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| O quadrado não quer rolar. TERRA CELTA. O Mundo Em Movimento. Mais um evento com a chancela da VIAPAR. |
domingo, novembro 20, 2016
Terra Celta - evento O mundo em Movimento
sábado, novembro 19, 2016
Pauteiros
Jornalistas não podem mais dizer que são pauteiros ou pauteiras. O politicamente correto é "profissionais do sexo" .
sexta-feira, novembro 18, 2016
quinta-feira, novembro 17, 2016
terça-feira, novembro 15, 2016
segunda-feira, novembro 14, 2016
Haven Museum
O Vent Haven Museum (em Kentucky, Ohio, EUA) é o único museu do mundo dedicado a bonecos de ventrilocos. O acervo tem mais de oitocentas peças.
domingo, novembro 13, 2016
A Brazileira
A Brazileira, também conhecida como A Brazileira do Chiado é um café emblemático da cidade de Lisboa, fundado em 19 de Novembro de 1905 na Rua Garrett, n.º 120-122, junto ao Largo do Chiado, em Lisboa.
A brasileira do Chiado vendia o "genuíno café do Brasil", produto muito pouco apreciado ou até evitado pelas donas de casa lisboetas naquela época. O estabelecimento foi fundado por Adriano Soares Teles do Vale, avô do cineasta Luís Galvão Teles.
Adriano Teles nasceu na Casa de Cimo d'Aldeia, em Alvarenga, concelho de Arouca onde, curiosamente, Fernando Pessoa, frequentador assíduo do café, também tinha raízes familiares do lado paterno.
Ainda jovem, Adriano Teles emigrou para o Brasil. No Brasil fundou um estabelecimento comercial, inicialmente chamado "Ao Preço Fixo", que incluía também casa de câmbios, e dedicou-se à produção agrícola, em particular de café, com o que enriqueceu nos finais do século XIX. Regressado a Portugal no início do século XX, devido aos problemas de saúde da sua mulher que acabaria por falecer, criou uma rede de pontos de venda do café que produzia e importava do Brasil: as famosas "Brasileiras".
Mas o fundador da Adriano Soares foi também um homem de cultura, com interesse pela música e pela pintura. Fundou a Banda de Alvarenga, financiando a compra dos seus primeiros instrumentos, e fez da Brasileira do Chiado o primeiro museu de arte moderna em Lisboa. No Brasil, ainda no séc. XIX, passou pela imprensa e pela política, tendo sido Vereador da Câmara da cidade onde casou e se estabeleceu. Em 1908 faz uma remodelação, criando então a cafetaria.
A Brazileira do Chiado mantém uma identidade muito própria, quer pela especificidade da sua decoração, quer pela simbologia que representa por se encontrar ligada a círculos de intelectuais, escritores e artistas de renome como Fernando Pessoa, Almada Negreiros, Santa Rita Pintor, José Pacheko ou Abel Manta, entre muitos outros. A assiduidade de Fernando Pessoa motivou a inauguração, nos anos 80, da estátua em bronze da autoria de Lagoa Henriques, que representa o escritor sentado à mesa na esplanada do café. (Wikipedia)
Fotos de 2014 - Bar do Bulga
A brasileira do Chiado vendia o "genuíno café do Brasil", produto muito pouco apreciado ou até evitado pelas donas de casa lisboetas naquela época. O estabelecimento foi fundado por Adriano Soares Teles do Vale, avô do cineasta Luís Galvão Teles.
Adriano Teles nasceu na Casa de Cimo d'Aldeia, em Alvarenga, concelho de Arouca onde, curiosamente, Fernando Pessoa, frequentador assíduo do café, também tinha raízes familiares do lado paterno.
Ainda jovem, Adriano Teles emigrou para o Brasil. No Brasil fundou um estabelecimento comercial, inicialmente chamado "Ao Preço Fixo", que incluía também casa de câmbios, e dedicou-se à produção agrícola, em particular de café, com o que enriqueceu nos finais do século XIX. Regressado a Portugal no início do século XX, devido aos problemas de saúde da sua mulher que acabaria por falecer, criou uma rede de pontos de venda do café que produzia e importava do Brasil: as famosas "Brasileiras".
Mas o fundador da Adriano Soares foi também um homem de cultura, com interesse pela música e pela pintura. Fundou a Banda de Alvarenga, financiando a compra dos seus primeiros instrumentos, e fez da Brasileira do Chiado o primeiro museu de arte moderna em Lisboa. No Brasil, ainda no séc. XIX, passou pela imprensa e pela política, tendo sido Vereador da Câmara da cidade onde casou e se estabeleceu. Em 1908 faz uma remodelação, criando então a cafetaria.
A Brazileira do Chiado mantém uma identidade muito própria, quer pela especificidade da sua decoração, quer pela simbologia que representa por se encontrar ligada a círculos de intelectuais, escritores e artistas de renome como Fernando Pessoa, Almada Negreiros, Santa Rita Pintor, José Pacheko ou Abel Manta, entre muitos outros. A assiduidade de Fernando Pessoa motivou a inauguração, nos anos 80, da estátua em bronze da autoria de Lagoa Henriques, que representa o escritor sentado à mesa na esplanada do café. (Wikipedia)
| Ana e Fernando Pessoa |
Alexey Mashutikov
As bonecas bacanas de Alexey Mashutikov

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sábado, novembro 12, 2016
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