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sábado, abril 25, 2026

Nikolai Sklobovsky

 Nikolai Sklobovsky é um fotógrafo contemporâneo baseado em Thousand Oaks, Califórnia (EUA), conhecido principalmente por seu trabalho no gênero de nu artístico (Art Nude) e fotografia de belas-artes.








Embora tenha experiência em diversos campos — como paisagens, fotografia de natureza, eventos e casamentos — ele se destaca por uma abordagem minimalista na representação do corpo humano.

Aqui estão os pontos principais sobre o seu trabalho e carreira:

1. Estilo e Filosofia Fotográfica

A marca registrada de Sklobovsky é o foco na beleza natural e na forma, evitando o uso excessivo de maquiagem pesada, figurinos elaborados ou cenários artificiais. Sua filosofia baseia-se em dois pilares principais:

  • A beleza real de seus modelos.

  • O domínio técnico de iluminação, composição e direção de pose.

Ele utiliza tanto câmeras de alta performance (como a Canon 5D Mark IV) quanto drones (DJI Mavic 2 Pro) para capturar perspectivas variadas, integrando muitas vezes o corpo humano a paisagens naturais de forma harmônica.

2. Atuação Educacional

Além de fotógrafo, Nikolai atua como instrutor, oferecendo sessões de mentoria para:

  • Modelos: Ensinando técnicas de pose e expressão corporal.

  • Fotógrafos: Compartilhando conhecimentos sobre composição, técnica de iluminação e pós-processamento.

3. Presença Digital e Publicações

Ele mantém uma presença ativa em plataformas de fotografia de alto nível, como o YouPic, onde acumula milhões de visualizações em seu portfólio. Sob o pseudônimo ou handle @darth_slr, ele compartilha seu trabalho mais recente e inspirações.

Ele também publica calendários temáticos e livros de fotografia (geralmente via plataformas como Lulu), focando em destinos específicos como Bali e Portugal, mesclando sua fotografia de natureza com o seu estilo artístico.

4. Outros Trabalhos

Embora o nu artístico seja seu nicho principal, Sklobovsky já cobriu eventos de grande escala, como a LA Fashion Week, demonstrando versatilidade técnica para lidar com ambientes de iluminação desafiadora e o ritmo acelerado das passarelas.

sexta-feira, abril 24, 2026

Wally Wood “Frank Lloyd Wright” (1963)




 trata-se de um "pitch" (uma proposta inicial) criado pelo lendário quadrinista Wally Wood em 1963 para uma tira de jornal dominical que nunca chegou a ser produzida.

O projeto visava celebrar grandes figuras da história, e este painel específico é um tributo ao arquiteto Frank Lloyd Wright. Wally Wood, famoso por seu trabalho na revista MAD e nos quadrinhos de ficção científica da EC Comics, demonstra aqui uma técnica refinada de ilustração acadêmica e arquitetônica.


Transcrição do Texto

Abaixo está a transcrição fiel do conteúdo escrito por Wood na arte original:

Bloco Biográfico Principal (Canto superior direito):

"Após treinar em engenharia civil na Universidade de Wisconsin, mudou-se para Chicago para trabalhar com Louis Henry Sullivan, um pioneiro na arquitetura de edifícios comerciais modernos e frequentemente heterodoxos. Embora mais tarde tenha discordado de Sullivan, Wright nunca deixou de reconhecer a influência de Sullivan em seu próprio trabalho. De 1893 a cerca de 1910, ele teve seu próprio escritório, onde se estabeleceu como um arquiteto revolucionário, dedicando-se ao seu interesse de toda a vida: a casa como um abrigo funcional. Por uma geração, Wright foi um fora da lei arquitetônico nos EUA, embora tenha recebido grande aclamação na Europa. Então veio sua maior encomenda, a construção do Imperial Hotel no Japão (1916-1922), um grande triunfo que permaneceu intacto após o terremoto de 1923. Ele construiu a seguir a bela Casa Kaufmann, perto de Pittsburgh, PA, em 1936. Em 1939, seguiram-se os edifícios administrativos da Johnson Wax Company. Construiu sua casa de inverno em Taliesin West, no Arizona, que foi iniciada em 1938 e periodicamente ampliada. Pode ser sua conquista mais marcante. Este edifício funcionou não apenas como casa e local de trabalho, mas também como escola para seus discípulos. Seu respeito pelos alunos é expresso na Taliesin Fellowship para experimentação nas artes. Wright morreu pouco antes da conclusão de seu único edifício em Nova York, o Museu Guggenheim, que, sendo controverso, pode ser o memorial perfeito para uma figura controversa."

Legendas das Ilustrações:

  • Inferior Esquerda: "A Casa da Água Cadente" (Fallingwater), a Casa Kaufmann, Pittsburgh, PA.

  • Centro Direita: Interior, Taliesin West, no Arizona.

  • Inferior Direita: Museu Solomon R. Guggenheim, Nova York.



  •  Diferente do estilo caricato de Wood na MAD, aqui ele utiliza um realismo dramático. O uso intenso de pretos (chiaroscuro) e hachuras finas cria texturas que simulam pedra, concreto e madeira, honrando a "arquitetura orgânica" de Wright.

  • O retrato no topo mostra o arquiteto em idade avançada, capturando sua expressão austera e visionária com grande detalhamento anatômico.

  • Wood consegue traduzir a complexidade de Fallingwater e do Guggenheim em preto e branco com uma clareza que rivaliza com desenhos técnicos, mas mantendo a alma artística.

  • Esta peça foi vendida em leilões de arte (como a Heritage Auctions) e é considerada um exemplo da versatilidade de Wood, provando que ele era capaz de realizar trabalhos educativos e biográficos de altíssimo nível.

quinta-feira, abril 23, 2026

neon lit cemeteries of Iceland.

 






uma tradição de Natal única e visualmente impressionante da Islândia, onde cemitérios são decorados com cruzes de neon e luzes elétricas durante a época do Advento e do Natal.

Significado e Tradição

  • Homenagem aos Mortos: O Natal (chamado de Jól na Islândia) é visto como uma época de união familiar, e isso inclui aqueles que já partiram. Decorar as sepulturas é um gesto de respeito e uma forma de mostrar que os entes queridos ainda são lembrados e fazem parte das celebrações.

  • Luz na Escuridão: Como o inverno islandês é marcado por dias extremamente curtos e muitas horas de escuridão, as luzes nos cemitérios servem para iluminar a noite mais longa do ano.

  • Histórico: Embora o ato de acender velas em túmulos seja antigo, a tradição específica de usar decorações elétricas e cruzes iluminadas em larga escala ganhou força por volta de 1960, com registros iniciais marcantes nas ilhas Vestmannaeyjar.

Características Visuais e Práticas

  • Cruzes de LED e Neon: Diferente de outros países nórdicos que usam predominantemente velas de cera, os islandeses frequentemente utilizam cruzes elétricas (muitas vezes em tons de branco ou azul suave) porque resistem melhor aos ventos fortes e à neve da ilha.

  • Véspera de Natal: O auge da tradição ocorre na tarde de 24 de dezembro. O tráfego ao redor dos cemitérios em cidades como Reykjavík fica tão intenso que a polícia costuma ser acionada para coordenar o movimento de famílias que visitam os túmulos antes do jantar de Natal.

  • Locais Comuns: A imagem é típica de cemitérios como o de Lágafellskirkja ou o de Hafnarfjörður, onde a combinação de neve, o crepúsculo azulado e as luzes cria uma atmosfera "mágica".

Essa prática transforma o que poderia ser um lugar sombrio em um cenário de calor e luz, refletindo o espírito de comunidade e continuidade geracional da cultura islandesa.

quarta-feira, abril 22, 2026

Halloween como sempre na Casa de Amityville



NEWSDAY, QUINTA-FEIRA, 1º DE NOVEMBRO DE 1979



Halloween como sempre na Casa de Amityville

Por Bill Mason e Stephen Williams

Amityville — Foi apenas mais um Halloween na “Casa do Horror de Amityville”: curiosos e criaturas fantasiadas, seguranças particulares e crianças pedindo doces, gritos de quem passava e bebidas para os convidados da festa lá dentro.

Apesar da enorme publicidade do ano passado, James e Barbara Cromarty decidiram realizar sua terceira festa anual de Halloween na noite passada, na casa da Ocean Avenue.

Graças à cerca de arame e aos seguranças, os convidados sem convite foram mantidos a uma distância razoável. Ainda assim, houve algumas cenas ocasionais na rua: um homem saiu correndo da casa gritando, depois voltou, entrou novamente e foi embora de carro.

Lá dentro, o clima era festivo. Não havia nenhuma abóbora esculpida ou bruxa de papelão à vista, mas havia muitas bebidas, comidas frias e curiosos entre os 100 ou mais convidados.

A maioria dos convidados conhecia a história da casa de três andares: que Ronald DeFeo assassinou seus pais, dois irmãos e duas irmãs ali em 1974; que, depois, George e Kathleen Lutz compraram a casa em 1975, dizendo ter encontrado espíritos malignos.

O resultado foi um livro best-seller, um filme de grande sucesso e, para a casa, uma reputação que os atuais proprietários consideram mais um passivo do que um ativo.

Embora os Cromarty não morem na casa — ela é confiada ao zelador Frank Burch —, eles voltaram na noite passada para manter uma tradição iniciada três anos atrás “para tirar a mente das pessoas do que estava acontecendo lá fora”, disse Barbara Cromarty.

O que acontecia do lado de fora era uma loucura ocasional: bêbados gritando por Ronald DeFeo, outros estacionando e encarando, algumas invasões e vandalismo. Mas os convidados da noite passada pareciam mais fascinados do que assustados.

“Eu sempre ouvi que, se eu entrasse, sentiria algo estranho”, disse Bill Peters, que estava acompanhando a celebridade local Suzy Chafee, do comercial “Suzy Chapstick”. “Mas não é nada disso… todo mundo é tão simpático e as fantasias são tão criativas.”

Os anfitriões se fantasiaram tanto de dia quanto de noite (a Sra. Cromarty à noite). O tio de Cromarty, o juiz Arthur Cromarty, da Suprema Corte do Estado, se vestiu de juiz. Ele se recusou a comentar o aspecto de horror da casa, mas elogiou as “fantasias maravilhosas”.

Laura Baach, 20 anos, de Massapequa, vestida como Peter Pan, disse: “Nunca foi tão divertido”. Mas como saber se alguém recebeu um convite para a festa do Horror de Amityville e não foi? Ainda assim, admitiu: “É só como qualquer outra festa.”

Do lado de fora, porém, não. A maioria dos jovens ficou longe da cerca, dos seguranças e do famoso porco de olhos vermelhos que supostamente habitava a casa. Antes do pôr do sol, no entanto, duas jovens pedindo doces se aproximaram da casa e receberam M&M’s dos Cromarty.

“Todo mundo por aqui acha que é uma piada”, disse a corajosa Wendy Moore, 14 anos, da 305 Richmond Ave. “Nós não temos medo de entrar lá.”


1. Contexto histórico imediato (1979)

A matéria foi publicada em 1º de novembro de 1979, momento em que o caso Amityville já havia ultrapassado o âmbito policial e se consolidado como fenômeno midiático internacional. O livro The Amityville Horror (1977), de Jay Anson, e o filme homônimo de 1979, dirigido por Stuart Rosenberg, haviam transformado a casa em símbolo do horror pop, misturando crime real, alegações sobrenaturais e exploração comercial.

O texto surge, portanto, no olho do furacão cultural, quando a residência já não é apenas um local físico, mas um espaço mitológico.


2. A estratégia narrativa do jornal

O tom adotado por Newsday é deliberadamente banalizante. Logo na abertura, o Halloween é descrito como “apenas mais um”, estratégia que:

  • reduz o peso do horror,

  • normaliza o espaço,

  • e desloca o foco do sobrenatural para o comportamento humano ao redor da casa.

Essa escolha é típica do jornalismo local norte-americano da época, que buscava reapropriar-se da narrativa após a espetacularização promovida pelo cinema e pela literatura sensacionalista.


3. A casa como passivo simbólico

Um dos trechos mais reveladores é a afirmação de que a fama da casa passou a ser vista pelos proprietários como “um passivo, não um ativo”. Isso indica:

  • desgaste social;

  • invasões frequentes;

  • vandalismo;

  • presença constante de curiosos, bêbados e fanáticos.

A casa deixa de ser um “lugar maldito” e passa a funcionar como polo de atração patológica, algo que antecipa discussões contemporâneas sobre turismo do horror (dark tourism).


4. Deslocamento do medo: do sobrenatural para o social

O texto faz algo muito interessante: o perigo não está dentro da casa, mas fora dela.

  • bêbados gritando o nome de Ronald DeFeo,

  • invasões,

  • pessoas estacionando apenas para “olhar”.

O medo, aqui, é urbano e social, não paranormal. O sobrenatural é tratado quase como um ruído cultural que perdeu potência diante da repetição midiática.


5. O Halloween como ritual de dessacralização

A festa de Halloween organizada pelos Cromarty funciona simbolicamente como:

  • um ritual de dessacralização do espaço;

  • uma tentativa de reapropriação doméstica;

  • e uma forma de afirmar normalidade frente ao mito.

Ao transformar a casa em cenário de festa, bebida e fantasias, os anfitriões retiram o controle simbólico da narrativa do horror.

É uma inversão poderosa: o local do medo vira local de sociabilidade.


6. Celebridades locais e cultura pop

A presença de Suzy Chafee, garota-propaganda do ChapStick, reforça a fusão entre:

  • horror,

  • consumo,

  • publicidade,

  • e espetáculo.

Amityville já não pertence ao oculto, mas ao entretenimento. O comentário “todo mundo é tão simpático” soa quase como uma negação performática do mito.


7. O porco de olhos vermelhos: o mito residual

O texto menciona o famoso “porco de olhos vermelhos”Jodie — apenas de passagem, quase com ironia. Ele aparece:

  • como lenda persistente,

  • mas já esvaziada de terror real,

  • restrita à imaginação de quem observa de fora da cerca.

Isso revela como o mito começa a perder centralidade, sobrevivendo apenas como curiosidade folclórica.


8. As crianças e a quebra final do medo

A cena final, com duas meninas pedindo doces e recebendo M&M’s, é crucial:

  • encerra a matéria com um gesto de normalidade absoluta;

  • desmonta o discurso do horror;

  • transforma a casa em mais um ponto do circuito do Halloween.

A fala da adolescente Wendy Moore — “não temos medo de entrar lá” — sela o texto com uma declaração geracional: o mito já não assusta quem cresceu com ele.


9. Leitura crítica geral

A matéria não tenta provar nem refutar o sobrenatural. Seu verdadeiro tema é outro:

o esgotamento do medo quando o horror vira produto cultural.

Amityville, em 1979, já é menos um mistério e mais um objeto de consumo simbólico, algo que ecoa diretamente em discussões atuais sobre true crime, franquias de terror “baseadas em fatos reais” e a diluição do impacto emocional pelo excesso de exposição.


terça-feira, abril 21, 2026

100 melhores filmes de terror segundo a crítica

the GOLEM (1920)


🕯️ Origens e expressionismo

  1. The Cabinet of Dr. Caligari (1920) – Robert Wiene

  2. Nosferatu (1922) – F. W. Murnau

  3. Häxan (1922) – Benjamin Christensen

  4. The Golem (1920) – Paul Wegener

  5. Faust (1926) – F. W. Murnau


🩸 Clássicos universais (anos 30–40)

The Wolf Man (1941) – 


  1. Dracula (1931) – Tod Browning

  2. Frankenstein (1931) – James Whale

  3. The Bride of Frankenstein (1935) – James Whale

  4. The Wolf Man (1941) – George Waggner

  5. Cat People (1942) – Jacques Tourneur

  6. I Walked with a Zombie (1943) – Jacques Tourneur


🧠 Terror psicológico clássico

peeping_tom


  1. Vampyr (1932) – Carl T. Dreyer

  2. Psycho (1960) – Alfred Hitchcock

  3. Peeping Tom (1960) – Michael Powell

  4. Eyes Without a Face (1960) – Georges Franju

  5. The Innocents (1961) – Jack Clayton

  6. Repulsion (1965) – Roman Polanski

  7. Rosemary’s Baby (1968) – Roman Polanski

  8. Don’t Look Now (1973) – Nicolas Roeg


🧛‍♂️ Gótico europeu e Hammer

KILL, BABY... KILL! 


  1. Horror of Dracula (1958) – Terence Fisher

  2. The Devil Rides Out (1968) – Terence Fisher

  3. Black Sunday (1960) – Mario Bava

  4. The Whip and the Body (1963) – Mario Bava

  5. Blood and Black Lace (1964) – Mario Bava

  6. Kill, Baby… Kill! (1966) – Mario Bava


🌲 Folk horror

Blood on Satan


  1. Witchfinder General (1968) – Michael Reeves

  2. Blood on Satan’s Claw (1971) – Piers Haggard

  3. The Wicker Man (1973) – Robin Hardy

  4. Viy (1967) – Ershov / Kropachyov

  5. The White Reindeer (1952) – Erik Blomberg


🔪 Giallo e horror italiano

Lizard in a Woman’s Skin 


  1. Deep Red (1975) – Dario Argento

  2. Suspiria (1977) – Dario Argento

  3. Inferno (1980) – Dario Argento

  4. Tenebrae (1982) – Dario Argento

  5. Don’t Torture a Duckling (1972) – Lucio Fulci

  6. A Lizard in a Woman’s Skin (1971) – Lucio Fulci

  7. The House with Laughing Windows (1976) – Pupi Avati


🧟‍♂️ Horror moderno (anos 60–80)

The Texas Chain Saw Massacre 


  1. Night of the Living Dead (1968) – George A. Romero

  2. The Exorcist (1973) – William Friedkin

  3. The Texas Chain Saw Massacre (1974) – Tobe Hooper

  4. Jaws (1975) – Steven Spielberg

  5. Carrie (1976) – Brian De Palma

  6. Halloween (1978) – John Carpenter

  7. Dawn of the Dead (1978) – George A. Romero

  8. Alien (1979) – Ridley Scott

  9. The Shining (1980) – Stanley Kubrick


🩸 Corpo, gore e transgressão

The Beyond (1981) 


  1. Zombie (1979) – Lucio Fulci

  2. The Beyond (1981) – Lucio Fulci

  3. City of the Living Dead (1980) – Lucio Fulci

  4. The Fly (1986) – David Cronenberg

  5. Videodrome (1983) – David Cronenberg

  6. Scanners (1981) – David Cronenberg

  7. Possession (1981) – Andrzej Żuławski

  8. Eraserhead (1977) – David Lynch


🧠 Horror existencial e autoral

Funny Games


  1. The Vanishing (1988) – George Sluizer

  2. Funny Games (1997) – Michael Haneke

  3. Cure (1997) – Kiyoshi Kurosawa

  4. Pulse (2001) – Kiyoshi Kurosawa

  5. Antichrist (2009) – Lars von Trier

  6. The House That Jack Built (2018) – Lars von Trier


🩸 Horror erótico europeu

  1. Vampyros Lesbos (1971) – Jesús Franco

  2. Female Vampire (1973) – Jesús Franco

  3. A Virgin Among the Living Dead (1973) – Jesús Franco

  4. She Killed in Ecstasy (1971) – Jesús Franco

  5. Lips of Blood (1975) – Jean Rollin

  6. The Living Dead Girl (1982) – Jean Rollin


🌏 Horror asiático

  1. Kwaidan (1964) – Masaki Kobayashi

  2. Onibaba (1964) – Kaneto Shindō

  3. Kuroneko (1968) – Kaneto Shindō

  4. Ringu (1998) – Hideo Nakata

  5. Audition (1999) – Takashi Miike

  6. Noroi: The Curse (2005) – Kōji Shiraishi


🧠 Horror contemporâneo (anos 2000–2020)

  1. The Others (2001) – Alejandro Amenábar

  2. The Orphanage (2007) – J. A. Bayona

  3. Let the Right One In (2008) – Tomas Alfredson

  4. Martyrs (2008) – Pascal Laugier

  5. The Devil’s Backbone (2001) – Guillermo del Toro

  6. The Babadook (2014) – Jennifer Kent

  7. It Follows (2014) – David Robert Mitchell

  8. The Witch (2015) – Robert Eggers

  9. Get Out (2017) – Jordan Peele

  10. Hereditary (2018) – Ari Aster

  11. Midsommar (2019) – Ari Aster


🖤 Horror radical e recente

  1. Raw (2016) – Julia Ducournau

  2. Titane (2021) – Julia Ducournau

  3. Saint Maud (2019) – Rose Glass

  4. Under the Skin (2013) – Jonathan Glazer

  5. The Lighthouse (2019) – Robert Eggers


🧟‍♂️ Fechamento do cânone

  1. The Silence of the Lambs (1991) – Jonathan Demme

  2. The Blair Witch Project (1999) – Myrick / Sánchez

  3. The Sixth Sense (1999) – M. Night Shyamalan

  4. Who Can Kill a Child? (1976) – Narciso Ibáñez Serrador

  5. The Brood (1979) – David Cronenberg

  6. The Changeling (1980) – Peter Medak

  7. Invasion of the Body Snatchers (1978) – Philip Kaufman

  8. Don’t Look in the Basement (1973) – S. F. Brownrigg

  9. The Omen (1976) – Richard Donner

  10. The Haunting (1963) – Robert Wise

  11. Angel Heart (1987) – Alan Parker

  12. The Devil Rides Out (1968) – Terence Fisher