia de seu sobrenome (Bulcão) para torná-lo mais pronunciável para estrangeiros.
Revelada por Luchino Visconti, Florinda atuou em mais de 40 filmes, trabalhando com diretores renomados, como Christian Marquand, Damiano Damiani, Giuseppe Patroni Griffi, Giuliano Montaldo, Elio Petri, James Clavell, Michele Lupo, Enrico Maria Salerno, Vittorio de Sica, Richard Lester e Franco Prosperi, além do próprio Visconti, que a dirigiu em Os Deuses Malditos, ao lado de Dirk Bogarde, Ingrid Thulin e Helmut Berger.
 Ganhou por três vezes o David di Donatello, considerado o "Oscar" do cinema italiano, prêmio que também já foi dado a Sophia Loren, Claudia Cardinale e Monica Vitti.
Quando a contratou para fazer Una Breve Vacanza, o filme que iria lançá-la no mercado dos Estados Unidos, De Vittorio Sica lhe disse: "Escolhi você porque seus olhos são de quem já conheceu a fome". Ao que Florinda respondeu: "Quem nasce no Ceará traz uma carga de verdade muito dura e forte".
Durante 20 anos, Florinda foi companheira da condessa Marina Cicogna, produtora de Una Breve Vacanza. Em 2000, a atriz fez sua estreia como diretora, com o filme brasileiro Eu Não Conhecia Tururu. Além de dirigir, ela também faz um dos papeis principais.




quarta-feira, fevereiro 14, 2018

Mia Couto

Avesso bíblico 
No início,
já havia tudo. 

Mas Deus era cego
e, perante tanto tudo,
o que ele viu foi o Nada. 

Deus tocou a água
e acreditou ter criado o oceano. 

Tocou o chão
e pensou que a terra nascia sob os seus pés. 

E quando a si mesmo se tocou
ele se achou o centro do Universo.
E se julgou divino. 

Estava criado o Homem. 

Mosela- Petrópolis RJ



O antigo Quarteirão Mosela

O atual Bairro Mosela, antes denominado Quarteirão Mosela, é um dos que forma a cidade de Petrópolis, como foi originalmente dividida pelo Major Köeler. Seu nome deriva da região da Mosela, na Alemanha (Moselle em francês e Mosel em alemão) e, obedecendo a diretriz concebida por Koeler quando da distribuição dos colonos pela Cidade, ali foram instalados todos os colonos que provinham daquela região da antiga Prússia.


O antigo Quarteirão Mosela é cortado pelo rio do mesmo nome, o Rio Mosela. Na Europa, o Mosela (Moselle em francês, Mosel em alemão e Musel em luxemburguês), é um rio que corre pelo nordeste da França e de Luxemburgo e pelo oeste da Alemanha, tendo uma extensão de 560 Km por célebres vinhedos, desembocando no rio Reno à altura da cidade alemã de Koblenz.

Os colonos alemães se instalaram no Quarteirão Mosela, ocupando os Prazos de Terras do nº 801 ao 850, sendo, portanto, 49 famílias, a partir do ano de 1845.

Em ordem alfabética, são os seguintes os colonos que ali primeiro se instalaram:

Andrés, Paulo
Biehl, Matias
Blatten, Felipe
Blatten, Francisco
Borré, João
Burger, João
Dohn, Daniel
Dupré, João
Eifeler, Felipe
Epparts, João José
Fecher, Barbara
Fleschen, João Pedro
Friedrichs, Susana
Gehren, Estevam
Gorrius, Nicolau
Harres, Nicolau
Hees, Cristiano
Hennemann, Frederico
Iochen, João Adão
Keuper, Magnus
Klein Pedro
Kling, Magnus
Klingel, Matias
Kolling, Cristiano
Kronenberger, Pedro
Licht, Francisco Carlos
Lochen, Pedro
Lorang, Pedro
Mahler, Francisco
Martini, Filipe
Mees, João Pedro
Merker, João Jacó
Molter, Felipe Pedro
Molter, Henrique Pedro
Monken, Guilherme José
Morsch, João
Noel, João
Pfeifer, Conrado
Pfeifer, João
Scherer, Carlos
Schmitz, Paulo
Stump, Carlos
Tanein, João Jorge
Thees, Matias
Weber, Carlos
Wildberger, João Frederico

A notícia mais antiga que temos sobre o Quarteirão Mosela, a partir da instalação dos colonos em suas terras, foram as atividades caseiras alimentares ali desenvolvidas e a indústria de conservas e a produção de manteiga e queijo, que chegaram a ser exportadas para a Província do Rio de Janeiro.

Posteriormente, instalou-se no Quarteirão a Fábrica Gérard Patrone, especializada em tecidos de seda e algodão.

Fonte: Pesquisas na Internet e Deepweb

terça-feira, fevereiro 13, 2018

Da primeira vez que ouvir falar do Tuiuti...


Uma menina igual a mil
Que não está nem aí
Tivesse a vida pra escolher
E era talvez ser distraída
O que ela mais queria ser
Ah, se eu pudesse não cantar
Esta absurda melodia
Pra uma criança assim caída
Uma menina do Brasil
Que não está nem aí
Uma menina igual a mil
Do Morro do Tuiuti (chico Buarque)

Carnival



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Zsolt Szigetvary / MTI via AP



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Juan Karita / AP



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Andre Penner / AP



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David Mercado / Reuters



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Octavio Passos / Getty



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Alessandro Bianchi / Reuters



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Paulo Whitaker / Reuters



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Mauro Pimentel / AFP / Getty



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Alvaro Barrientos / AP



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Pablo Blazquez Dominguez / Getty





segunda-feira, fevereiro 12, 2018

Paraíso do Tuiuti

Bastaram três alas da Paraíso do Tuiuti para desmontar o enredo de três anos de edições do Jornal Nacional. O constrangimento da Globo é visível. Pelo menos no desfile de ontem, perdeu a narrativa para uma escola que, assim como o país, luta para não cair." Meu Deus! Meu Deus! Está extinta a escravidão?" Não há arma mais forte do que a cultura dos excluídos.  (Gilson Caroni Filho)
Não há arma mais forte do que a cultura dos excluídos.


100 melhores filmes do século 20



Em 2008, o American Film Institue (AFI) divulgou a lista dos 10 melhores filmes em 10 Gêneros Clássicos (AFI's 10 Top 10). Os filmes em negrito constam da videoteca do Bar do Bulga. 
Os escolhidos em seus respectivos Gêneros foram:
DESENHOS ANIMADOS:

1. "Branca de Neve e os Sete Anões" (1938)
2. "Pinóquio" (1940)
3. "Bambi" (1942)
4. "O rei Leão" (1994)
5. "Fantasia" (1942)
6. "Toy Story" (1995)
7. "A Bela e a Fera" (1991)
8. "Shrek" (2001)
9. "Cinderela" (1950)
10. "Procurando Nemo" (2003)

COMÉDIA ROMÂNTICA:

1. "Luzes da cidade" (1931), de Charles Chaplin
2. "Noivo neurótico, noiva nervosa" (1977), de Woody Allen
3. "Aconteceu naquela noite" (1934), de Frank Capra
4. "A princesa e o plebeu" (1953), de William Wyler

5. "Núpcias de escândalo" (1941), de George Cukor
6. "Harry e Sally" (1989), de Rob Reiner
7. "A costela de Adão" (1949), de George Cukor
8. "Feitiço da lua" (1987), de Norman Jewison
9. "Ensina-me a viver" (1971), de Hal Ashby
10. "Algo para recordar" (1993), de Nora Ephron

FAROESTE:

1. "Rastros de ódio" (1956), de John Ford
2. "Matar ou morrer" (1952), de Fred Zinnemann
3. "Os brutos também amam" (1953), de George Stevens
4. "Os imperdoáveis" (1992), de Clint Eastwood
5. "Rio vermelho" (1948), de Howard Hawks
6. "Meu ódio será sua herança" (1969), de Sam Peckinpah
7. "Butch Cassidy" (1969), de George Roy Hill
8. "Jogos e trapaças - Quando os homens são homens" (1971), de Robert Altman
9. "No tempo das diligências" (1939), de John Ford
10. "Dívida de sangue" (1965), de Elliot Silverstein

ESPORTIVOS:
1. "Touro indomável" (1980), de Martin Scorsese

2. "Rocky" (1976), de John G. Avildsen
3. "Ídolo, amante e herói" (1942), de Sam Wood
4. "Momentos decisivos" (1986), de David Anspaugh
5. "Sorte no amor" (1988), de Ron Shelton
6. "Desafio à corrupção" (1961), de Robert Rossen
7. "Clube dos pilantras" (1980), de Harold Ramis
8. "Correndo pela vitória" (1979), de Peter Yates
9. "A mocidade é assim mesmo" (1944), de Clarence Brown
10. "Jerry Maguire - A grande virada" (1996), de Cameron Crowe

MISTÉRIO:

1. "Um corpo que cai" (1958), de Alfred Hitchcock
2. "Chinatown" (1974), de Roman Polanski
3. "Janela indiscreta" (1954), de Alfred Hitchcock
4. "Laura" (1944), de Otto Preminger
5. "O terceiro homem" (1949), de Carol Reed
6. "O falcão maltês" (1941), de John Huston
7. "Intriga internacional" (1959), de Alfred Hitchcock
8. "Veludo azul" (1986), de David Lynch
9. "Disque M para matar" (1954), de Alfred Hitchcock
10. "Os suspeitos" (1995), de Bryan Singer

FANTASIA:

1. "O mágico de Oz" (1939), de Victor Fleming e King Vidor
2. "O senhor dos anéis: A sociedade do anel" (2001), de Peter Jackson
3. "A felicidade não se compra" (1947), de Frank Capra
4. "King Kong" (1933), de Merian C. Cooper e Ernest B. Schoedsack
5. "Milagre na Rua 34" (1947), de George Seaton
6. "Campo dos sonhos" (1989), de Phil Alden Robinson
7. "Harvey" (1950), de Henry Koster
8. "Feitiço do tempo" (1993), de Harold Ramis
9. "O ladrão de Bagdá" (1924), de Raoul Walsh
10. "Quero ser grande" (1988), de Penny Marshall

FICÇÃO CIENTÍFICA:

1. "2001: Uma odisséia no espaço" (1968), de Stanley Kubrick
2. "Guerra nas estrelas" (1977), de George Lucas
3. "E.T. - O Extraterrestre" (1982), de Steven Spielberg
4. "Laranja mecânica" (1971), de Stanley Kubrick
5. "O dia em que a Terra parou" (1951), de Robert Wise
6. "Blade Runner - O caçador de andróide" (1982), de Ridley Scott
7. "Alien - O oitavo passageiro" (1979), de Ridley Scott
8. "O exterminador do futuro 2: O julgamento final" (1991), de James Cameron
9. "Vampiros de almas" (1956), de Don Siegel
10. "De volta para o futuro" (1985), de Robert Zemeckis

GÂNGSTERES:


1. O poderoso chefão" (1972), de Francis Ford Coppola
2. "Os bons companheiros" (1990), de Martin Scorsese
3. "O poderoso chefão 2" (1974), de Francis Ford Coppola
4. "Fúria sanguinária" (1949), de Raoul Walsh
5. "Bonnie e Clyde" (1967), de Arthur Penn
6. "Scarface: A vergonha de uma nação" (1932), de Howard Hawks
7. "Pulp Fiction - Tempo de violência" (1994), de Quentin Tarantino
8. "O inimigo público" (1931), de William A. Wellman
9. "Alma no lodo" (1931), de Mervyn Leroy
10. "Scarface" (1983), de Brian de Palma

TRIBUNAIS:

1. "O sol é para todos" (1962), de Robert Mulligan
2. "12 homens e uma sentença" (1957), de Sydney Lumet
3. "Kramer vs. Kramer" (1979), de Robert Benton
4. "O veredicto" (1982), de Sydney Lumet
5. "Questão de honra" (1992), de Rob Reiner
6. "Testemunha de acusação" (1957), de Billy Wilder
7. "Anatomia de um crime" (1959), de Otto Preminger
8. "A sangue frio" (1967), de Richard Brooks
9. "Um grito no escuro" (1988), de Fred Schepisi
10. "Julgamento em Nuremberg" (1961), de Stanley Kramer

ÉPICO:

1. "
Lawrence da Arábia" (1962), de David Lean
2. "Ben-Hur" (1959), de William Wyler
3. "A lista de Schindler" (1993), de Steven Spielberg
4. "...E o vento levou" (1939), de Victor Fleming
5. "Spartacus" (1960), de Stanley Kubrick
6. "Titanic" (1997), de James Cameron
7. "Nada de novo no front" (1930), de Lewis Milestone
8. "O resgate do soldado Ryan" (1998), de Steven Spielberg
9. "Reds" (1981), de Warren Beatty
10. "Os dez mandamentos" (1956), de Cecil B. DeMille