quinta-feira, junho 27, 2013

Retrô - 1971 - Botafogo x Fluminense



O INSTITUTO MAIS MEMÓRIA relembra a decisão do Campeonato Carioca de 1971, controvertida, dramática  e polêmica, certamente, uma das mais conturbardas da história do futebol do Rio de Janeiro.
A decisão ocorreu no dia 27 de junho de 1971 e merece uma menção, pois os personagens principais, estão vivos e podem falar sobre o lance ocorrido aos 43′ minutos da etapa final, no famoso gol de Lula.
O Botafogo formou naquele ano, o que denominou-se  SELEFOGO, pois tinha os tricampeões CARLOS ALBERTO TORRES, BRITO, PAULO CÉSAR LIMA E JAIRZINHO, além de jogadores extraordinários como Ubirajara Mota, Paulo Henrique (trocado por empréstimo com Roberto Miranda com o Flamengo), Zequinha,  Carlos Roberto, Nei Conceição e os promissores Osmar, Nilson Dias e Careca.
A equipe do Fluminense era a base campeã da Taça de Prata de 1970, e era treinada por Zagallo em substituição a Telê Santana que se transferira para o Atlético-MG.  Destaque para Félix e Marco Antônio (tricampeões mundiais de 1970), Flávio, Denilson, Lula, Cláudio, Cafuringa, Galhardo e Assis.

Fonte INSTITUTO MAIS MEMÓRIA

segunda-feira, junho 24, 2013

Morre Richard Matheson, mestre do fantástico...

O grande escritor de ficção científica, Richard Matheson, morreu ontem. Escritor de roteiros famosos do cinema fantástico, também brilhou criando histórias para  Twilight Zone ((além da Imaginação) Ele escreveu dezesseis episódios para o show, incluindo o clássico,Nightmare at 20,000 Feet , aquele em que o pobre William Shatner é aterrorizado por um demônio na asa do avião.Também colaborou em Star Treck Jornada nas Estradas



Roteiro da obra prima O Homem que Encolheu

Duel - Encurralado - drigido por Spilberg



Outra obra fantástica: A |Casa da Noite Eterna 
















Richard Matheson ficou famoso como autor de clássicos literários da ficção científica como "Eu sou a lenda" e "Amor Além da Vida", Morreu no domingo aos 87 anos, informou nesta segunda-feira sua filha, Ali Marie Matheson, no Facebook.
"Meu amado pai morreu ontem em casa rodeado de pessoas e coisas que amava. Era divertido, brilhante, carinhoso, generoso, criativo e o pai mais maravilhoso do mundo. Sentirei saudades e te amarei sempre. Sei que agora estás contente e com saúde em um lugar maravilhoso, cheio de amor e alegria", escreveu a filha de Matheson.
Os motivos de sua morte não foram revelados, mas publicações especializadas apontavam que o autor estava há tempos lutando contra uma grave doença.
A imaginação de Matheson, conhecido por humanizar tramas impossíveis e dotar de um ângulo científico grande parte de suas premissas mais sugestivas, foi um imã para Hollywood.
Seu livro "Eu sou a lenda", por exemplo, foi adaptado em três ocasiões, a última com Will Smith, em um filme de 2007 dirigido por Francis Lawrence que arrecadou quase US$ 600 milhões no mundo todo.
Nos últimos anos, Hollywood voltou a adaptar suas obras com filmes como "Gigantes de Aços" (2011), protagonizada por Hugh Jackman, e "A Caixa" (2009), com Cameron Díaz, baseadas em seus contos "Steel" e "Button, Button", respectivamente.
Matheson também se encarregou de escrever roteiros para a televisão, em séries como "Além da Imaginação" e "Jornada nas Estrelas".



quinta-feira, junho 20, 2013

Retrô - João Só



25/09/2005

Marcelo Bulgarelli

Ele gravou dezenas de discos e muitos compactos. Mas ficou famoso por uma só música. Seu único sucesso, Menina da Ladeira, é uma constante nos flash-backs daqueles que passaram a década de 70 com um violão ao redor da fogueira.
Mas quem foi e que fim levou João Só? Sua biografia completa é um tanto difícil de encontrar. O nome dele não consta da Enciclopédia Folha de Música Popular, mas está no Dicionário Cravo Albin, na internet. João Evangelista de Melo Fortes nasceu em 1943 em Teresina (PI). Era filho caçula de uma família que já contava com 11 irmãos.
Aprendeu a tocar violão e cavaquinho como autodidata, já em Salvador. Participou, ainda na infância, de programas de rádio e passou a trabalhar como profissional aos 15 anos. Foi um artista da noite de Salvador, tocando violino, bongô e contrabaixo.
Mas foi no final da década de 60 que João Evangelista teve sua grande oportunidade na TV Aratu. Em determinado momento de um programa - segundo dados obtidos pelo Jornal do Brasil - o produtor David Raw perguntou qual era o seu nome e ele respondeu: É João, só. E o nome ficou.
O cantor Miltinho o levou para a gravadora Odeon. João Evangelista já respondia pelo nome de ?João Só? quando gravou Menina da ladeira. Foi um sucesso estrondoso. Shows, televisão, rádio. Só tocava João Só.
O compositor ainda gravou, em 1972, um disco na Argentina, ao lado de Paulo Diniz (autor do mega-sucesso ?Eu Quero Voltar pra Bahia?). Mas o sucesso de Menina da Ladeira não refletiu nos discos posteriores.
Passou, então, a se dedicar a shows em São Paulo até regressar para Salvador. Um infarto em 20 de junho de 1992 tirou a vida de João Só. Morreu ao lado da família.

Menina da Ladeira
Bm7 E7 A
Menina que mora na ladeira
Bm7 E7 A
E desce a ladeira sem parar
Bm7 E7 A
Debaixo do pé da laranjeira
Bm7 E7 A
Se senta pra poder descansar (BIS)
F E
Silêncio profundo a menina dormiu
F E
Alguém que esperava tão logo partiu, partiu
Gm D
Partiu para sempre para o infinito
Dm E
Um grito ouviu
Bm7 E7 A
Chorando levanta a menina
Bm7 E7 A
Correndo ligeiro sem parar
Bm7 E7 A
Debaixo do pé da laranjeira
Bm7 E7 A
Há sempre alguém a esperar
F E
Violeiro tocando, estrela a brilhar
F
Violeiro em prece
E
Em prece ao luar, luar
Gm D
Tal noite vazia espere a menina
Dm E
Tão linda não, não vá
Bm7 E7 A
Chorando levanta a menina
Bm7 E7 A
Correndo ligeiro sem parar
{Assa, passa passa}
Bm7 E7 A
Debaixo do pé da laranjeira
Bm7 E7 A
Há sempre alguém a esperar
Bm7 E7 A
Debaixo do pé da laranjeira
Bm7 E7 A





segunda-feira, junho 17, 2013

EM ALGUM LUGAR DO PASSADO...


Quem diria: eu participei do "Fora Collor" e descobri tal matéria na internet.
 

O autor é Silvio Barsetti, do Estadão, amigão dos tempos da faculdade.A matéria foi publicada no Estado de S. Paulo em 7 de setembro de 1992 

Apesar do mau tempo, cariocas vão às ruas pedir impeachment 
RIO-A chuva atrapalhou, mas não impediu centenas de pessoas de participarem de uma passeata pelos bairros de Copacabana, Leme e Ipanema, Zona Sul do Rio, exigindo o impeachment do presidente Fernando Collor. A partir das 11h30 a manifestação, organizada pelo Movimento pela Ética Na Política, percorreu as Avenidas Atlântica e Vieira Souto. (...)Nas janelas de muitos prédios, faixas e panos pretos. Por causa da temperatura, oscilando entre 15 e 17 graus, as roupas pretas foram escondidas por agasalhos grossos e guarda-chuvas multicoloridos. "Na chuva! Na rua! O luto continua", gritavam os mais exaltados. No Posto 6, em Copacabana, os manifestantes fizeram um minuto de silêncio "em memória ao governo Collor". Junto com cabos eleitorais, desfilavam os candidatos à prefeitura do Rio, Benedita da Silva (PT), Técio Lins e Silva (PST) e Homero de Souza (PFS). O radialista Marcelo Bulgarelli, 28 anos, rasgou o talão de cheques e pregou a renúncia de Collor. "O que ele fez com a Nação merece nosso repúdio; estou indignado. "Em Ipanema, foram recolhidas assinaturas em favor do impeachment e contra o voto secreto na Câmara. O abaixo-assinado será entregue ao Congresso no dia da votação.


sexta-feira, junho 14, 2013

Os piores monstros da historia do cinema

Tosqueira pura!  Humor involuntário...

Humberto Werneck

Noite muito proveitosa com o escritor e jornalista Humberto Werneck



O escritor Humberto Werneck esteve no dia 12 de junho no SESC Maringá para uma\conversa informal sobre jornalismo e cronica. Werneck, um dos maiores conhecedores e praticantes desse grande gênero literário “menor”, tão querido pelos leitores brasileiros. Por que a crônica se estabeleceu tão firmemente no Brasil? O que a caracteriza e o que vem mudando nela com a passagem das décadas? Quais suas origens, seus maiores nomes, seus representantes contemporâneos? E os jornais, estão dando à crônica o espaço merecido? O que faz de um alguém um ótimo cronista?
Werneck nasceu em Belo Horizonte (MG), em 1945. Mudou-se para São Paulo (SP) em 1970. Escritor, biógrafo e cronista, é autor de livros como Esse inferno vai acabar, O espalhador de passarinhos, O Pai dos burros, O Santo Sujo - A Vida de Jaime Ovalle, O destino da rapaziada e Pequenos Fantasmas. Jornalista, começou Carreira no Suplemento Literário de Minas Gerais. Depois, passou pelas redações de Veja, Jornal da República, IstoÉ, jornal do Brasil, Elle e Playboy, e foi correspondente do Jornal da tarde em Paris. Atualmente, publica crônicas no Estado de S. Paulo e no site Vida Breve.

Elas nos filmes de horror