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quinta-feira, julho 07, 2016

FAMILIA DÓ RÉ MI





Postado em 16/10/2005 15:05 - Bar do Bulga / Portatreko - AOL

A Paramount Pictures vai levar o popular seriado A Família Dó-Ré-Mi para o cinema. O estúdio comprou os direitos de adaptação do próprio criador do programa, o dramaturgo Bernard Sale. Exibida a partir de 1970 pela rede ABC nos Estados Unidos, A Família Dó-Ré-Mi fez sucesso nos quatro anos em que esteve no ar. A série seguia as aventuras da família Partridge, formada pela mãe Shirley (Shirley Jones) e seus cinco filhos músicos (entre eles David Cassidy e Susan Dey). O programa era embalado por canções típicas dos anos 70 e recebia como convidados celebridades em alta na época, como as Panteras originais, e até futuras estrelas do cinema, como Jodie Foster e Mark Hamill.


Até em bonecas
Postado por Marbulgarelli




quarta-feira, julho 06, 2016

Orlando Orfei


Linda Juventude


Solidão


Só tinha que ser com você


Billy Blanco


Ecos from The Goodbye Girl



The Goodbye Girl - A Garota do Adeus - é um filme de romance e comédia dramática  de 1977. Dirigido por Herbert Ross, o filme é estrelado por Richard Dreyfuss, Marsha Mason, Quinn Cummings, e Paul Benedict



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Dançarina Paula McFadden (Marsha Mason) , e sua filha de dez anos de idade , Lucy (Quinn Cummings) , vivem em apartamento de Manhattan com o namorado casado , Tony DeForrest , até que um dia , ele despeja e abandona-a , para ir atuar em um filme na Itália .

Antes de sair e sem o conhecimento de Paula , Tony subloca o apartamento para Elliot Garfield (Richard Dreyfuss) , um aspirante a ator neurótico , mas doce de Chicago , que aparece no meio da noite com a expectativa de se mudar .

Embora Paula é exigente , e deixa claro desde o início que ela não gosta de Elliot , ele permite que ela e Lucy possam ficar ...

Nota : dirigido por Herbert Ross , o filme é estrelado por Richard Dreyfuss , Marsha Mason , Quinn Cummings , e Paul Benedict .

O roteiro original de Neil Simon , Richard Dreyfuss ganhou o Oscar de Melhor Ator por sua performance como Elliot Garfield . 

Na época , ele se tornou o homem mais jovem à ganhar um Oscar de Melhor Ator .



terça-feira, julho 05, 2016

Scorcese comenta obra de Glauber Rocha

Título: Scorcese comenta obra de Glauber Rocha
Data: 27/Mar/96
Autor: Luiz Antônio Ryff
Editoria: Ilustrada



Diretor homenageado pela revista "Cahiers du Cinema" fala do trabalho daqueles que o influenciaram
Scorcese comenta obra de Glauber Rocha
Em Paris
"Não há ninguém que se assemelhe a Glauber Rocha, mesmo de longe, no cinema atual -a força de sua obra e sua intensa paixão me fazem falta", afirmou o cineasta norte-americano Martin Scorsese na edição de março do "Cahiers du Cinema".
O diretor de "Touro Indomável" e "Cassino" é homenageado no número 500 da revista francesa com um dossiê de 72 páginas.
Ele aproveitou a homenagem para pagar tributo a algumas de suas influências, fazendo um retrato dos cineastas John Cassavetes, Ida Lupino e Glauber Rocha.
"Os filmes de Glauber Rocha são uma irrupção no mundo do mal, uma explosão provocada por uma reação química em que se misturam o sangue e o celulóide", segundo Scorsese.
Para o cineasta, os filmes de Glauber provocavam "um enriquecimento da consciência e continuam a fazê-lo ainda hoje".
O primeiro filme de Glauber visto por Scorsese foi "Terra em Transe", que, 25 anos depois de sua estréia, o norte-americano ajudou a restaurar. Mas, na filmografia do brasileiro, Scorsese prefere "Antonio das Mortes".
"O engajamento pessoal de Rocha é tão grande que o estilo de seus filmes é inseparável do conteúdo político deles", avaliou Scorsese.
"Talvez Rocha não tenha sido tão conhecido quanto seus contemporâneos, mas essa é uma lacuna que nós devemos preencher", disse o cineasta.
"Seus filmes eram tão entusiasmantes quanto tudo que era feito na França ou na Itália nos anos 60 e 70", avaliou.
Para ele, Glauber "não se contentava em pegar uma história e desenvolvê-la. Ele criava verdadeiramente uma tapeçaria frenética de dor, da cólera e do sofrimento humano que observou ao seu redor.
(LUIZ ANTÔNIO RYFF)


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Reino Unido tem o seu 'roteiro Drácula'

Título: Reino Unido tem o seu 'roteiro Drácula'
Data: 11/Ago/97
Autor: Igor Gielow
Editoria: Turismo

Reino Unido tem o seu 'roteiro Drácula'
da Reportagem Local

Mais do que a própria Romênia, onde é passado um quarto da história, o "Drácula" de Stoker tem no Reino Unido seu principal palco -e o mais acessível para os turistas comuns.
Há uma série de passeios para o fã do vampiro no país, boa parte sugerida no livro "Em busca de Drácula e outros vampiros", escrito por Raymond T. Mcnally e Radu Florescu.
Comece seu roteiro pela capital do país, Londres, porta de entrada de quase todos os que entram no Reino Unido.
Fica no coração físico (e turístico) da cidade um dos principais locais citados por Stoker: o esconderijo número 1 de Drácula. Após ter seus caixões com terra natal destruídos, o vampiro vai para a casa do número 138 de Piccadilly.

Há cem anos, o local já era descrito como movimentado. Hoje, fica exatamente ao lado do Hard Rock Cafe londrino.
É apenas uma porta de um escritório comercial desativado, mas vale lembrar que lá Drácula foi atacado fisicamente pelos caça-vampiros do livro e pegou o dinheiro para fugir de volta para a Romênia.
No mais, a atual frequência do local daria um bom cardápio para o vampirão. Do lado do metrô Green Park.
Cemitério
Há também o cemitério de Highgate. Mais famoso por ter gente como Karl Marx enterrada lá, o lugar foi palco das andanças noturnas da donzela Lucy -quando já não era tão donzela, e sim uma vampira de "lábios voluptuosos".
Como outros ícones da era vitoriana, Highgate é carregado, úmido e meio aterrador. Cuidado com os góticos -há alguns anos, corria a lenda de que alguns fãs do Sisters of Mercy queriam brincar de Lucy com turistas. Metrô Archway.
Para os fãs da Lucy vampira, o famoso subúrbio arborizado de Hampstead ainda conserva o clima de um século atrás.
Lá, ela deixava marcas, que a polícia acreditava ser de "um cão pequeno", na garganta de crianças. Chega-se por meio da famigerada linha preta (Northern) do metrô.
Whitby
Um passeio indiscutivelmente "draculiano" no Reino Unido é ir para Whitby. Na distante North Yorkshire, mais de três horas de trem a partir de Londres, a cidade explora como ninguém o comércio de Drácula.
Foi lá que o Demeter, uma escuna russa no romance, aportou com sua tripulação sumida, o capitão morto e amarrado junto ao leme, 50 caixões de "terra experimental" e um suspeitíssimo cão que fugiu quando o navio bateu desgovernado na costa.
Logo na saída da estação de trem é possível encontrar um Tourist Office, onde abundam mapas com "roteiros Drácula". Os principais pontos são o West Cliff e o East Cliff, de onde é possível ver parte dos "Dracula highlights" -como uma mal-humorada guia alugável por 10 libras avisa.
De forma geral, o excesso de merchandising irrita um pouco. Perde-se o encanto de ver como Stoker descreveu fielmente inscrições nos túmulos da igreja de St. Mary. As lápides, junto a uma descida de colina com direção ao mar, lembram as que aparecem no "Nosferatu" original de 1922.
O caminho feito por Lucy (sempre ela), sonâmbula até ver os olhos de Drácula vermelhos contra os vitrais da igreja de St. Mary, está descrito em um dos folhetos.
Há também o famoso banco favorito de Lucy na igreja, onde Drácula a atacou suavemente pela primeira vez em solo britânico.
Para quem não resiste a um suvenir, há diversas lojinhas com badulaques ligados ao vampiro. A Dracula Experience tem até réplicas dos personagens.
De forma geral, não vale a pena sair de Londres para conhecer Whitby, a menos que a curiosidade seja grande. A viagem é desconfortável, e a cidade não tem vida noturna (turística, pelo menos).
Irlanda e Escócia
O pesquisador e "draculófilo" Raymond Mcnally sugere uma ida à República da Irlanda.
Na capital Dublin, é possível conhecer a casa onde o escritor irlandês nasceu, no The Crescent, número 15. O cemitério Clontarf, próximo, é um dos exemplos de lugar lúgubre que influenciou o "visual" do livro.
Na Escócia, porém, é possível encontrar as ruínas do castelo Slains na Cruden Bay. É um dos modelos do castelo do conde no livro. Para maior fidelidade, é possível ficar hospedado no mesmo Kilmarnock Inn, onde o escritor começou a trabalhar no romance.
(IGOR GIELOW)


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Os erros das adaptações

Título: Os erros das adaptações
Data: 15/Jan/98
Folha de São Paulo

Parque dos Dinossauros", de Steven Spielberg
"Do ponto de vista de um paleontólogo profissional, eu poderia relacionar um compêndio de erros factuais. Para começar, observando que a maioria dos dinossauros mostrados em 'Jurassic Park' data do final do período Cretáceo." (Stephen Jay Gould)

"Os Dez Mandamentos", de Cecil B. Demille
"O banquete de Páscoa mostrado em 'Os Dez Mandamentos' não constava do judaísmo do Primeiro Templo, nem podemos provar que fosse um costume hebreu à época do Êxodo; as práticas mostradas aqui são, na verdade, inovações helenísticas que forneceram, possivelmente, a base da última ceia e continuam sendo práticas judaicas celebradíssimas (...) Ainda mais interessante do que essa questão da procedência, é a caracterização dos papéis típicos, especialmente o romance entre Moisés e a princesa egípcia Nefertite, bom para a bilheteria, mas totalmente ausente do relato bíblico." (Alan Segal)
Stanley Kubrick  nas locações em Madrid, durante a produção de Spartacus (1960)

"Spartacus", de Stanley Kubrick
"Nem Graco nem Júlio César tiveram algo a ver com Espártaco; o último Graco a chefiar a plebe romana havia sido assassinado meio século antes. O motivo, aqui, foi evidentemente inserir no mesmo filme tantos romanos famosos quanto fosse possível." (W.V. Harris)

"O Grande Motim", de Frank Lloyd
"Se quisermos recorrer simplesmente à aritmética para criar um fato histórico, então Bligh foi um dos capitães menos violentos do Pacífico. Ele só chicoteou 10,9% da tripulação do Bounty. Em comparação, James Cook mandou chicotear 25,6% da tripulação do Resolution e George Vancouver, 52,8% da do Discovery (...) A verdadeira história do motim do Bounty talvez seja que Bligh criou seu próprio motim, não mediante a violência patológica, mas sim com a banalidade do seu comando." (Greg Dening)

"Aguirre, a Cólera dos Deuses", de Werner Herzog
"No final do filme, temos Aguirre perdido e louco no meio da Amazônia; na realidade, Aguirre levou seus homens até o Atlântico, seguindo a mesma rota que Carvajal havia tomado 20 anos antes. Chegou à foz do Amazonas em 4 de julho de 1561, e dali navegou rumo à Venezuela." (Stephen Minta)

"Nixon", de Oliver Stone
"Na verdade, o problema central de Nixon durante o caso Watergate não foi um sentimento de culpa. Foi uma ausência de culpa. O volumoso dossiê de Watergate mostra que Nixon sentia pouco ou nenhum respeito pela lei. O encobrimento de Watergate tornou-se necessário porque o governo Nixon usara os poderes governamentais -o FBI, o imposto de renda, a CIA- ilegalmente." (Bob Woodward)

"Freud, Além da Alma", de John Huston
"Anna O. é importante também porque Breuer relatou detalhadamente o caso a Freud e, a pedido dele, com muita frequência. Mas, ao contrário do que está no filme, Freud jamais tratou dela, nem sequer a conheceu (...) Freud também não seguiu os passos -quer no interesse da psicanálise, quer não- de qualquer analisando do sexo feminino." (Peter Gay)


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Ecos de Brigitte Bardot