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quinta-feira, julho 10, 2014

Ecos de Sue Lyon

"I feel sorry for her. She’s neurotic and pathetic and only interested in herself." - Sue Lyon. [on her character in Lolita (1962)] 


Sue Lyon (Nascida como Suellyn Lyon no dia 10 de julho de 1946 em Davenport, Iowa).
Sue nasceu em Davenport, Iowa. Era a mais nova de cinco filhos, sua mãe tinha quarenta e dois anos quando seu marido morreu e Sue tinha 10 meses de vida, sua mãe foi trabalhar em um hospital para conseguir cuidar de seus filhos e o dinheiro era apertado.
Depois de um tempo, a família Lyon mudou-se para Los Angeles na expectativa que Sue pudesse ajudá-los financeiramente como modelo, ela fez trabalhos de modelagem e comerciais. E também fez pequenos trabalhos na televisão.
O diretor Stanley Kubrick viu Sue em um desses programas e sugeriu ao seu parceiro que deveria vê-la para o papel de Lolita. Sue ingressou na agência Glenn Shaw, e Pat Holms, uma agente trouxe ela para uma audição de Stanley Kubrick e ela ganhou seu papel em Lolita.
Sue teve seu impulso na fama graças ao seu papel em Lolita, interpretando Dolores Lolita Haze, uma sedutora adolescente e objeto de desejo de Humbert Humbert, o famoso filme de Stanley Kubrick de 1962 que foi adaptado do romance de Vladimir Nabokov publicado em 1955 Kubrick estava buscando uma jovem atriz para o papel de Lolita.
Um dos fatores que levaram ela a ganhar o papel foi por seu corpo com curvas o que levava a sugerir que era uma adolescente mais velha. Quando ele a descobriu ela tinha quinze anos e ele estava precisando de uma atriz que no começo do filme teria doze e no final dezessete anos. Assim sua personagem virou uma sensação de Hollywood, que fez Sue ganhar o Globo de Ouro de melhor atriz revelação.















































































Para entender a Copa de 1950

segunda-feira, julho 07, 2014

Tenho dito!


Veronica Lake

Veronica Lake, nome artístico de Constance Frances Marie Ockelman (Brooklyn, Nova Iorque, 14 de Novembro de 1922 - 7 de julho, 1973)Foi a mulher fatal em filmes noir com Alan Ladd durante os anos 40.
 


















Veronica Lake in “I Married a Witch”

Ecos de Shelley Duvall

Shelley Alexis Duvall (Houston, 7 de julho de 1949).Iniciou sua carreira na década de 1970, interpretando personagens estranhas nos filmes de Robert Altman, e mais tarde acabou estrelando filmes de Woody Allen, Stanley Kubrick, Terry Gilliam e Tim Burton. Entre 1982 e 1987 desenvolveu e atuou em uma série de televisão chamada Faerie Tale Theatre (na qual um conto de fadas diferente era exibido em cada episódio, reunindo um elenco estelar).

Em 1977, ela recebeu o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Cannes por seu trabalho em 3 Mulheres (dividido com Monique Mercure, por J.A. Martin photographe).

 























Shelley Duvall  durante entrevista no Festival de Cannes em 1974  Foi atriz do filme de Robert Altman “Thieves Like Us”. 


terça-feira, julho 01, 2014

Giordano Bruno




Para o professor Danhoni, Giordano Bruno é capaz de gerar polêmica até mesmo nos dias de hoje

“Acho que se Giordano Bruno fosse vivo nos dias de hoje, também iria para a fogueira”, ironiza o professor Marcos César Danhoni Neves, autor do livro “Do infinito, do mínimo e da inquisição em Giordano Bruno”. Além de expor as idéias de Bruno, o autor apresenta momentos históricos do filósofo que foi levado à fogueira pela Inquisição, devido as idéias a cerca do universo. O livro será lançado hoje na Bom Livro Megastore.

Danhoni, professor do Departamento de Física, da Universidade Estadual de Maringá (UEM), explora o pensamento de Bruno sobre o universo, alám de mostrar o quanto a ciência atual se limita a pensar que o cosmos é espaço vasto, porém limitado.

Ou seja: o autor atinge um público amplo ao abordar temas tanto filosóficos como idéias em debate no campo da física. E tem ainda o aspecto histórico como uma tradução inédita do sumário do processo contra Giordano Bruno, queimado vivo em 1600 e uma iconografia da vida do pensador.

Foram três anos de estudo, incluindo uma viagem a Londres em 2000, quando foram celebrados os 400 anos da execução de Giordano Bruno. O filósofo foi morto por ordem da Inquisição em 17 de fevereiro de 1600, na praça de Flores (Campo di Fiori) de Roma, após passar oito anos por trás das grades. Tinha 52 anos.

Giordano refutava dogmas artistotélicos, e criticava à religião sempre com base científica. Foi o bastante para provocar a ira da Santa Sé. Mesmo torturado, nunca renunciaria a doutrina que defendia. Os livros escritos por ele também foram queimados. Chegou amordaçado no dia da execução. Suas últimas palavras foram: “Morro como mártir por minha própria vontade”.

Logo no prefácio do livro, Danhoni ressalta que “escrever um livro sobre Bruno é uma missão quase temerária. Personagem complexo, dono de uma obra de idêntica complexidade, pagou com a vida a ousadia de suas idéias. Na história da ciência e da filosofia, paira sobre seu personagem o peso da censura eclesiástica que pretendeu acabar com sua vida e o espírito que animava suas obras”.

O primeiro capítulo é uma visão geral da idéia de infinito, de imensidão e de mínimo, segundo Giordano. E conforme adiantamos, também mostra as limitações da ciência moderna que se apega a um universo imenso, porém limitado. E por essas e outras que Danhoni brinca que Giordano poderia ir pra fogueira até mesmo nos dias de hoje.

O segundo capítulo é a tradução do Sumário do Processo contra Bruno e outros atos do processo. Compilado provavelmente em 1597 por um dos juizes do Tribunal do Santo Ofício. Já a encadernação original de todo o processo foi destruída entre os anos de 1815 e 1817. Depois, o processo completo foi transferido de Roma para Paris em 1810 por ordem de Napoleão.

E tem mais: no retorno, entre 1815-1817, Marino Marini, a serviço do Papa Pio VII, e o cardeal Consalvo resolveram destruir toda a encadernação do processo, vendendo as páginas como papel velho para uma fábrica de papelão. O Sumário veio à tona através do frade beneditino Gregório Palmieri, em 1886, e finalmente através de sua redescoberta em 1940.

Várias fontes completam o quadro dos Atos do Processo, reeditados num pequeno livro já no ano 2000. A partir dessa publicação, Danhoni fez a tradução. Nos apêndices, há alguns trechos mais relevantes do Directorium Incjuísitorum ( o Manual dos Inquisidores). Danhoni apresenta momentos finais de diversos condenados, além da condenação e da abjuração de Galileo Galilei.

Essa é a dimensão do livro de Danhoni. Amplo, vasto e quem sabe, infinito. O debate está aberto, mas sem fogueiras. (Marcelo Bulgarelli) 



“Do infinito, do mínimo e da inquisição em Giordano Bruno”. Marcos Cesar Danhoni Neves. Ed.Eduem



1/4/2005 - O DIÁRIO MARINGÁ - CADERNO D


Tempos da AOL Brasil

O Bar do Bulga começou em setembro de 2005 na antiga AOL. Chegamos a ter dois blogs: Bar do Bulga e Portatreko.

Um ano depois, fomos despejados pois a AOL fechou. Ficamos alguns meses na UOL mas não agradou. Em 2006 nos instalamos no blogspot e e estamos com a lojinha aberta até hoje.

A AOL deixa saudades por ser nossa primeira casa. Confira os sons.