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quarta-feira, janeiro 21, 2015

Clarisse Lispector

lugares que eu fui, somente por saber que você estaria lá. À fantasia que eu criei na minha cabeça, mas você acabou fazendo tudo extamente ao contrário, fazendo eu chegar à conclusão de que tudo está sendo bem melhor desse jeito, do que de como eu desejava. Um brinde às suas piadas sem a mínima graça e nexo, que por esse mesmo motivo me fazem dar gargalhadas. Às vezes em que eu fiquei fazendo combinações com os nossos sobrenomes. Àquele dia em que nós brigamos e eu pensei que aquela seria a última vez em que nos falaríamos. Pelas marcas que você deixou em meu coração. Pelas cicatrizes que ainda permanecem lá. Ao seu jeito de não querer demonstrar o que sente. E às suas manias que tem de me irritar. Principalmente àquela que tem de fazer eu me apaixonar por você cada dia mais. Um brinde à maneira de como você entrou na minha vida tão de repente e à bagunçou de um jeito que nem mesmo se eu quisesse, ela voltaria a ser o que era antes. Às comédias românticas que me fazem lembrar da nossa história. À distância que por mínima que seja, consegue provar pra nós dois o quão fortes somos, por superarmos mais um obstáculo. Por me fazer rir descontroladamente quando o que você diz é uma verdade e eu não quero que você saiba. Por finalmente me fazer enchergar que os filmes românticos tem sentido. Vamos brindar à nossa imperfeição, que me encanta e me fascina por ser só nossa. Às falas e momentos que eu inventei e ainda invento dentro da minha cabeça antes de dormir. Ao dia em que eu pensei que nada, nem ninguém mudaria toda a minha frieza e o medo que sentia em depender do sorriso de alguém, mas que só acabou mudando por você ter aparecido. Aos textos em que a palavra “você” poderia ser substituída pelo seu nome. Aos dias em que a dor me corrói totalmente só de pensar em te perder. Mas um brinde principalmente, ao dia em que eu tive certeza de que estava perdidamente apaixonada por você .” - Clarisse Lispector

segunda-feira, janeiro 19, 2015

O Amor é Velho-Menina Tom Zé

O Amor é Velho-Menina Tom Zé

 O amor é velho, velho, velho E menina. O amor é trilha De lençóis e culpa Medo e maravilha. O tempo a vida lida Andam pelo chão, O amor aeroplanos O amor zomba dos anos, O amor anda nos tangos, No rastro dos ciganos, No vão dos oceanos. O amor é poço Onde se despejam Lixo e brilhantes: Orações, sacrifícios, traições.

Elis

 



sábado, janeiro 17, 2015

Ecos de Françoise Hardy

Françoise Hardy (Paris, 17 de Janeiro de 1944) é uma cantora e compositora francesa, Em 1972, fez sucesso com La Question - musica incluida na novela Selva  de Pedra de Janete Clair. Megasucesso.

































Françoise Hardy in Grand Prix (1966)
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quarta-feira, janeiro 14, 2015

Ecos de :Creature From The Haunted Sea (1961)





Tenho essa "obra" em DVD. É a pior "maquiagem' ou efeito especial que já vi.
Imperdível. 










Creature From The Haunted Sea (1961)

domingo, janeiro 04, 2015

sábado, janeiro 03, 2015

Charles Bukowski

“Por que há tão poucas pessoas interessantes? Em milhões, por que não há algumas? Devemos continuar a viver com esta espécie insípida e tediosa? O problema é que tenho de continuar a me relacionar com eles. Isto é, se eu quiser que as luzes continuem acesas, se eu quiser consertar este computador, se eu quiser dar descarga na privada, comprar um pneu novo, arrancar um dente ou abrir a minha barriga, tenho que continuar a me relacionar. Preciso dos desgraçados para as menores necessidades, mesmo que eles me causem horror. E horror é uma gentileza.”



- Charles Bukowski.   (via desarvorado)


Liria Porto

 



sexta-feira, janeiro 02, 2015

Copacabana, 2 de janeiro de 2015

Minimizando o calor com vapor dágua em Copacabana. 

eu e Ana matando as saudades do Sindicato do Chopp. na Av Atlantica

Deixando a mesa para o casal Alvarenga. Muito simpáticos. 

A melhor forma de vender chapéus em Copacabana.