CLOSE ENCOUNTERS OF THE THIRD KIND | 1977 dir. Steven Spielberg
O título do filme vem da classificação criada pelo astrônomo e ufólogo J. Allen Hynek.
1º Grau: Avistamento de luzes.
2º Grau: Evidências físicas (marcas no solo, interferência em rádio).
3º Grau: Contato real com seres biológicos.
Curiosidade: O próprio Dr. Hynek faz uma pequena aparição (cameo) no final do filme, fumando um cachimbo entre a multidão que observa a nave.
Diferente de outros filmes de "invasão", aqui os alienígenas não usam armas, mas arte. As cinco notas musicais icônicas (compostas por John Williams) e os painéis de luzes coloridas foram a forma que Spielberg encontrou para mostrar que a matemática e a música são as linguagens universais.
Fato técnico: A sequência musical foi baseada no conceito de "solfejo" e sinais de mão de Curwen, uma técnica de ensino musical.
3. A Presença de François Truffaut
Um dos maiores trunfos culturais do filme foi a escalação de François Truffaut, um dos líderes da Nouvelle Vague francesa, para o papel do cientista Claude Lacombe. Foi o único filme em que Truffaut atuou fora de suas próprias produções, simbolizando a união entre o cinema de arte europeu e o blockbuster americano.
4. A Obsessão de Roy Neary (Richard Dreyfuss)
O filme aborda o lado obscuro da curiosidade: Roy Neary fica tão obcecado pelas visões da Devil's Tower (a montanha de Wyoming) que abandona sua família. É um retrato cru de como um "contato" mudaria a psique humana, transformando cidadãos comuns em visionários (ou loucos).





Nenhum comentário :
Postar um comentário