-
Nasceu em 1981, em Cape Town, África do Sul, onde vive até hoje.
-
Formou-se em Fine Art pela University of Stellenbosch em 2003
-
Começou a se interessar por fotografia durante seus estudos, e evoluiu para ser um artista cujo meio principal é a fotografia, com fortes influências e intervenções digitais
Dillon Marsh trabalha bastante com a relação entre seres humanos e meio-ambiente. Algumas linhas de investigação:
-
Nos seus trabalhos mais antigos, ele constrói séries tipológicas: ou seja, isolando características de paisagens ou de objetos no ambiente para que se tornem visíveis relações sutis entre o “natural” e o “artificial”.Intervenções visuais + CGI - Em seus trabalhos mais recentes, ele incorpora imagens geradas por computador para revelar dinâmicas ou escalas que a fotografia pura não permitiria mostrar, como volumes de material extraído de minas, por exemplo. Mineradoras, extração e impacto ambiental
Uma de suas séries mais conhecidas é For What It’s Worth, em que Marsh visualiza quanto material (ouro, cobre, diamante etc.) foi extraído de minas em regiões da África do Sul. Ele coloca esferas ou volumes representativos desses materiais nas próprias paisagens mineradas, criando um contraste visual forte
Outro trabalho, Assimilation, documenta ninhos de aves Sociable Weaver construídos em postes de telefone no Deserto do Kalahari, evidenciando como a vida animal interage com infraestruturas humanas, às vezes adaptando-se ou apropriando-se delas. Ausência humana como presença simbólica
Muitas fotos de Marsh mostram paisagens ou construções abandonadas, objetos deixados para trás, ou comunidades que desapareceram. Não são retratos de pessoas, mas mostram indícios de sua presença — casas vazias, carros sucateados, ambientes degradados. Isso cria uma narrativa forte sobre mudança, memória, abandono




Nenhum comentário :
Postar um comentário