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quarta-feira, março 14, 2012

Botafoguenses

O paraibano artista Chico César não esconde a paixão pelo Botafogo e a semelhança
cada vez maior com o Grande Otelo 

Fábio Massalli



Massalli deixa O Diário do Norte do Paraná para assumir
um cargo público em Brasilia.

O reporter Fabio Massalli está deixando O Diário (Maringá).
 Ele passou em um concurso público e ainda nesta semana estará na capital federal. Vai pertencer ao quadro de funcionários da comunicação estatal.
Trabalhei com ele durante bons anos em O Diário. Cheguei a ser o seu editor  de cultura. Bons tempos e boas lembranças, como o dia em que ele foi com o fotografo Walter Fernandes fazer uma matéria no inacreditável circo do Vassourinha. Os dois voltaram com a famosa foto em que Massalli  perde o medo diante das facas.
Parabéns, amigo!  
Massalli   foi"voluntário"  no número do atirador de facas do rústico
 Circo do Vassourinha  

segunda-feira, março 12, 2012

Rock no Bar do Bulga


Presente para um bom inicio de semana. É rock no Bar do Bulga. Apesar de não ser especialidade da casa, optamos em oferecer um cardápio farto. É o que já rolou por aqui.  



01 The Who - Pinball Wizard
02 Deep Purple - Smoke On The Water
03 Iggy Pop - I Wanna Be Your Dog
04 Led Zepellin - Black Dog
05 Nirvana - Smells Like Teen Spirit
06-The Doors -Light My Fire
07 Rolling Stones - Gimme Shelter
08 The Clash - Should I Stay or Should I Go
09 Guns N' Roses - Sweet Child of Mine
10 The Beatles - Helter Skelter

11 Bachman-Turner Overdrive - Hold Back The Water
12 Derek & The Dominos - Layla
13 Gary Glitte- I Didn't Know I Loved You (Till I Saw...)
14 Heart - If Looks Could Kill
15 Rush - Tom Sawyer
16 Kiss - Rock & Roll All Nite (Live)
17 Left Side - Mamma Mia
18 Led Zepplin - Whole Lotta Love
19 Peter Frampton - Breaking All The Rules
20 The Hollies- Long Cool Woman (In A Black Dress)




Honório Silva, valente reporter cinematográfico da RPC Maringá, completa 39 anos nesta segunda-feira

sexta-feira, março 09, 2012

Momento Coió

efeito 3D

Titanic : A culpa foi do capitão, diz carta de sobrevivente

Via Carta Capital
Quase cem anos após afundar na noite de 14 de abril de 1912, o Titanic ainda é cercado por polêmicas e mistérios. O último deles a ser revelado pode mudar a história do capitão Edward Smith, um dos personagens-chave do naufrágio mais famoso do mundo – retratado em um filme com bilheteria mundial superior a 1 bilhão de dólares e dono de 11 Oscar.
Ao menos é o que sugere uma carta de Emily Richards, sobrevivente do naufrágio acolhida a bordo do Carpathia, navio que resgatou pessoas dos botes salva-vidas.
A jovem, à época com 24 anos, escreveu para a sua sogra dois dias após o naufrágio, e disse que Smith estava no salão do bar do Titanic bebendo na noite da colisão. Os livros de história apontam uma versão diferente, na qual ele teria sido acordado em sua cabine quando o navio bateu em um iceberg e bravamente decidiu afundar com a embarcação.


Segundo carta de sobrevivente, capitão estaria bebendo na noite do acidente.
 Foto: Reprodução do filme Titanic

Richards era passageira da segunda classe e viajava para encontrar o marido que havia imigrado para Ohio, nos Estados Unidos. Ela partiu de Southampton, na Inglaterra, para Nova York com os dois filhos, uma irmã, um irmão mais novo e sua mãe.
Após o navio bater em um iceberg, as mulheres da família e as crianças foram resgatadas por um bote salva-vidas, mas o irmão dela, George, foi uma das 1.522 vítimas do acidente.
Na carta escrita de Penzance, cidade portuária no Reino Unido, ela diz: “O Capitão estava no salão bebendo e deu ordem a outra pessoa para olhar o navio. Foi culpa do capitão.”
É sabido que Smith, de 62 anos, passou a noite do desastre em um jantar festivo no restaurante da primeira classe antes de retornar a sua cabine.
A jovem também escreveu uma segunda carta quando chegou a Nova York no Carpathia, que será leiloada juntamente com a outra por cerca de 20 mil libras (56 mil reais).
O leiloeiro Andrew Aldridge disse ao diário britânico Daily Mail que as emoções da passageira estavam à flor da pele, pois havia perdido um ente querido no acidente. “Ela deveria quer alguém para culpar e claramente escolheu o capitão.”
Segundo ele, até onde se sabe, não há outras testemunhas que colocam o capitão no salão bebendo na noite do naufrágio. “É contraditório, mas não se pode que ela estava lá. Isso dá uma perspectiva bem diferente dos fatos daquela noite.”
Aldridge lembra que o capitão foi inocentado pelo inquérito britânico sobre o desastre e há inúmeros esclarecimentos em que ele escolheu morrer ao afundar com seu navio.
Teorias sobre o naufrágio
A versão oficial aponta que o impacto com o iceberg abriu um buraco no casco do navio e inundou seus cinco primeiros compartimentos de água, um a mais que o planejado para resistir.
Diversas teorias alternativas para o desastre ainda são debatidas. Uma delas defende que o navio afundou ao se chocar contra um bloco de gelo submerso e não em um iceberg.

Acima, o filme Titanic de 1953 (na íntegra), muito melhor do que versão de 1997.


Outra diz que as pilhas de carvão usadas para acelerar o navio entraram em combustão sem chama e os engenheiros se desesperaram e as jogaram no forno, levando o navio a acelerar a níveis perigosos em águas repletas de icebergs.
Há espaço também para versões mais criativas, como a de que o navio nunca afundou, pois teria sido trocado pelo seu irmão Olympic em um elaborado plano para burlar a seguradora.
Nesta alternativa, um ano antes o Olympic se envolveu em um acidente e não havia seguro para cobrir os custos do concerto. Logo, para evitar um prejuízo, o navio foi disfarçado de Titanic e deliberadamente afundado para que a empresa pudesse receber o seguro.
O Titanic real teria vivido por mais 25 anos como o irmão gêmeo.
O culpado mais inusitado pela tragédia, segundo outra versão do acidente, teria sido uma múmia amaldiçoada. Passada de dono a dono, ela traria má sorte para a quem estivesse com ela. Um jornalista trouxe o “item” escondido no navio e deu no que deu.

quarta-feira, março 07, 2012

Discos Voadores no Paraná


Os primeiros registros de OVNI`s nos céus do Paraná

Por Jackson Camargo
O Estado do Paraná, já apresentava casos de contatos com naves e seres anos antes de eles serem comentados pela mídia. Um dos casos mais antigos ocorreu na região da Colônia Goio-bang, município de Pitanga, no interior dos estado. Corria o ano de 1947, mais precisamente no dia 23 de julho. Alguns topógrafos trabalhavam na região, quando ouviram um som bastante agudo. Pouco depois observaram um objeto, com aproximadamente 30 metros de diâmetro, de coloração acinzentada. O objeto apresentava seis tubos na fuselagem, de onde, aparentemente, saía o silvo.
O objeto não expelia fumaça alguma e apoiava-se sobre hastes recurvadas. Os topógrafos fugiram apavorados, ficando apenas um, chamado José Higgins, que decidiu observar melhor o objeto.
Higgins notou que havia uma janela no objeto, onde se viam duas pessoas. Pouco depois, abriu-se uma porta, de onde saíram duas pessoas com dois metros de altura. Estes seres vestiam uma espécie de escafandro, transparente que cobria todo o corpo, inclusive a cabeça. Nas costas havia um aparelho de metal, semelhante a uma mochila. Por baixo do escafandro, os seres vestiam calções, camisetas e sandálias. Higgens notou que os seres tinham aparência não humana. Apresentavam olhos grandes, cabeça redonda, maior que o normal, não possuíam barba, nem cabelos e suas mãos eram compridas. Os seres se comunicavam através de uma linguagem desconhecida, que era muito sonora. Higgens notou que dentro do objeto permaneceu um terceiro ser.
Segundo a testemunha, os alienígenas se movimentavam com agilidade e leveza. Em dado momento, um dos seres, que portava um pequeno tubo de metal, apontou para a testemunha, indicando que ela entrasse no aparelho. Um dos seres começou a desenhar no chão para indicar à Higgens onde seria ele levado. O desenho consistia em sete círculos concêntricos. O alienígena apontou para o ponto central do desenho dizendo: Álamo. Depois apontou para o sétimo círculo dizendo: Orque. Comparando o desenho ao Sistema Solar, teríamos o ponto central como o Sol e o sétimo círculo como a órbita do planeta Urano. A testemunha, então, retirou uma foto da sua esposa, que estava em sua carteira, dizendo através de gestos que queria buscá-la. Os alienígenas concordaram. A testemunha se escondeu em uma moita, de onde passou a observar os estranhos seres. Higgens notou que os seres davam grandes saltos e atiravam grandes pedras a grandes distâncias. Algum tempo depois, os seres entraram no aparelho que decolou, seguindo para o norte.
Este caso ocorreu apenas 29 dias depois do célebre avistamento de Kenneth Arnold, nos Estados Unidos. Naquela época não se falavam em OVNI`s, ou seres extraterrestres.

MARINGÁ
Anos mais tarde, um novo caso chamou a atenção da comunidade ufológica brasileira. Este caso ocorreu na cidade de Maringá, na noite de Sexta feira 13 de abril de 1979. Um jovem eletricista, de 21 anos, chamado Jocelino Mattos, sofreu uma abdução após o avistamento de um objeto luminoso. O irmão de Jocelino, Roberto Carlos, foi quem observou o objeto pela primeira vez. Ambos perceberam que o objeto os acompanhava, o que os deixou bastante assustados.
Quando chegaram a uma esquina sentiram uma estranha sensação. Eles, então, começaram a correr na direção de uma árvore existente num campo nas proximidades. Eles se sentiram impelidos por uma força estranha a seguir nesta direção. O caminho que eles tomaram era contrário ao que tomariam para ir para casa.
Quando chegaram na árvore uma força estranha jogou-os ao chão. Neste momento um objeto voador se posicionou a uns quinze metros de distância, flutuando silenciosamente. Jocelino lembra-se de Ter visto o objeto próximo e uma voz que lhe dizia ’a missão não está terminada, nós voltaremos’ . Os dois irmãos foram para casa caminhando com dificuldade. Eles estavam sujos, e com muita fome. Suas pernas estavam fracas e trêmulas. Na casa, os familiares estavam preocupados. Jocelino e Roberto Carlos não conseguiram lembrar de mais nada além disso.
Na mesma noite, diversas pessoas avistaram objetos estranhos sobre a região. Isto chamou a atenção de pesquisadores que começaram a investigar o caso.
Uma série de regressões hipnóticas constatou que Jocelino foi levado a uma nave alienígena, enquanto seu irmão permaneceu inconsciente na grama. Dentro na nave, Jocelino foi submetido a variados exames médicos. Foi extraído sangue, cabelos e tecidos. Foi extraído sêmen, através de um instrumento de sucção. O material coletado ficou em uma espécie de pacote de plástico. Pouco depois, uma mulher entrou na sala. Após uma relação sexual, a alienígena falou: “A semente viverá”.
Através de telepatia, Jocelino recebeu diversas informações sobre a vida, guerras, etc,. Este caso não é único na região. Voltando no tempo alguns anos antes, em 16 de junho de 1963, seres de aproximadamente 1,50 metros de altura foram observados na cidade de Maringá, ao lado de um OVNI que tinha formato de chapéu. Sua cor era azul e tinha aparência metálica. Alguns anos mais tarde, um motorista, que sofria de miopia, teve sua visão restaurada após a observação de uma nave extraterrestre.
Em São Jorge do Ivaí, aproximadamente 30 quilômetros de Maringá, apareceram diversos círculos no solo. Um dos círculos encontrados na ocasião tinha aproximadamente 30 metros de diâmetro e apresentava três orifícios de aproximadamente 10 cm de largura, por aproximadamente 10 de largura. Próximo a este havia um segundo círculo, onde a soja apresentava-se seca. Coincidência ou não, vários aparelhos de televisão de casas da região e terminais de computadores da COCAMAR local apresentaram problemas. Em outra fazenda, foi encontrado um terceiro círculo, com aproximadamente 14 metros de diâmetro, que apresentava um orifício no centro, que media 10 cm de largura, por 5 de profundidade.
Um quarto círculo foi encontrado em outra fazenda. Nesta caso o círculo tinha 14 metros de diâmetro, e apresentava um orifício no centro. Outros dois círculos foram encontrados em outra região, seguindo o mesmo padrão. Segundo o pesquisador Carlos Machado (CIPEX), que pesquisou os círculos, em todos os orifícios foi constatado forte interferência magnética, que faziam com que a agulha de uma bússola girasse continuamente.

Na cidade de Pato Branco, no sul do estado, também foi encontrado um círculo de soja queimada, aproximadamente na mesma época.
Em Curitiba e região metropolitana também são registrados casos interessantes. No ano de 1972, um pequeno e estranho ser foi observado em Curitiba. Ele possuía cabelos amarelos, boca fina e nariz e ouvidos como buracos.
Da mesma forma, seres humanóides foram observados em Curitiba, no ano de 1977. Nesta ocasião, um objeto de formato discoidal pousou no antigo aeroporto do Bacacheri. Deste objeto, saíram alguns seres humanóides, que seguiram em direção a um hangar onde havia um avião particular. Tais seres conseguiram retirar o avião do hangar, puxando-o para fora, como se quisessem estudá-lo. Os vigias do aeroporto, ao perceberem o que se passava, soaram um alarme, assustando os seres, que regressassem ao disco, que decolou logo em seguida.
Um caso muito interessante ocorrido na cidade foi o de um cinegrafista que gravava um comercial para uma emissora de televisão. Ele filmava um boneco de vento, tendo ao fundo as montanhas da serra do mar e um céu azul bastante limpo. Quando filmava, o cinegrafista não percebeu nenhuma movimentação no céu, mas ao assistir o vídeo gravado percebeu que haviam três objetos voadores que passaram por trás do boneco. Dois deles tinham formato esférico e um outro tinha formato de charuto. Tais objetos são idênticos a outros filmados no estado americano do Novo México (EUA).
Analisando o vídeo observamos que dois objetos esféricos voam de encontro ao objeto de formato de charuto. Analises profundas no vídeo, revelaram que um dos objetos esféricos era acompanhado por um outro menor, que realizava um movimento próprio ao redor do maior. Quanto ao objeto “charuto” este continha quatro estruturas em sua fuselagem.
Outro registro interessante foi obtido em 26 de dezembro de 1996, no final da tarde, no centro da cidade. Do alto de um prédio foram obtidas três fotografias de um objeto discoidal, que sobrevoava a cidade. O interessante é que podemos observar um dos prédios mais altos das cidade, ao fundo, sendo útil como ponto de referência. Ainda em Curitiba, podemos citar uma pequena onda ufológica ocorrida no final de 1999, onde diversas pessoas observaram luzes e objetos estranhos no céu.
Os principais avistamentos ocorreram nos meses de novembro e dezembro, sendo o período máximo desta onda entre 17 de novembro e 5 de dezembro.
Dentre os avistamentos ocorridos na ocasião, podemos citar o ocorrido na tarde de 6 de novembro, no bairro Capão Raso, em Curitiba, em que dois irmãos observaram um pequeno objeto prateado que voava sinuosamente, contra a direção do vento. O mesmo tipo de objeto foi observado alguns dias mais tarde, sobrevoando a mesma região da cidade. O objeto, que voava no sentido leste oeste, alterou sua trajetória, seguindo posteriormente para sul. Ele foi observado pelas testemunhas por aproximadamente 10 minutos.
Alguns dias antes, em 17 de novembro, houve um avistamento em uma cidade da região metropolitana. Em Piraquara, algumas pessoas observaram um objeto esférico, de intensa coloração vermelha, descer do céu, manobrar entre algumas nuvens e novamente subir em direção ao céu, até desaparecer de vista.
Mais tarde, no dia 29 de novembro, um estudante universitário observou um objeto semelhante a um cometa, de coloração dourada, sobrevoar o bairro Cristo Rei, em Curitiba, por volta das 7:00 da manhã. Segundo a testemunha, o objeto tinha o tamanho comparável ao de um boeing.
Em Ponta Grossa, no interior do estado, também temos registros bastante interessantes. Vale citar que a região é recordista em fotografias de OVNI`s. Em um campanha de arrecadação de fotos, grupos de pesquisas ufológicas da região conseguiram 85 fotos inéditas de objetos dos formatos mais variados, nas mais diversas situações.
Temos ainda informação sobre uma estranha marca encontrada em uma estrada da região. Tal marca tinha formato circular, parecendo ter sido calcinada. Próximo de Ponta Grossa, está a cidade de Carambeí. No mês de maio de 1995, um objeto bastante luminoso apareceu na região, nas proximidades da Represa dos Alagados. Era final de tarde quando alguns amigos, que jogavam futebol, avistaram uma luz, que manobrava pelas serras da região. As testemunhas, de inicio, pensaram tratar-se de um avião, visto que a região fica na rota de vôos comerciais.
Este objeto tinha formato arredondado, levemente ovalado, sendo, em comparação do tamanho da lua cheia. Parecia ter coloração semelhante ao grafite metálico, e ficou manobrando por uns 40 minutos pela região. Ela emitia uma luz que variava entre o alaranjado e o vermelho intenso. Em dado momento, o objeto aumentou seu brilho, colocando-se entre as nuvens, quando ocorreu algo como uma explosão. Uma intensa claridade vermelha formou-se, iluminando toda a região. Tal fenômeno assustou as testemunhas, que afirmam não ter havido ruído algum.
Após o imenso clarão, o objeto desapareceu. Ainda assustadas, as testemunhas resolveram seguir até a sede da fazenda, tomando uma estrada de aproximadamente um quilometro de extensão. Na estrada o misterioso objeto apareceu novamente, sendo desta vez, possível observar alguns detalhes. Segundo uma das testemunhas, o objeto, quando apareceu pela segunda vez, parecia um farol de milha, vindo de encontro a eles. A misteriosa luz, que vinha da região da represa, acendia e apagava, iluminava toda a região e não fazia qualquer tipo de ruído.
Em dado momento, ela sobrevoou um rio, que passa ao lado da estrada, assustando diversos pescadores. Este fenômeno foi presenciado por aproximadamente 30 pessoas da região, que afirmam que não foi a primeira vez que observaram algo do gênero. Caso semelhante ocorreu em Francisco Beltrão, no ano de 1996, quando uma família de agricultores observou durante vários minutos, um objeto semelhante a um foguete, que parecia explodir, emitindo intensa luz vermelha.
Em outra cidade do interior, Umuarama, cidade situada na região noroeste do estado, foi observado um objeto luminoso, que seguia em direção a um estádio de futebol. No momento da aparição, estava ocorrendo uma partida de futebol, e as luzes do estádio estavam acesas. Ao aproximar-se do estádio, o objeto luminoso apagou-se e não foi mais visto. Este caso ocorreu na noite de 17 de outubro de 1993. Um ano antes, ocorreu um incidente envolvendo aviões comerciais que voavam entre Curitiba e São Paulo. Estes aviões eram continuamente seguidos por objetos voadores não identificados.
Ao sul de Curitiba, temos a cidade da Lapa, onde misteriosas bolas de fogo foram observadas no mês de outubro de 1998. Testemunhas afirmam que o objeto era semelhante a um lagarto, pois apresentava cauda. Em um caso específico, uma das bolas de fogo parou sobre uma arvore, seguindo em direção a um pinheiro. Alguns dias após a aparição da bola de fogo, a árvore começou a secar.

Garrinha


Por Armando Nogueira


Driblar, tendo as pernas tortas – e driblar como ninguém – eis um mistério de Garrinha que eu não ouso explicar;
Driblar, tendo uma perna mais curta do que a outra – e driblar como ninguém- eis um mistério de Garrincha que tu não ousas explicar;
Driblar tendo um desvio na espinha dorsal – e driblar como ninguém – eis um mistério de Garrincha que ele não ousa explicar;
Driblar, tendo a bacia deslocada no sentido oposto ao desalinho das pernas – e driblar como ninguém – eis um mistério de garrincha que nos não ousamos explicar;
Driblar quase sempre para o mesmo lado, repetindo o gesto mil vezes para mil vezes afirmar-se negando o próprio conceito de drible- eis um mistério que não ousais explicar;
Driblar, como o já o vi driblar, tendo o ombro enfaixado, o braço imobilizado, a clavícula quase quebrada – e driblar como ninguém – eis um mistério e Garrincha que eles não ousam explicar;
Driblar – e driblar com tanta graça e naturalidade – eis um mistério de Garrincha que só Deus pode explicar.

Retrô



O Tivoli Park na Lagoa Rodrigo de Freitas, na Zona Sul do Rio, marcou a infancia de muita gente. Era o "grande parque" do Rio até a década de 80. Pertencia à família de Orlando Orfei, uma lenda do circo que pude entrevistar para o jornal O Diário (Maringá PR).
A decadencia do Tivoli começou com uma série de acidentes e incidentes. Como esse, registrado em 1994. A matéria é da Folha de São Paulo, publicada em 17 de março de 1994


O delegado Ivo Raposo, da 14ª DP, no Leblon, vai pedir esclarecimentos à direção do Tivoli Park (na Lagoa, zona sul) sobre um suposto caso de agressão e violência sexual contra uma menina de 11 anos na tarde de domingo, no interior do parque. A agressão sexual não foi registrada na delegacia.
S., mãe da garota S., moradoras no bairro de classe média alta do Jardim Botânico (zona sul), afirmou que a filha foi violentada por pelo menos quatro rapazes, dentro do Castelo das Bruxas, um brinquedo em forma de labirinto escuro decorado com figuras de horror. S. contou que a filha entrou no Castelo das Bruxas com uma prima de 12 anos e uma amiga de 13, e, quando chegou ao segundo corredor, foi agarrada e violentada.
O relações públicas do Tivoli, Geovani Rossi, disse que as três meninas o procuraram, na tarde de domingo, e contaram que uma delas havia sido violentada. Ele afirmou que mandou fechar o brinquedo e tentou localizar os rapazes.
S. foi examinada por seu pediatra, Sérgio Adeodato, na segunda-feira. Ele disse que a garota estava abalada psicologicamente, mas que só um laudo do IML poderia confirmar o estupro.



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terça-feira, março 06, 2012

WIN L. VAN DIJK

TIRADORES DE AREIA- ÓLEO SOBRE TELA DE   VAN DIJK

Ele foi nosso vizinho, na Mosela, em Petrópolis. Morava na rua Batista da Costa, pertinho da Major Sérgio, onde passei infancia e adolescencia. Minha mãe - também artista plástica - era um fã.
 Win Leendert Van Dijk, nasceu em Rotterdam, na Holanda, a 1o de junho de 1915. Veio ao mundo em plena 1 Guerra Mundial . E participou da 2 Grande Guerra quando perdeu as  duas pernas durante o conflito. Chegou ao Brasil em 1947. Estava com 32 anos de idade e escolheu Petrópolis devido ao clima frio. Era casado com Magaly com quem teve  três filhos: Ana Maria, Sybrandt e Luís. Van Dijk já tinha um filho,  Guilherme,  do primeiro casamento. Suas obras estão em coleções particulares,  galerias e museus (não se deve confundir com um homônimo também holandes  e que tem obras até na Masp).
Em Petrópolis, junto com Germano Valente, criou a Comac, obra de amparo aos menores de rua. Morreu em  27 de novembro de 1990, aos 75 anos de idade.
Lembro que certa vez, no Palacio de Cristal, Van Dijk apresentou o  coral Os Canarinhos de Petrópolis.  à uma personalidade alemã. Ela ficou tão emocionada que revelou: "Já vi muitos corais em toda a Europa, mas esse é um dos mais dignos de distinção".

A Radio Cultura AM Maringá

Fico sabendo pelo blog do Angelo Rigon  que a histórica Rádio Cultura AM de Maringá foi vendida para um grupo evangélico. Me lembrei de inúmeras matérias sobre a rádio, publicadas em O Diário. Abaixo, o texto, na íntegra,  do momento em que a Cultura foi para o grupo O Diário, em março de 2002.

Rádio Cultura AM, a mais antiga emissora de radiodifusão de Maringá, faz agora parte do grupo O DIÁRIO DO NORTE DO PARANÁ. Nesta semana a equipe formada por 16 funcionários registrados na “rádio do leão” teve o primeiro encontro com o presidente de O DIÁRIO, Franklin Vieira da Silva e os demais novos sócios da emissora.
Foi uma animada reunião, principalmente porque a nova direção só quer melhorar e não mudar o time vencedor da pioneira rádio maringaense. O clima de confraternização serviu para entrosar a equipe com a nova diretoria da rádio composta pelos sócios Patrícia Rodrigues Vieira da Silva, Josué Tadashi Endo, Michael Vieira da Silva e César Luis de Carvalho. Este último é o procurador de Rosey Rachael da Silva, vice-presidenta de O DIÁRIO.
Franklin elogiou a integridade e espírito de equipe dos funcionários e os tranquilizou ao garantir que o time será mantido. Aliás, ele não escondeu o carinho que sempre manteve pela emissora onde começou na carreira de locutor. “A única coisa que vai mudar é que eu vou toda hora falar no microfone”, brincou.

NO ESTÚDIO
A grande novidade é a construção de um novo estúdio dentro do parque gráfico de O DIÁRIO. Essa interação com o jornal, possibilitará total entrosamento entre as empresas. “Nós crescemos com o jornal e agora está na hora de crescermos junto com vocês”, disse César Luis de Carvalho. A “nova casa” será inaugurada, provavelmente, antes de agosto como um presente para a Rádio Cultura que completará 52 anos em 15 de julho.

A EQUIPE
Ao adquirir a Rádio Cultura, O DIÁRIO acabou também ganhando uma grande família. E muito experiente. Boa parte dos locutores é de veteranos o que vem mantendo a tradição da emissora. Em uma pesquisa, Top Mind, ela ficou em primeiro lugar como a mais lembrada por 75% dos entrevistados.
O filão explorado pela emissora, desde a sua origem, ainda é a música caipira e sertaneja. Reginaldo Nunes Ferreira, diretor comercial, vai continuar na frente da rádio junto com a nova diretoria. “Com toda humildade, temos muito que aprender com vocês”, disse Frank.

O TIME DA CULTURA
A Cultura também tem investido no esporte, acompanhando as partidas do Grêmio Maringá sob o comando de Ananias Rodrigues e a Equipe de Ouro. Também é bom conferir o Domingo Esportivo, das 13 às 19h30. O ouvinte é colocado no ar para opinar e dar o placar da jornada, podendo ganhar prêmios.
Mas vamos por partes. A programação começa bem cedo, às 5 horas com Toledo Sertanejo. Antonio Carlos de Toledo contabiliza 20 anos de Rádio Cultura e seu programa é uma miscelânea com músicas, ofertas de emprego, cotações do mercado agrícola, reclamações, críticas e muita informação.
Junto com ele aparece também o versátil repórter Advanil, o Marronzinho. Ele praticamente participa de todos os programas da emissora com flashes diretamente das ruas.
Na sequência, temos a Patrulha da Cidade, programa Rogério Ricco. Das 8 às 10 horas, os ouvintes participam de um dos programas mais polêmicos da cidade. Aqui, os casos policiais têm repercussão, mas a política e as notícias do dia a dia não são deixadas de lado.

TARDES DA CULTURA
Depois, tudo pronto para a primeira parte da Rádio Revista de Ivo Cunha com muitas informações e mensagens de otimismo. É uma hora de programa, entre 10 e 11 horas. A segunda parte, mais ampla, vai ao ar das 14 às 16 horas.
Na sequência, A Voz do Povo com Paulo Mantovani, de segunda à sábado, das 11 ao meio-dia. “São broncas, informações e até diversões. Tem sempre alguém para contar alguma coisa pra gente colocar no ar”. Uma das últimas novidades, por sinal, foi a participação de um vidente.
Na produção, Flávio Mantovani e o comentarista Antonio Vaccaro. São 19 anos de programa, sendo que quatro somente na Rádio Cultura. “Frank sempre foi um incentivador e fiquei muito contente em ele ter adquirido a emissora. Estou muito à vontade”, admitiu Mantovani.
E de meio-dia a uma da tarde, o torcedor tem encontro marcado na arquibancada de Ananias Rodrigues e a Equipe de Ouro durante a Marcha do Esporte. É uma preliminar diária do domingo esportivo da Cultura.

ELAS NA CULTURA
Mas as ouvintes não são deixadas de lado. Das 16 às 19 horas, Maria Cristina comanda Sertão na Cidade com muitos recados, receitas, simpatias, horóscopo, cuidados com a saúde e muita música de primeira.
Maria Cristina entrou para a Rádio Cultura em 1976 e trabalhava no departamento comercial. “O rádio AM abre essas possibilidades. Você acaba aprendendo um pouco de tudo”, admite
Essa versatilidade é confirmada pelo jovem Leonardo Pereira da Silva, ou Leonardo Filho, 19 anos, o comandante do Show da Tarde, das 13 às 14 horas. Começou como operador, teve sua chance e arrebentou no programa que fala de música, tevê, novelas e quadros como “de quem é essa voz?”.
No fim de noite, as atenções giram em torno de João Pereira, um veterano de 70 anos (42 só de rádio) que apresenta o melhor da música de raiz. Violeiro, o locutor tem um público fiel desde quando começou na Rádio Cultura, em 1960.

COMO TUDO COMEÇOU
A Rádio Cultura AM foi inaugurada no dia 16 de junho de 1951, na avenida Herval, por Samuel Silveira, na antiga frequência de 1.520 kHz com o prefixo ZYS-23. Um dos sócios era Joaquim Dutra que mais tarde, coincidentemente, fundou O DIÁRIO.
A potência era de apenas 100 watts. A Companhia Melhoramentos foi a grande incentivadora da empreitada. Um prédio teve que ser construído e a rádio funcionava com “motores” porque Maringá não possuía ainda luz elétrica.
Os programas sertanejos contavam com um auditório. O local, por ser o único espaço com iluminação artificial, era cedido para outros eventos como a criação da Associação Comercial e do Rotary Club.
Não existia gravador de fita. O único existente na época era em acetato. Assim, errar não era permitido. Mais tarde surgiu o gravador de arame, depois substituído pelo tape. Hoje as gravações são em cassete ou CD e se utiliza muito o computador. Na programação da época, o grande sucesso era o Clube do Caçula como Ivens Pacheco, nos domingos pela manhã. Muito popular também foi Ary de Lima, poeta maringaense que fazia um programa como Nhô Juca. O noticiário ficava por conta de Cal Garcia, advogado.
Outro fato marcante foi a transmissão do primeiro resultado eleitoral da cidade, em 1952, com a eleição do prefeito Villanova. Tudo foi irradiado diretamente de Mandaguari por meio de uma linha telefônica cedida pela Companhia Melhoramentos.

PIONEIRISMO
A Rádio Cultura foi a pioneira de uma série de outras emissoras que formaram a Rede Paranaense de Rádio. Samuel Silveira e Joaquim Dutra fundaram ainda outros órgãos de comunicação como “O Jornal de Maringá”, “Folha do Norte”. Silveira também fundou a TV Cultura. Em 1957, Carlos Piovezan Filho foi convidado para ingressar na rádio. Seis anos depois, foi a vez de Reginaldo Nunes.
Na mente de todos, principalmente dos ouvintes antigos, ainda se pode ouvir as palavras inaugurais: “Senhores, senhoras, esta é a ZYS-23, Rádio Cultura de Maringá em 1.520 kHz, inaugurando suas atividades”. E hoje se pode dizer: “senhoras e senhores, esta é a Rádio Cultura de Maringá, uma emissora do grupo O DIÁRIO DO NORTE DO PARANÁ”.
Foto O Diário, publicada em 29 de março de 1998 na Radio Cultura AM. O garotão é o Oséias Miranda. Ao lado, Edivaldo Ferreira, Rogério Rico e Ivo Cunha. Eu assinei a reportagem e Nelson Jaca Pupim fotografou.

Leif Garret



Leif Garret: tudo mudou 
Confesso: cheguei a comprar um disco de Leif Garret quando eu tinha ainda uns 15 anos. Ouvindo hoje, o disco é melhor do que se podia esperar de um ídolo teen. "I was made for dancin" foi o grande hit, mas tem muita reeleitura de rock antigo.
Garret foi um fenômeno em 1979. Teria sido namorado de uma então star da época, Brooke Shields.  Desapareceu na década de 80 e hoje tem  problemas com a justiça norte-americana devido as drogas. A vida agora é a liberdade vigiada e a detenção.
Capa do disco que comprei na época. Cheguei a esconde-la devido
a zoação dos colegas roqueiros, sobretudo devido aos trajes do cantor.  

domingo, março 04, 2012

Do Facebook do Antonio Roberto de Paula


Antonio Roberto de Paula escreveu:
E novamente a Academia comete injustiça. O brasileiro Marcelo Bulgarelli ficou de fora da premiação do Oscar, assim como Carlinhos Brown e Sergio Mendes. Como prêmio de consolação, o Bulga leva a réplica do Oscar, adquirido na 25 de Março. Calma, Marcelão, um dia você pisa naquele tapete vermelho, sobe no palco, recebe a estatueta e faz um belo discurso para celebridades embevecidas.