quarta-feira, janeiro 28, 2015

O amor


O Amor é Velho-Menina Tom Zé

"O amor é trilha
De lençóis e culpa
Medo e maravilha."
(Tom Zé)

Vanja Orico

Morreu hoje, no Rio, aos 85 anos, a cantora, atriz e cineasta Vanja Orico. Acometida por Alzheimer, ela ainda lutava contra um câncer de intestino e estava internada desde o dia 11 de janeiro. Ficou famosa em 1953 em O Cangaceiro, de Lima Barreto. Trabalhou com Frederico Fellini em Luci del Varietá (Mulheres e Luzes). Foi presa e torturada depois de interromper a ação de policiais durante o enterro do estudante Édson Luiz, morto pela repressão militar. Aqui, capa de um Cd autografado por ela quando a entrevistei para a rádio 107 FM em Petrópolis, em 1994.

Ana Cristina



Minha sobrinha Ana Cristina em 1978. Porta
da Igreja São Judas Tadeu - Mosela - Petrópolis - RJ

segunda-feira, janeiro 26, 2015

sexta-feira, janeiro 23, 2015

Bakunin


Charles Bukowski

“As pessoas em geral são muito melhores por cartas que em carne e osso. Elas se parecem muito com os poetas”
- Charles Bukowski

Sinceridade

“Um aeroporto já viu mais beijos sinceros que um casamento. Hospitais já ouviram mais orações sinceras do que várias igrejas.”
- Desconhecido.

Sean Wilhelm.

“Ingênuo era eu, que recebia marteladas e procurava melodia nas batidas.”
- Sean Wilhelm.

Fabrício Carpinejar.

“Quando a gente gosta, a gente começa emprestando um livro, depois um casaco, um guarda-chuva, até que somos mais emprestados do que devolvidos. Gostar é não devolver, é se endividar de lembranças.”
 Fabrício Carpinejar.

Clarice Lispector.

“Já caí inúmeras vezes achando que não iria me reerguer, já me reergui inúmeras vezes achando que não cairia mais.”
- Clarice Lispector.

José Saramago


Lindsay Wagner & Lynda Carter

Quando a Mulher Biônica encontra a Mulher Maravilha (Lindsay Wagner & Lynda Carter)

Taiguara


Pena de morte


Pena de morte
F. Ponce de León
Nesta sala, onde a pena de morte vive,
ouço as batidas compassadas do teu coração
pulsante e inocente.
Vejo a espuma branca e espessa
que escorre pelo canto da tua boca retorcida.
E penso nas brincadeiras de quando éramos crianças...
Usando saliva para fazer bolinhos
de terra ou limpar os joelhos ralados.
(Será que ainda pensas nisso?)
E nos dias de bicicleta na chuva.
De ruas escorregadias e janelas fechadas.
Dias compridos e agora tão distantes.
Tudo isso (e muito mais)
deve zunir e borbulhar em tua cabeça.
Enquanto teus olhos cinzentos
arregalam-se em derradeira despedida
dessas paredes mofadas.
Paredes que testemunharão
o fim dos teus sonhos,
depois que te assarem o cérebro.
De um jeito bem parecido
ao que nos acostumamos a fazer com os ovos.

Os Filhos Dos Dias - Eduardo Galeano

Soledad, a neta de Rafael Barrett, costumava recordar uma frase do avô:
- Se o Bem não existe, é preciso inventá-lo.
Rafael, paraguaio por escolha própria, revolucionário por vocação, passou mais tempo na cadeia que em casa, e morreu no exílio. 
A neta foi crivada a balas no Brasil, no dia de hoje de 1973.
O cabo Anselmo, marinheiro insurgente, chefe revolucionário, foi quem a entregou.
Cansado de ser perdedor, arrependido de tudo o que acreditava e gostava, ele delatou um por um por um seus companheiros de luta contra a ditadura militar brasileira, e os despachou para o suplício ou o matadouro.
Soledad, que era sua mulher, ele deixou para o fim.
O cabo Anselmo apontou o lugar onde ela se escondia e foi-se embora.
Já estava no aeroporto quando ouviram-se os primeiros tiros.
(do livro Os Filhos Dos Dias - Eduardo Galeano)

Fiodór Dostoiévski

“Busco um instante feliz que justifique minha existência.”
Fiodór Dostoiévski

Os Filhos Dos Dias - Eduardo Galeano

Em 1736, nasceu o escocês James Watt. Dizem que ele não inventou a máquina a vapor, mas em todo caso foi ele quem soube desenvolvê-la, sem maiores pretensões, e numa oficina modesta engendrou a fonte de energia da revolução industrial. A partir de então, daquela máquina nasceram outras máquinas, que transformaram os camponeses em operários, e num ritmo de vertigem o dia de hoje se fez amanhã e o dia de ontem foi mandado para a pré-história. 
(Os Filhos Dos Dias - Eduardo Galeano)

Jesus na Coxinha

Ernesto Hernandez estava prestes a levar para a boca o pedaço de peito de frango empanado quando notou que havia algo “especial” nele. Ernesto disse ter encontrado uma imagem de “Jesus” no frango. “Todos que o veem dizem que é Jesus sem eu dizer nada a eles. Eu não quero dizer que se parece com Jesus, mas é a personificação do que as pessoas pensam que ele seja. Minha irmã, que é mais cínica, disse que se parece com Charles Manson” 
(via http://www.umsabadoqualquer.com)

Maringá, ano 2000

Do fundo do baú: No ano 2000, a dupla Miguel Grillo e João Alves Correa comandou a prefeitura, logo depois da saída de Jairo Gianoto. Na foto, de Henri Jr., os dois são entrevistados por Elaine Utsunomiya Ogasawara(Jornal do Povo), Liliana Mello (CBN), Marcelo Bulgarelli (O Diário) e Ariana Batsheva Zahdi (Jornal Hoje).

Burocracia

A burocracia é uma forma sutil de ditadura. E quando nosso trabalho torna-se burocrático, o que somos?
(Marcelo Bulgarelli)

Os Filhos dos Dias, de Eduardo Galeano


Do livro Os Filhos dos Dias, de Eduardo Galeano, um calendário histórico poético






Eduardo Galeano

“Na parede de um botequim de Madri, um cartaz avisa: Proibido cantar. Na parede do aeroporto do Rio de Janeiro, um aviso informa: É proibido brincar com os carrinhos porta-bagagem. Ou seja: Ainda existe gente que canta, ainda existe gente que brinca.” - Eduardo Galeano

O segredo da Coca Cola


Terroristas


quinta-feira, janeiro 22, 2015

Ecos de Diane Lane

Diane Lane (Nova York, 22 de janeiro de 1965)

Foi casada (1988—1994) com Christopher Lambert, de quem tem uma filha, Eleanor. Em 2004, casou-se com Josh Brolin. É filha da cantora Colleen Farrington.































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Um dos filmes que marcaram minha adolescencia foi A Little Romance, Um Pequeno Romance, de George Roy Will. O filme é de 1979 e assisti no Cinema Petrópolis (hoje ainda preservado apesar de estar ocupado por uma igreja evangélica).
O filme foi o suficiente para que eu, aos 15 anos, descobrisse Lawrence Olivier, a música de Georges Deleure (ganhou o  Oscar) e me apaixonasse pela debutante Diane Lane. Aqui, temos o trailler do filme com a música de Georges Deleure, uma publicidade publicada no Jornal do Brasil na época do lançamento e Diane Lane, aos 13 anos, capa da revista Time. O filme já passou na Sessão da Tarde e hoje é raridade em DVD, Tudo isso no Bar do Bulga.