quinta-feira, julho 13, 2017

Joaquim Monteiro

Nem sempre o amor
é uma janela aberta
ao sol dos dedos


à intensa e carregada
floração dos lábios

mas também o instante
de silabas de espanto
onde o silêncio faz cama.





Joaquim MONTEIRO
2017-06-30
(© todos os direitos reservados)


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