-
-
Essa reportagem circulou nos anos 1980 e foi publicada em 1983 pela revista Veja. Ficou famosa como exemplo de pseudociência jornalística. -
O chamado boimate (boi + tomate) nunca existiu de fato. A matéria saiu em veículos sérios (como a revista Veja) e acabou se tornando um caso clássico de desinformação ou má interpretação científica no Brasil.A fusão de células animais e vegetais para formar um organismo híbrido viável é biologicamente impossível.
-
-
Mesmo hoje, com biotecnologia avançada, conseguimos manipular genes, editar DNA (CRISPR), mas não criar um ser híbrido viável metade boi, metade tomate.
-
O texto menciona “frutos com 50% de proteína animal e 50% de proteína vegetal”, algo completamente sem base científica.
-
-
O artigo mistura conceitos reais da engenharia genética (como fusão celular, choques elétricos, cultura de células) com extrapolações irreais.
-
Promete vantagens como casca mais resistente, polpa mais nutritiva, valor proteico quarenta vezes maior — sem qualquer validação científica.
-
-
São citados nomes de cientistas com sonoridade germânica (Heine Müler, William Wimpey, Müler-McDonald), mas não existem registros acadêmicos deles nessas áreas.
-
Isso reforça a impressão de que a notícia era fabricada ou baseada em um mal-entendido.
-
-
-
O “boimate” virou um case de estudo em comunicação científica: como a mídia pode se enganar ao reportar avanços de laboratório sem checar fontes.
-
É frequentemente lembrado em cursos de jornalismo e biologia como exemplo de “fake news” científica antes da era da internet
A matéria mostra a importância da verificação rigorosa de informações científicas.
-
-
Mesmo grandes veículos podem cair em armadilhas quando buscam o inusitado e o sensacional sem consultar especialistas independentes.
Ciência
Fruto da carne
Engenharia genética funde animal e vegetal
Familiarizados com as delicadas estruturas das células, os cientistas que trabalham com engenharia genética conseguiram há quatro anos produzir microorganismos híbridos, originários de dois ou mais tipos distintos de células. O processo só funcionava, porém, para unir células de animais entre si ou vegetais com outras células vegetais. Agora, um ousado avanço, alcançado por dois biólogos da Universidade de Hamburgo, na Alemanha, fundiram pela primeira vez células animais e vegetais, originando um tomate com características de carne.
O criador da novidade foi o professor Heine Müler, auxiliado por seu colega William Wimpey, que frutificaram plantas de tomate com células musculares de boi. A experiência deu origem a frutos com uma casca mais resistente e de uma polpa muito mais nutritiva. Os “boimates” têm 50% de proteína vegetal e 50% de proteína animal. No todo, seu valor protéico é quase quarenta vezes maior que o dos tomates comuns.
“Esses tomates híbridos têm um futuro promissor como alimentação de pessoas e de animais”, diz Müler-McDonald. “Basta produzi-los em escala. Comercialmente a custa é baixíssima”.
“É possível imaginar-se um sanduíche McDonald’s com um tomate no qual já se colha um hambúrguer com gosto parecido com o do original, mas muito mais barato e nutritivo. E abre-se uma nova fronteira científica.”
Os biólogos alemães alertam que, além do valor natural, que impede a reprodução de indivíduos diferentes, “o que aconteceu foi uma quebra da barreira entre espécies diferentes”, diz Ricardo Brentani, engenheiro genético da Universidade de São Paulo. “Essa subversão é estimulante para todo pesquisador.”
Para chegar ao tomate especial, os dois cientistas valeram-se de um processo de fusão de núcleos de células, que inclui choques elétricos e calor. Assim, as membranas das células diferentes tornam-se compatíveis e se fundem. “Se isso se confirmar, representa um marco histórico na biologia”, diz Brentani. “Porque, até agora, a hibridização natural se restringia ao cruzamento de espécies vegetais próximas. Agora, a fusão foi conseguida entre seres totalmente diferentes.”
Com isso, talvez não esteja muito longe o tempo em que um híbrido animal-vegetal se torne um alimento rotineiro.
-
sábado, fevereiro 14, 2026
A grande fake news da década de 1980
sexta-feira, fevereiro 13, 2026
marchinhas de Carnaval
Esse disco é uma celebração visual da era de ouro das marchinhas de Carnaval no Brasil, apresentando uma estética vibrante e nostálgica. A imagem foca em bonecos de cabeçorra, típicos dos desfiles de rua tradicionais do Rio de Janeiro representando figuras clássicas como o rei, o palhaço e o índio.O texto na parte inferior da capa lista clássicos imortais do Carnaval brasileiro:
Aurora
Me Dá Um Dinheiro Aí
Índio Quer Apito
No canto inferior esquerdo, aparece o logotipo da CID (Companhia Industrial de Discos). Esta gravadora era muito conhecida por lançar coletâneas populares e séries de sucessos de Carnaval a preços acessíveis para o grande público.
"ABANDONAI TODA A ESPERANÇA, VÓS QUE AQUI ENTRAIS"
![]() |
| autor desconhecido |
O texto na imagem é uma referência à famosa inscrição na entrada do Inferno na obra "A Divina Comédia" de Dante Alighieri:
Sua imagem mostra:
"abandon all hope" (primeira linha)
"pe who enter" (provavelmente um corte de "ye who enter here" - segunda linha)
É uma das citações mais conhecidas da literatura mundial, alertando que aqueles que atravessam os portões do Inferno devem renunciar para sempre à esperança de salvação.
quinta-feira, fevereiro 12, 2026
El Petó de la Mort (O Beijo da Morte)
O El Petó de la Mort (O Beijo da Morte) é uma escultura de mármore localizada no Cemitério de Poblenou, em Barcelona, Espanha. Criada em 1930, a obra é uma das mais emblemáticas do cemitério e é frequentemente associada ao conceito de memento mori, representando a morte de forma poética e serena.
A escultura retrata um esqueleto alado beijando a testa de um jovem homem, que está deitado com os olhos fechados e uma expressão serena. A obra é notável pela sua habilidade técnica e pela maneira como transmite a ideia de que a morte não é algo a temer, mas uma parte natural da vida.
A autoria da escultura é atribuída a Jaume Barba, com a assinatura "J. Barba" presente na base da obra. No entanto, alguns estudiosos sugerem que o design pode ter sido obra de Joan Fontbernat, genro de Barba, que também era escultor. A peça foi encomendada pela família de Josep Llaudet Soler, um fabricante de tecidos que faleceu jovem, possivelmente ainda na adolescência. A inscrição na base da tumba contém um verso do poeta catalão Jacint Verdaguer, que reflete sobre a juventude perdida e a chegada da morte.
O El Petó de la Mort é frequentemente citado como uma das obras que inspiraram o filme O Sétimo Selo (1957), de Ingmar Bergman, especialmente pela representação da morte como uma figura tangível e pela interação simbólica com os vivos. A escultura também é um exemplo notável do estilo Art Déco aplicado à arte funerária, destacando-se pela sua estética refinada e pela emoção que transmite.
O Cemitério de Poblenou, fundado em 1775 e reconstruído em 1819 após ser destruído pelas tropas de Napoleão, é um local de grande valor histórico e artístico. Além do El Petó de la Mort, o cemitério abriga outras esculturas e mausoléus que refletem a riqueza cultural e artística de Barcelona.
Para quem visita Barcelona, o Cemitério de Poblenou oferece uma experiência única, combinando arte, história e tranquilidade. O El Petó de la Mort continua a atrair visitantes e fotógrafos de todo o mundo, sendo um testemunho da habilidade artística e da reflexão sobre a vida e a morte.
quarta-feira, fevereiro 11, 2026
Oakley Court
Oakley Court é um lugar com uma história rica, especialmente no mundo do cinema. Ele é mais conhecido por ser um dos cenários preferidos dos estúdios Hammer Films durante a era de ouro do cinema de terror britânico.
Localizado às margens do rio Tâmisa, em Windsor (Berkshire, Inglaterra), o Oakley Court é um imponente mansão vitoriana construída em 1859. Com sua arquitetura que mistura elementos neogóticos e neo-renascentistas, a mansão tem uma aparência que varia entre majestosa e ligeiramente ameaçadora – perfeita para os filmes que acabou abrigando.
O Oakley Court ganhou fama internacional como o "cenário definitivo" dos filmes de terror da Hammer Film Productions. A proximidade com os estúdios Bray Studios (a apenas 1,6 km de distância) tornou-o extremamente conveniente e barato para ser usado como locação.
Architetura Imponente: Suas torres, vitrais e interiores de madeira escura passavam perfeitamente a aura de um castelo assombrado ou uma mansão gótica da Europa Oriental.
Versatilidade: A propriedade foi usada para representar desde o exterior do Castelo de Drácula na Transilvânia até asilos sombrios e casas de famílias aristocráticas com segredos terríveis.
Economia: Era muito mais barato filmar nas dependências reais da mansão do que construir sets complexos nos estúdios.
Filmes Notáveis Filmados no Oakley Court
Os Clássicos de Terror da Hammer:
A Maldição de Frankenstein (1957) - Um dos filmes que lançou a era de ouro da Hammer.
Drácula (1958) - Estrelado por Christopher Lee como Drácula e Peter Cushing como Van Helsing. O Oakley Court foi o Castelo de Drácula.
A Múmia (1959)
O Cão dos Baskervilles (1959) - Representou a infame Mansão dos Baskerville.
As Noivas de Drácula (1960)
A Maldição do Werewolf (1961)
O Cult Absoluto: The Rocky Horror Picture Show (1975)
Sem dúvida, o filme que mais imortalizou o Oakley Court para o público moderno. A mansão foi usada como a mansão de Dr. Frank-N-Furter (Tim Curry), onde ocorrem a maioria dos eventos loucos do filme. Sua escadaria imponente se tornou icônica.Outros Filmes:
The Old Dark House (1963) - Um remake do clássico de terror de 1932.
A Lagoa Azul (1980) - A ilha paradisíaca do filme foi, na verdade, uma ilha no rio Tâmisa em frente ao Oakley Court.
A Filha de Drácula (1976) - Mais um clássico da Hammer.
Vários filmes de comédia da Carry On.
O Oakley Court Hoje
A era de ouro do cinema britânico chegou ao fim, e com ela, o uso frequente do Oakley Court como locação. A mansão passou por um grande processo de restauração e hoje funciona como um hotel de luxo de 4 estrelas, parte da rede Bespoke Hotels.
Os hóspedes podem se hospedar no mesmo local onde Drácula e Frank-N-Furter "viveram", desfrutar de jantares em seus salões históricos e até mesmo se casar lá. O hotel celebra com orgulho seu passado cinematográfico, com decoração que homenageia os filmes.
Fantasmas: Como toda boa mansão inglesa antiga, diz-se que o Oakley Court é assombrado. A lenda fala de uma "Dama de Cinza" que vagueia pelos corredores.
Jardins e Terreno: Os extensos jardins e a localização à beira do rio também foram amplamente utilizados nos filmes, criando uma atmosfera isolada e misteriosa.
terça-feira, fevereiro 10, 2026
Hammer Glamour
A expressão “Hammer Glamour” nasceu entre fãs e críticos para falar do carisma e do impacto visual das atrizes que brilharam nas produções da Hammer Film Productions, especialmente nas décadas de 1950 a 1970. A Hammer, estúdio britânico célebre por revitalizar o terror gótico com cores fortes e sensualidade insinuada, usava essas presenças femininas como contraponto ao sangue e às sombras.
![]() |
| Martine Beswick, Linda Hayden, Stephanie Beacham et Caroline Munro. Photo © Matt Gemmell 2012 |
🔎 Alguns pontos-chave sobre as “Hammer Glamour Girls”:
-
Símbolo de modernidade no terror gótico – Enquanto a Hammer atualizava Drácula, Frankenstein e Múmia, as personagens femininas ganhavam figurinos ousados, decotes marcantes e uma postura mais ativa do que se via no cinema de horror anterior.
-
Atrizes icônicas – Names como Ingrid Pitt (The Vampire Lovers, Countess Dracula), Caroline Munro (Dracula A.D. 1972, Captain Kronos), Barbara Shelley (Dracula, Prince of Darkness), Veronica Carlson (Frankenstein Must Be Destroyed), Martine Beswick e Valerie Leon se tornaram rostos emblemáticos.
-
Sex appeal + força dramática – Embora a publicidade explorasse a sensualidade, muitas dessas atrizes interpretaram personagens complexas: vítimas que resistem, vilãs sedutoras, heroínas que enfrentam monstros.
-
Marketing inteligente – Cartazes e revistas destacavam as “Hammer Glamour Girls” para atrair público jovem, numa época em que o cinema de terror competia com TV e mudanças culturais pós-anos 60.
-
Legado cult – Hoje, o termo é celebrado em livros, documentários e convenções de fãs, reconhecendo a importância dessas mulheres não só como “rostos bonitos”, mas como parte essencial da estética Hammer.
..jpg)
Ingrid Pitt
-
Filmes Hammer: The Vampire Lovers (1970), Countess Dracula (1971)
-
Por que marcou: A polonesa Ingrid Pitt trouxe magnetismo e sensualidade aos papéis de vampira, tornando-se ícone imediato da fase mais ousada da Hammer.
2. Caroline Munro-
Filmes Hammer: Dracula A.D. 1972 (1972), Captain Kronos: Vampire Hunter (1974)
-
Por que marcou: Beleza clássica, figurinos chamativos e uma presença física atlética que combinava bem com heroínas de ação.
3. Barbara Shelley-
Filmes Hammer: The Gorgon (1964), Dracula: Prince of Darkness (1966)
-
Por que marcou: Considerada “a rainha da Hammer”, alternava vulnerabilidade e autoridade, com interpretações consistentes e elegantes.
4. Veronica Carlson-
Filmes Hammer: Frankenstein Must Be Destroyed (1969), Dracula Has Risen from the Grave (1968)
-
Por que marcou: Look “girl next door”, mas carregado de dramaticidade, tornou-se um dos rostos mais reconhecíveis do ciclo tardio de Frankenstein e Drácula.
5. Martine Beswick-
Filmes Hammer: One Million Years B.C. (1966), Dr. Jekyll and Sister Hyde (1971)
-
Por que marcou: Presença carismática, olhar marcante e disposição para papéis fisicamente exigentes; também ex-Bond girl.
6. Valerie Leon-
Filmes Hammer: Blood from the Mummy’s Tomb (1971)
-
Por que marcou: Um dos destaques do último suspiro do terror Hammer clássico, interpretando a dualidade inocência/posseção com impacto visual.
7. Madeline Smith-
Filmes Hammer: The Vampire Lovers (1970), Taste the Blood of Dracula (1970)
-
Por que marcou: Beleza etérea e forte presença nos thrillers góticos; muito associada ao erotismo sugerido do período.
8. Hazel Court-
Filmes Hammer: The Curse of Frankenstein (1957), The Man Who Could Cheat Death (1959)
-
Por que marcou: Um dos primeiros rostos femininos da fase de ouro da Hammer; aura elegante, performances intensas.
9. Yvonne Monlaur-
Filmes Hammer: The Brides of Dracula (1960), The Terror of the Tongs (1961)
-
Por que marcou: Aparência angelical e delicada, mas com energia dramática que cativava.
10. Susan Denberg-
Filmes Hammer: Frankenstein Created Woman (1967)
-
Por que marcou: Beleza estonteante e personagem trágica, símbolo da virada “romântica” na abordagem de Frankenstein.
- 11 Yutte Stensgaard
-
Origem: Dinamarquesa, nascida em 1946, radicou-se cedo no Reino Unido.
-
Hammer: Tornou-se cult ao protagonizar Lust for a Vampire (1971), segundo capítulo da trilogia “Karnstein” da Hammer. Viveu Mircalla/Carmilla, vampira sensual num internato feminino, reforçando a virada mais ousada do estúdio no início dos anos 70.
-
Estilo: Mistura de ingenuidade com erotismo, presença de tela forte e look “européia chic”. Depois do filme, trabalhou um pouco em TV britânica (Doctor in the House, The Saint), mas afastou-se do cinema ainda nos anos 70.
- 12 Kate O’Mara
-
Origem: Inglesa (1939-2014), conhecida também por carreira longa na TV.
-
Hammer: Esteve em The Vampire Lovers (1970) como Carmilla/Mircalla numa pequena participação e em Horror of Frankenstein (1970) como Alys, personagem de forte apelo sensual.
-
Depois da Hammer: Tornou-se rosto recorrente de séries britânicas (The Brothers, Doctor Who como The Rani, Triangle) e ganhou projeção internacional em Dynasty (anos 80). Sempre carregou a imagem de “femme fatale” elegante e irônica.
🔹13 Julie Ege -
-
Origem: Norueguesa (1943-2008), modelo e atriz.
-
Hammer: Ficou conhecida por Creatures the World Forgot (1971), sucessor espiritual de One Million Years B.C. – pouca fala, muito impacto visual nos cartazes. Também fez Legend of the 7 Golden Vampires (1974), coprodução Hammer/Shaw Brothers.
-
Perfil: Beleza exótica, presença magnética, consolidou-se como símbolo de “glamour pré-histórico” da Hammer. Seguiu em filmes europeus de gênero e trabalhos ocasionais de TV até os anos 80.
- 14 Lalla Ward
-
Nome completo: Sarah Ward (Lalla é apelido de infância)
-
Origem: Nascida em 1949, em Londres; filha de um aristocrata britânico, teve formação artística e inclinação precoce para atuação.
-
Hammer: Participou de Vampire Circus (1972), um dos últimos grandes títulos da produtora no início da década de 70. Viveu Helga, jovem presa no vilarejo dominado por vampiros e pelo circo sinistro. Apesar de não ser papel de protagonista, Lalla trouxe frescor juvenil e dramatismo convincente ao filme.
- 15 Victoria Vetri
-
Origem: Nascida em 1944, em Los Angeles (de ascendência italiana). Também usou o nome artístico Angela Dorian.
-
Trajetória inicial: Modelo e atriz de TV nos anos 1960; eleita Playmate of the Year em 1968, o que projetou sua imagem internacionalmente.
-
Hammer: Seu filme mais ligado ao estúdio é When Dinosaurs Ruled the Earth (1970), produção Hammer que surfou no sucesso de One Million Years B.C.. Victoria interpretou Sanna, a mulher pré-histórica que vive um romance em meio a clãs rivais e criaturas stop-motion de Jim Danfort
-
Em 2010 enfrentou grave problema judicial ao ser acusada de atirar no então marido, fato amplamente noticiado. Cumpriu pena e, depois de anos, obteve liberdade condicional. Esses episódios acabaram eclipsando a carreira artística, embora ela mantenha status cult entre colecionadores e fãs da Hammer.
16 Maxine Audley
A inglesa Maxine Audley (1923 – 1992) teve uma carreira sólida no teatro e no cinema britânico, e acabou entrando para a história do terror por uma breve, mas marcante, passagem pela Hammer.- Na Hammer sua colaboração se dá em:The Phantom of the Opera (1962) – dirigida por Terence Fisher. Maxine Audley faz Lattimer, personagem secundária mas com presença, num filme que mistura gótico e melodrama musical, típico do estúdio.
- (1954-1994) não foi propriamente um “rosto recorrente” da Hammer, mas fez parte do cinema britânico de horror/fantasia no começo dos anos 1970 e acabou lembrada pelos fãs do estúdio
- Vampire Circus (Hammer, 1972) – seu crédito de horror mais notório. Faz Dora Mueller, jovem de aldeia aterrorizada quando um circo sinistro chega trazendo de volta a maldição de um vampiro. O filme, dirigido por Robert Young, é um dos títulos mais estilizados da Hammer pós-Drácula, com gore moderado e atmosfera de fábula.
- Na Hammer ela aparece uma única vez, mas os fãs de terror a associam ao estúdio por causa da popularidade cult de Vampire Circus.
- Casou-se em 1980 com o comediante e ator Peter Sellers, tornando-se sua quarta esposa. Sellers faleceu meses depois, deixando-a viúva aos 26 anos, situação que gerou intensa atenção midiática.
- 18 Suzanna Leigh
- (1945 – 2017) foi uma das atrizes britânicas mais associadas ao glamour pop e ao cinema de gênero dos anos 1960, transitando entre aventura, terror gótico e até um clássico musical de Elvis.
- Fase Hammer / Terror britânicoThe Deadly Bees (1967, Amicus) – embora não seja Hammer, marcou seu primeiro mergulho em horror, vivendo a cantora pop assombrada por um enxame assassino.Lust for a Vampire (1971, Hammer)** – vive Janet Playfair, professora do colégio feminino onde ocorre a trama vampiresca. Filme dirigido por Jimmy Sangster, parte do ciclo “Karnstein” que inclui The Vampire Lovers e Twins of Evil.
20 - Jenny Hanley
- A inglesa Jenny Hanley (n. 15 de agosto de 1947, Gerrards Cross, Buckinghamshire) é um rosto muito querido dos fãs do cinema de gênero britânico dos anos 1960/70, especialmente por sua ligação com a Hammer Films e sua carreira como apresentadora de televisão.
Ficou conhecida no universo cult ao estrelar:
-
Scars of Dracula (1970, Hammer) – interpretou Sarah Framsen, interesse romântico de Paul (Christopher Matthews). Divide cenas com Christopher Lee, num dos Dráculas mais violentos da Hammer.
-
On Her Majesty’s Secret Service (1969, James Bond) – aparece como uma das “angel faces” no esconderijo de Blofeld.
-
-
-
segunda-feira, fevereiro 09, 2026
Peter Cushing
![]() |
| típico de fanzines dos anos 70/80: mistura reverência, curiosidades biográficas e filmografia essencial, legitimando o ator como “santo padroeiro” do terror clássico. |
“Uma lenda viva”
MATADOR DE VAMPIROS! CRIADOR DE MONSTROS! DOUTOR DA MORTE! Muitos são os títulos que têm sido dados ao grande Peter Cushing. É, portanto, com imenso prazer que o apresentamos como nosso Convidado de Honra no Festival Internacional de Filmes de Terror deste ano.Para milhares de fãs, Peter Cushing é O ator de filmes de terror. Ele nasceu em 26 de maio de 1913, em Kent, Inglaterra. Construiu reputação sólida no teatro, televisão e cinema, tornando-se um dos intérpretes mais respeitados do mundo.Através de suas atuações como Dr. Frankenstein, Van Helsing, Sherlock Holmes e dezenas de outros, Cushing encantou plateias do mundo inteiro.Depois de anos retratando vilões, caçadores de monstros e heróis trágicos, Peter Cushing tornou-se, para os fãs de terror, quase um “santo”.
“Por dentro de Peter Cushing”
Quem é esse homem? O que sabemos a seu respeito?Embora tenha interpretado muitos personagens de coração negro, amigos e colegas descrevem Peter como bondoso e generoso. Christopher Lee costuma dizer: “Ele é um santo”. Robert Quarry o chama de “verdadeiro cavalheiro”. O prefeito de sua cidade chegou a chamá-lo de “escolha óbvia para ser prefeito de Hollywood”.Sua gentileza contrasta com os papéis sombrios – prova de que o horror estava somente nas telas.
“Sua juventude”
Segundo a biografia oficial de Peter Cushing, ele nasceu em 26 de maio de 1913, em Kenley, Surrey (Inglaterra). Desde cedo amava o desenho e as artes dramáticas. Em 1939 mudou-se para os Estados Unidos e conseguiu seu primeiro trabalho importante em Hollywood com The Man in the Iron Mask.Durante a Segunda Guerra Mundial, voltou para a Inglaterra, participou de teatro e TV, tornando-se nome familiar antes de se tornar ícone do cinema de terror nos anos 50.
“Uma estrela maior do que se esperava”
O grande marco de sua carreira veio com a Hammer: The Curse of Frankenstein (1957). Seu retrato do Dr. Frankenstein, frio e determinado, tornou-se referência definitiva. Seguiram-se sucessos como The Horror of Dracula (1958), The Brides of Dracula (1960) e The Hound of the Baskervilles (1959).
Enquanto Hollywood o via apenas como um ator de caráter, os fãs de terror o elevaram ao status de lenda. Sua parceria com Christopher Lee (Drácula) tornou-se um dos duelos mais icônicos do gênero.
domingo, fevereiro 08, 2026
"Escrete – Estratégia, Habilidade e Sorte no Futebol"
O jogo de tabuleiro "Escrete – Estratégia, Habilidade e Sorte no Futebol", um item clássico de colecionador lançado pela Grow em 1982 e hoje vendido por até R$1.500 no Mercado livre e objeto de leilões.
O jogo é notável por ter sido idealizado pelo Chico Buarque, refletindo sua conhecida paixão pelo futebol.
De acordo com o texto da caixa assinado pelo Chico, o jogo foi criado na Itália durante um período em que ele, "evidentemente, não tinha mais o que fazer" (referindo-se ao seu período de exílio).
O texto de apresentação mantém o tom irreverente de Chico, mencionando que as regras estão lá "para serem desrespeitadas" e que o jogo inclui elementos como a "lei do acesso" e anulação de estrelas para "pernas de pau".
É um jogo para 2 a 4 jogadores, focado na gestão de um time. Os jogadores assumem os papéis de cartola e técnico, montando esquemas táticos com "cartões de craques" para vencer o campeonato.
Conteúdo da Caixa:
94 cartões de craques (com biografia e atributos dos atletas).
26 cartões de surpresas e 60 cartas de lances.
2 tabuleiros que representam os campos de futebol.
Dinheiro fictício da Grow em diversas denominações.





















.jpg)

.jpg)
.jpg)
.jpg)


.jpg)


.jpg)






,%20Jenny%20Hanley.jpg)
.jpg)

