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sexta-feira, dezembro 10, 2010

Helio Strascapa

Ao meu lado Helio Strascapa que  deixa a Gazeta do Povo para ser produtor
da RPC TV Maringá. Dança das cadeiras.

Fabio Guillen


Fabio Guillen - estagiário da CBN Maringá - está agora na Gazeta Maringá no lugar de Helio Strascapa.
Por pouco Guillen não foi para a Ric Rede Record. É que ele se forma agora, em dezembro, e precisávamos dele em junho.

O incrível homem que encolheu

Já falei desse filme. Uma obra-prima da ficção científica! Postado por Sala de Exibição
Título Original:
O homem incrível encolhendo
País:
ESTADOS UNIDOS
Ano:
1957
Direção:
ARNOLD, Jack
Elenco:
Grant Williams - Stuart Randy - Kent Abril - Langton Paulo - Raymond Bailey - Schallert William - Scannell J. Frank - Marshall Helene - Darrin Diana - Billy Curtis - Martin Lock


Essa é a crítica do guia Blockbuster de Filmes, edição 97:
o Incrível Homem que Encolheu (1957) The Incredible Shrinking Man
EUA.
Não se trata apenas do melhor clássico de ficção científica de Arnold nos anos 50, mas também de um dos melhores filmes do gênero. É uma história simples: após ser contaminado por algo que pode ser ou não lixo nuclear, Williams se vê vagarosa mas continuamente perdendo peso e estatura, até que atinge incríveis proporções minúsculas. Mas é o que o roteiro de Richard Matheson (adaptado de seu romance) faz com este material que torna o filme tão atrativo e inteligente. De início, William se preocupa somente com sua misteriosa doença, mas logo, ao tornar-se mais baixo que sua esposa, começa a se sentir humilhado, expressando sua vergonha e impotência por meio de uma raiva cruel. Toda sua relação com o universo se altera, gatos, aranhas e gotas d'água representam ameaças letais em uma paisagem surrealista e infindável que, de fato, não passa do porão de sua casa. Finalmente, sob comando notável de Joseph Gershenson, chegamos ao cerne filosófico do filme: uma afirmação estranhamente panteísta sobre o que realmente significa estar vivo. Uma obra-prima escrita.

quarta-feira, dezembro 08, 2010

Vários - Rock & Roll (1975)



Coletânea lançada pela K-tel em 1975. Embora conste da capa deste LP as expressões "20 Original Hits" e "20 Original Stars", várias faixas incluídas no disco, dentre elas as de nºs 2, 3, 7, 10, 13 e 20, não são as gravações originais. Além disso, levando-se em conta o estado de conservação do vinil, que tornou inviável a sua recuperação, optamos por substituir as referidas faixas por suas respectivas gravações originais remasterizadas. Disco cedido por Mario da Silva Poses.

Tracklist:

01 - Lucille - Little Richard
02 - Rock Around The Clock - Bill Haley & The Comets
03 - Personality - Lloyd Price
04 - Runaround Sue - Dion
05 - It's All In The Game - Tommy Edwards
06 - Western Movies - Olympics
07 - Sugar Shack - Jimmy Gilmer
08 - Rhythm Of The Rain - Cascades
09 - Whole Lotta Shakin' Goin' On - Jerry Lee Lewis
10 - Yakety Yak - Coasters
11 - Great Balls Of Fire - Jerry Lee Lewis
12 - Runaway - Del Shannon
13 - Along Came Jones - Coasters
14 - Venus - Frankie Avalon
15 - Hurt - Timi Yuro
16 - He's So Fine - Chiffons
17 - Surfin' Bird - Trashmen
18 - Hey Paula - Paul and Paula
19 - Chantilly Lace - Big Bopper
20 - Shake, Rattle and Roll - Bill Haley & The Comets

Ouça AQUI
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domingo, dezembro 05, 2010

A arte da paz

"Faltavam poucos dias para o Natal. Eu, menino de uns dez anos, estava no alto da escadaria, com um horizonte de montanhas e sonhos a minha frente. “Estou esperando para ver logo os presentes que Papai Noel deixará debaixo da minha cama”, eu disse, com olhos brilhando de esperança. O amigo, ao meu lado, fitou-me entre sério e incrédulo: “Mas, Camilo, você ainda acredita nessas coisas?!”. A doce ilusão se desfez num instante. Aquela imagem de carinho que eu nutria no símbolo projetado de minhas esperanças esvaiu-se num repente. E na minha jovem idade, ainda que eu soubesse a não existência daquele ser mítico, era ele uma âncora segura na firmeza de meu afeto, no reconhecimento do amor que me chegava na forma de variados presentes.

Os choques de realidade e ceticismo, no entanto, não apagaram o brilho de meus olhos. Se desfeito um sonho, a mente passou a buscar o sentido mais profundo acerca do Natal. O nascimento de Jesus veio a integrar, com mais vigor, meu caminho de reflexões. Amar ao próximo como a si mesmo. Fazer da paz um sentido de vida. Criar as situações em que a paz seja praticada. Não apenas em um dia no ano, mas em cada dia que se vive. Nesses tempos de hoje, em que consumir é mais importante do que conhecer, até mesmo a figura de Noel se perde no silêncio dos dias da infância. E a imagem de Jesus se confunde com dogmatismos cegos em que o medo tem mais peso que o perdão e o amor.

Esses pensamentos e memórias vêm me habitar neste dezembro, quando muitos desejam aos outros felicidades no Natal e no Ano Novo durante alguns dias e depois simplesmente voltam a se endurecer e a viver na escravidão de seus desejos. Na urgência de se construir um mundo de harmonia, que comece com nossas próprias atitudes conosco mesmo e com nossos semelhantes, acho importante reforçar que carecemos hoje de uma Arte da Paz. Que estejamos alertas para que realmente nos comportemos como cidadãos construtores de um mundo melhor, não somente na noite de Natal. Em nosso trabalho, estamos agindo motivados por inveja, ciúme e ambição, ou o reflexo de nossas ações tem como meta a melhoria do mundo à nossa volta? Afinal, trabalho é ato de louvor e gratidão, e não um mecanismo de escravização ou de suporte às guerras e intrigas. Na família, estamos tendo respeito e carinho por nossos pais, avós, irmãos, filhos? No íntimo de nós mesmos, estamos sendo coerentes com nossos corações?

Neste dezembro que já anuncia um novo ciclo daqui a alguns dias, desejo que tenhamos pensamentos melhores, que ajudemos a construir a realidade mais com atos do que com palavras, mais com palavras verazes do que com rompantes de falsa sabedoria, mais com sabedoria do que movidos pelos desejos e escravas emoções, e tudo isso com a emoção sadia do amor e da paz em nós.

*Camilo Mota é escritor, fotógrafo e jornalista, editor do Jornal Poiésis.
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Pioneiro de Maringá morre em São Paulo

O empresário Samuel Silveira estava com 91 anos. Pioneiro teve atuação destacada no segmento jornalístico, participando da criação da TV Cultura (atual RPC TV Maringá), além da Rádio Cultura e do jornal O Diário do Norte do Paraná"
No audio abaixo, o depoimento dele para o projeto Vozes da História, da rádio CBN Maringá, em março de 2005.

Nossa árvore...

Você sabe de que filme é essa cena?

O blog polêmico


Este vídeo é uma entrevista, feita à disciplina de Videojornalismo II, na graduação em jornalismo da PUC-SP.
Lino Bocchini, editor e criador do censurado blog Falha de S. Paulo, fala à reportagem a respeito de sua idéia, da repercussão e da atitude de parodiar um dos maiores jornais do país que tomou junto a seu irmão, Mario Bocchini.
Foi produzido pelos a pelos estudantes André Bontempo, Guilherme Zocchio e Pedro Mou-tropoulos.


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sexta-feira, dezembro 03, 2010

LimeWire anuncia fechamento da loja

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O LimeWire, software de compartilhamento de arquivos, fechou suas portas no mês de Outubro deste ano, por violação de direitos autorais. Contudo, a companhia continuou com o serviço de loja virtual de músicas, onde não havia a infração de copyright.
Infelizmente, o LimeWire anunciou o fim o seu serviço de loja virtual, deixando de aceitar novos clientes e marcando a data de fechamento para 31 de dezembro.
Os clientes já cadastrados podem gastar seus créditos da loja nesse período, para que não saiam no prejuízo.
Uma pena. O velho "limão" foi uma mão na roda para consegur músicas antigas
Fonte: Olhar Digital"