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domingo, agosto 09, 2009

Email do mano Márcio Bulgarelli

Fala, meu rei! Salve Dia de Paínho...
Tudo bem aí?
Acabei de almoçar no Bar do Déde... Foi feijoada carioca, de feijão preto... o que é raro aqui. Vou tirar umas fotos dos pratos... feijão tropeiro é feijão fradinho com farinha e dendê... prato totalmente desnecessário, insosso... tenho comido muito carurú, meu prato predileto...acarajé também é uma guloseima... muqueca também é muito boa, seja de camarão, sirí ou de peixe... cerveja com bolinhos de peixe, um espetáculo!... vatapá... casquinha de sirí... também tem cocada das boas...
Tem muitas frutas típicas da região... cupuaçú, cajá, serigela, umbú etc... caipirinhas diversas.
Estou com muitas saudades dos meus filhos... primeira vez que fico tanto tempo sem vê-los... é a primeira vez que não participo dos aniversários deles...
Mais tarde irei à Salvador buscar um amigo, no aeroporto.
Ah, ía me esquendo... Caetano lhe mandou um abraço... Gil, também.

Bijins
tio marcim.
Quer moleza? Arranje uma tartaruga baiana...


Restaurante em Maringá


Acima , o Restaurante Borbulha em Maringá-MG . Destaque para a discoteca de vinil.

Feliz dia dos Pais


Espelho
João Nogueira
de João Nogueira e Paulo César Pinheir
o

Nascido no subúrbio nos melhores dias
Com votos da família de vida feliz
Andar e pilotar um pássaro de aço
Sonhava ao fim do dia ao me descer cansaço
Com as fardas mais bonitas desse meu país
O pai de anel no dedo e dedo na viola
Sorria e parecia mesmo ser feliz
Eh, vida boa
Quanto tempo faz
Que felicidade!
E que vontade de tocar viola de verdade
E de fazer canções como as que fez meu pai (Bis)
Num dia de tristeza me faltou o velho
E falta lhe confesso que ainda hoje faz
E me abracei na bola e pensei ser um dia
Um craque da pelota ao me tornar rapaz
Um dia chutei mal e machuquei o dedo
E sem ter mais o velho pra tirar o medo
Foi mais uma vontade que ficou pra trás
Eh, vida à toa
Vai no tempo vai
E eu sem ter maldade
Na inocência de criança de tão pouca idade
Troquei de mal com Deus por me levar meu pai (Bis)
E assim crescendo eu fui me criando sozinho
Aprendendo na rua, na escola e no lar
Um dia eu me tornei o bambambã da esquina
Em toda brincadeira, em briga, em namorar
Até que um dia eu tive que largar o estudo
E trabalhar na rua sustentando tudo
Assim sem perceber eu era adulto já
Eh, vida voa
Vai no tempo, vai
Ai, mas que saudade
Mas eu sei que lá no céu o velho tem vaidade
E orgulho de seu filho ser igual seu pai
Pois me beijaram a boca e me tornei poeta
Mas tão habituado com o adverso
Eu temo se um dia me machuca o verso
E o meu medo maior é o espelho se quebrar (Bis)

Além do Espelho
João Nogueira e Paulo César Pinheiro

Quando eu olho o meu olho além do espelho
Tem alguém que me olha e não sou eu
Vive dentro do meu olho vermelho
É o olhar de meu pai que já morreu
O meu olho parece um aparelho
De quem sempre me olhou e protegeu
Assim como meu olho dá conselho
Quando eu olho no olhar de um filho meu
A vida é sempre uma missão
A morte uma ilusão
Só sabe quem viveu
Pois quando o espelho é bom
Ninguém jamais morreu
Sempre que um filho meu me dá um beijo
Sei que o amor de meu pai não se perdeu
Só de ver seu olhar sei seu desejo
Assim como meu pai sabia o meu
Mas meu pai foi-se embora no cortejo
E eu no espelho chorei porque doeu
Só que olhando meu filho agora eu vejo
Ele é o espelho do espelho que sou eu
A vida é sempre uma missão
A morte uma ilusão
Só sabe quem viveu
Pois quando o espelho é bom
Ninguém jamais morreu
Toda imagem no espelho refletida
Tem mil faces que o tempo ali prendeu
Todos têm qualquer coisa repetida
Um pedaço de quem nos concebeu
A missão de meu pai já foi cumprida
Vou cumprir a missão que Deus me deu
Se meu pai foi o espelho em minha vida
Quero ser pro meu filho espelho seu
A vida é sempre uma missão
A morte uma ilusão
Só sabe quem viveu
Pois quando o espelho é bom
Ninguém jamais morreu
E o meu medo maior é o espelho se quebrar

sábado, agosto 08, 2009

Valeu!

Fazer o Cinema Falado na Rádio Cesumar é uma tarefa das mais prazeirosas. Na sexta, o filme em questão foi Submarino Amarelo o que rendeu um bom papo sobre os garotos de Liverpool. E esquecemos do famosíssimo álbum Abbey Road que hoje completa 40 anos.
 
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sexta-feira, agosto 07, 2009

Adorei !

 

 

 

 

Foi muito bom mesmo. Assisti hoje a Companhia Trip Teatro de Animação, de Santa Catarina em “O incrível ladrão de calcinhas”, no Teatro Barracão, dentro do 3 Festival de Bonecos de Maringá. É um história que nos remete ao clima dos filmes noir. A Trip Teatro de Animação trabalha com teatro de bonecos desde 1989, onde criou em 2004 o Centro de Pesquisa e Produção de Teatro de Animação em Rio do Sul, cidade em que está sediada O festival prossegue neste sábado
(8), serão três apresentações: o grupo catarinense encena “O velho lobo do mar”, às 16 e às 20 horas, no Teatro Barracão. A Companhia Tipos e Caras, de Maringá, apresenta “O menino que ganhou uma boneca”, na Casa da Cultura do Jardim Alvorada, às 20 horas. No domingo (9), o espetáculo “Vis MotriX", do grupo londrinense Imago Teatro de Animação,às 16 e 20 horas, também no no Teatro Barracão.
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Não perca!!!

quarta-feira, agosto 05, 2009

3D

 

Nosso primeiro post em terceira dimensão. Estamos acompanhando a moda 3D.
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I Love Fucking

 
Funcionários da cidade austríaca chamada "Fucking" (palavrão em inglês) estão instalando câmeras de segurança para evitar o roubo de placas por parte de turistas que visitam o local, segundo o jornal "Austrian Times". A situação é a mesma pela qual passa Wank (Alemanha) --o nome da cidade também significa um palavrão em inglês. Para Juergen Stoll, que vive em Wank, os moradores de Fucking deveriam aproveitar a coincidência.Segundo ele, embora não signifique nada em alemão, o nome "Wank" virou uma mina de ouro para a cidade, pois ele atrai muitos visitantes da língua Inglesa. No entanto o prefeito de Fucking, Franz Meindl, se queixou das brincadeiras. "Nós não achamos isso engraçado. Só queremos ficar sozinhos. Nós não prejudicamos ninguém e só queremos viver em paz", afirmou ele. (Fonte: Planeta Bizarro)
Nota do garçon:Imagine se essa moda pega na cidade de Curralinho, no Pará?
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Bem vindos a bordo

 
 






Por Elton Telles
No mês de agosto, o Cinema Falado dá início a uma nova série: o Rock n’ roll no Cinema. Porém, não se trata apenas de produções que incluíram alguma música do gênero na trilha sonora ou convidou algum rockstar para fazer uma pontinha no longa. Os filmes selecionados presta uma homenagem a importantes bandas/ cantores que revolucionaram o cenário do rock e criaram diferentes vertentes ou subgêneros do estilo musical. Nesta sexta-feira (07/08), começamos com o famoso quarteto de Liverpool, os Beatles, protagonistas da animação “O Submarino Amarelo” (1968), de George Dunning. O programa é apresentado por Thiago Ramari, Marcello Bulgarelli e Elton Telles, e vai ao ar, ao vivo, às 21h, com reprise no domingo, às 18h.O início do filme mostra a colorida e feliz Pepperland, uma cidade localizada a 80 mil léguas submarinas, onde reina a paz, o amor e a música. No entanto, para a surpresa dos habitantes, a cidade passa a ser atacada pelos “Maldosos Azuis”, cujo objetivo é acabar com a harmonia que impera em Pepperland. Assim, eles passam a transformar a população em estátuas sem cores e extinguem os músicos que formam a banda Sgt. Peppers Lonely Hearts Club Band, que trazia alegria ao lugar. É assim que o capitão Fred, morador na cidade, vai procurar ajuda externa e convoca John, Paul, George e Ringo, que a bordo de um submarino amarelo, passam por grandes aventuras até tentar acabar com os monstros que ameaçam a alegria da cidade.
O filme é considerado um clássico da animação pelo seu caráter amador e experimental. Enquanto os estúdios Walt Disney realizavam suas famosas animações com a mais sofisticada tecnologia da época, “O Submarino Amarelo” teve baixo orçamento, reunindo as técnicas alternativas dos desenhos e ilustrações da década de 1960. As “gravações” do filme foram, relativamente, conturbadas. Um dos motivos foi o desinteresse da banda, que não se preocuparam nem em dublar a si próprios no desenho e os desentendimentos do quarteto com o produtor musical George Martin, responsável pela trilha sonora instrumental. Após a conclusão do filme, os Beatles se arrependeram de não terem gravado as vozes, mas fizeram uma curta aparição – em carne e osso – nos últimos minutos de projeção.
O filme ainda mistura vários elementos da cultura dos anos 60, num roteiro que prima pelo surreal, mas que, às vezes, ganha sentido quando é amparado pelas canções apresentadas durante o filme, como “Nowhere Man” e “All You Need is Love”. Obrigatório aos fãs da banda, uma relíquia audiovisual e precursor também do videoclipe, “O Submarino Amarelo” leva o espectador a uma colorida e psicodélica jornada, em que a (boa) música é o combustível.
TÍTULO: O SUBMARINO AMARELO
TÍTULO ORIGINAL: YELLOW SUBMARINE
ANO: 1968
PAÍS DE ORIGEM: REINO UNIDO
DIREÇÃO: GEORGE DUNNING
ROTEIRO: LEE MINOFF, AL BRODAX, JACK MENDELSOHN, ERICH SEGAL E ROGER MCGOUGH, BASEADO NA CANÇÃO "YELLOW SUBMARINE", ESCRITA POR JOHN LENNON E PAUL MCCARTNEY
ELENCO: VOZES DE PAUL ANGELS, JOHN CLIVE E OS BEATLES

RÁDIO UNIVERSITÁRIA CESUMAR - 94,3
O programa pode ainda ser ouvido, no horário da tranmissão, através do site http://www.radiocesumar.com.br/
Para participar do programa:
Telefone: (44) 3031-6367
e-mail: cinemafalado@gmail.com / atendimento@radiocesumar.com.br
Comunidade no Orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=14478758
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Parabéns!

 
Ao reporter Roberto Silva e equipe de O Diário pela cobertura passo a passo do julgamento dos responsáveis pela morte da menina Fabíula. Acompanhei (e milhares fizeram o mesmo) pela internet. Mérito ainda pro Roberto que com suas fontes antecipou o resultado antes mesmo que o público presente ao julgamento soubesse: 00h41 (antecipado)Os réus Marcos Jesus da Silva e Luiz Cavichioli Fiorini acabam de ser condenados por homicídio doloso.o A votação foi apertada - 4 votos contra 3. Neste momento o juiz Cláudio Camargo dos Santos faz a dosagem da pena. Mais informações em minutos. O público que aguarda nas dependências do Fórum ainda não foi informado do resultado
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PS: pra fechar: 1h23 O juiz de Direito Cláudio Camargo dos Santos acaba de confirmar a condenação, por homicídio doloso, de Marcos Jesus da Silva e Luiz Cavichioli Fiorini. Conforme antecipado por O Diário, a decisão dos jurados foi de 4 votos contra 3. Na dosagem dos crimes incorridos, o magistrado estabeleceu uma pena 6,6 anos de reclusão em regime semi-aberto para Silva. Para Fiorini, a sentença foi de 6 anos de reclusão, também em regime semi-aberto. Caso não recorram da decisão, num prazo de cinco dias úteis, os réus deverão cumprir a pena na Colônia Penal Agrícola (CPA), em Piraquara, região metropolitana de Curitiba, ou em outra unidade prisional mais próxima. Os réus também foram condenados ao pagamento das custas do processo.

terça-feira, agosto 04, 2009

Especial


Hoje é aniversário de uma pessoa muito especial. Ela está lá em Petrópolis, provavelmente em meio a quadros, tintas e boleros. E quem ganhou presente fomos nós. Dona Martha enviou por sedex um dos seus novos quadros. Já está na parede.

É hoje!



Aniversário da jornalista e advogada Juliana Daibert, frequentadora do bar, mas um tanto sumida. Especialista em saúde, mas que está muito à vontade na editoria de cultura em O Diário. Abraços e beijos ao Luis, ao cão e também às abelhas.
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O caso Fabiula

 

 

Maringá acompanha o julgamento de dois rapazes que em 2003 faziam um 'racha' numa das principais avenidas da cidade. Tal irresponsabilidade acabou matando a jovem Fabíula Coalio, de 12 anos. A tragédia comoveu Maringá, começando pelas fotografias de Henri Jr, fotógrafo de O Diário do Norte do Paraná. Ele foi um dos primeiros a chegar ao local do atropelamento. A cena: Uma mãe desesperada abraçando o corpo da filha e pedindo desesperadamente que ela reagisse. Com o impacto, a menina foi jogada a uma distancia de 60 metros do local do acidente. Dizem que uma das estratégias da defesa deve ser a de “condenar” a imprensa por ter 'valorizado' a tragédia. Mas as imagens falam mais do que mil palavras. E tudo graças ao Henri. Méritos também para a reporter Josi Costa. Ela se dedicou ao caso, mas não foi fácil para a 'baixinha'. Ela retornava em prantos para a redação de O Diário Me contava que sentiu o cheiro da menina, que ainda uma criança, quando foi entrevistar a mãe no quarto da filha falecida. Aqui no blog, duas fotos de Henri: a do dia da tragédia e a de uma coleguinha de Fabiula segurando a mesma foto que hoje está estampada em camisetas de amigos da família.
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Empadinha de carne de sol

 

 

Massa
1 colher de sopa de banha de porco
1 colher de sopa de margarina
¼ de xícara de óleo
1 ovo
Sal
Trigo até a massa soltar das mãos
Preparo
Coloque todos os ingredientes numa tigela(menos o trigo). Vá colocando o trigo aos poucos, até dar o ponto de "massa podre". Deixe a massa coberta, descansando por uma hora na geladeira.
Recheio
300g de carne de sol (carne seca)
1 tomate grande ou 2 pequenos
1 cebola
2 dentes de alho
Azeitona a gosto
Sal a gosto
Salsinha
1 colher de sopa de trigo (somente para engrossar o caldo.)
Modo de Fazer
Deixe a carne de sol de um dia para o outro de molho. Troque pelo menos 3 vezes a água. No dia seguinte, ferva até que fique macia ao ponto de você conseguir desfiar com a mão.
Em uma panela acrescente um fio de óleo, o alho a cebola e o tomate. Coloque a carne já desfiada e as azeitonas. Mexa. Coloque um pouco de água e deixe ferver. Coloque a salsinha e engrosse o molho com o trigo dissolvido em ¼ de xícara de leite. Deixe o recheio esfriar. Abra a massa fina e coloque em forminhas de empada. Ponha o recheio e faça a tampinha, cubra, pincele com gema de ovo. Leve ao forno.
Dicas:- Só coloque sal no recheio se for necessário, pois a carne de sol já é salgada e a azeitona também.
- Não unte a forma de empada.
- Invente o seu recheio, pois esta massa serve para qualquer recheio de empada.
- Não faça o recheio muito mole, pois dificultara na hora de rechear a empada.Não esqueça que o recheio deve estar frio na hora de ser colocado nas forminhas.
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segunda-feira, agosto 03, 2009

Tocando os 7


Participei na noite desta segunda feira do programa Tocando os 7 com as futuras colegas de profissão Lizandra e Maiara. Foi muito divertido. Eu tive que comentar sete músicas que marcaram minha vida. As escolhidas não são necessariamente as melhores, mas que trazem algum tipo de recordação. Quando o programa for ao ar, será possível entender essa mistura de Godspell, Gal Costa, Vouyage, Paula e Bebeto, Simon & Garfunkel e o tema do Capitão Aza. Por enquanto, fica por aqui somente a salada musical. (Foto de Zuba Ortiz)
Paula e Bebeto
 Gal - Paula e Bebeto

A horse with no name
 America - A Horse With No Name

Meu Bem Meu Mal
 Gal Costa - Meu bem, meu mal

Day by Day
 Robin Lamont - Day by Day

Voyage Voyage
  VOYAGE VOYAGE - DESIRELESS

Mrs Robinson
 Simon and Garfunkel - Mrs. Robinson

Sideral
 Leoni - Sideral (tema do Capitao aza)





domingo, agosto 02, 2009

Frozen Memories


Versão em inglês de Trocando em Miúdos, de Chico Buarqie e Francis Hime.É com a Lani Hall. Gravação de 1980, produção Bar do Bulga. Hall pertenceu a lendária banda Sergio Mendes & Brasil 66

Oséias pai



Nasceu na sexta-feira a pequena Lívia, filha do comunicador Oséias Miranda. Ele conta: "Confesso que é uma sensação muito especial. Seja bem vinda minha filha. Vocêis não acham que é a cara do papai?"
Resposta: Ela tem mais cabelo do que o pai.

sábado, agosto 01, 2009

Começa o Festival de Bonecos em Maringá

Época dos ipês

Taxi!! Taxi !!

O Diário destaca uma reportagem da competente Carla Guedes sobre o valor abusivo do taxi em Maringá. São quase três reais por quilômetro rodado. A tarifa está entre as três mais caras do Estado dentre os municípios com mais de 200 mil habitantes. O quilômetro rodado durante o dia custa R$ 2,20. À noite (das 19 às 7 horas) e nos fins de semana (do meio-dia de sábado às 7 horas de segunda-feira), o passageiro paga R$ 2,80. É cobrada também a bandeirada, taxa inicial para qualquer trajeto, independentemente da distância a ser percorrida, cujo valor é R$ 3,50. Interessante é que em Maringá os taxis não rodam, isto é, você tem que ir ao ponto ou telefonar. Meus parentes do Rio acham estranho isso. Certa vez,quando peguei um taxi da rodoviária até ao meu apartamento, o taxista ainda queria cobrar valores extras por cada bagagem transportada na mala! Aqui taxi é sinônimo de luxo e não de necessidade diante de um transporte público praticamente inexistente. Outra: os taxistas de Maringá não querem mais a cor branca como padrão dos taxis. Pedem o cinza metálico.

(Nota: certa vez, na redação de O Diário, alguem perguntou se táxi tem acento. Claudio Viola foi direto: "Tem pelo menos cinco!" )