NOS ACOMPANHE TAMBÉM :

segunda-feira, fevereiro 09, 2026

Peter Cushing

Louco? Cientista diabólico? Não, ele é
SAINT PETER
nosso ilustre Convidado de Honra –
 típico de fanzines dos anos 70/80: mistura reverência, curiosidades biográficas e filmografia essencial, legitimando o ator como “santo padroeiro” do terror clássico.

Peter Cushing


“Uma lenda viva”

MATADOR DE VAMPIROS! CRIADOR DE MONSTROS! DOUTOR DA MORTE! Muitos são os títulos que têm sido dados ao grande Peter Cushing. É, portanto, com imenso prazer que o apresentamos como nosso Convidado de Honra no Festival Internacional de Filmes de Terror deste ano.
Para milhares de fãs, Peter Cushing é O ator de filmes de terror. Ele nasceu em 26 de maio de 1913, em Kent, Inglaterra. Construiu reputação sólida no teatro, televisão e cinema, tornando-se um dos intérpretes mais respeitados do mundo.
Através de suas atuações como Dr. Frankenstein, Van Helsing, Sherlock Holmes e dezenas de outros, Cushing encantou plateias do mundo inteiro.
Depois de anos retratando vilões, caçadores de monstros e heróis trágicos, Peter Cushing tornou-se, para os fãs de terror, quase um “santo”.  


“Por dentro de Peter Cushing”

Quem é esse homem? O que sabemos a seu respeito?
Embora tenha interpretado muitos personagens de coração negro, amigos e colegas descrevem Peter como bondoso e generoso. Christopher Lee costuma dizer: “Ele é um santo”. Robert Quarry o chama de “verdadeiro cavalheiro”. O prefeito de sua cidade chegou a chamá-lo de “escolha óbvia para ser prefeito de Hollywood”.
Sua gentileza contrasta com os papéis sombrios – prova de que o horror estava somente nas telas.


“Sua juventude”

Segundo a biografia oficial de Peter Cushing, ele nasceu em 26 de maio de 1913, em Kenley, Surrey (Inglaterra). Desde cedo amava o desenho e as artes dramáticas. Em 1939 mudou-se para os Estados Unidos e conseguiu seu primeiro trabalho importante em Hollywood com The Man in the Iron Mask.
Durante a Segunda Guerra Mundial, voltou para a Inglaterra, participou de teatro e TV, tornando-se nome familiar antes de se tornar ícone do cinema de terror nos anos 50.


“Uma estrela maior do que se esperava”

O grande marco de sua carreira veio com a Hammer: The Curse of Frankenstein (1957). Seu retrato do Dr. Frankenstein, frio e determinado, tornou-se referência definitiva. Seguiram-se sucessos como The Horror of Dracula (1958), The Brides of Dracula (1960) e The Hound of the Baskervilles (1959).

Enquanto Hollywood o via apenas como um ator de caráter, os fãs de terror o elevaram ao status de lenda. Sua parceria com Christopher Lee (Drácula) tornou-se um dos duelos mais icônicos do gênero

Nenhum comentário :