Terça-feira, Fevereiro 09, 2010

Lembranças


José Ramiro Sobrinho, o Pena Branca (nascido em Igarapava, interior de São Paulo em 1939, morto em São Paulo, 2010) e Ranulfo Ramiro da Silva, o Xavantinho (nascido em Uberlândia em 1942, morto em 1999).

Carnaval 1

Se o amor é fantasia, eu me encontro ultimamente em pleno carnaval.
Vinícius de Moraes

Segunda-feira, Fevereiro 08, 2010

O Blog do Mug

Essa é do blog MUG BONECO DA SORTE totalmente dedicado a esse talismã que surgiu na década de 60. É lógico que não me lembro de nada ou quase nada. O que restou foi esse boné (aqui devidamente colocado na cabeça da Ana). Curioso é que o blog do Mug conta que até Chico Buarque lamentou o dia em que roubaram o boneco dele. O Mug vinha com um folheto que tentava explicar a origem dessa coisa (muito feia por sinal).


Domingo, Fevereiro 07, 2010

Seres intergaláticos no meu quarto


Colecionador de gibis e esperançoso por aventuras, estava eu lá com meus 10 ou 11 anos lendo uma daquelas revistinhas da Disney quando...Uau!
“Chegaram os Kikos Marinhos! monstrinhos de verdade que você pode ter em casa!”
Era fantástico demais para ser verdade. Seres de outro planeta sendo criados no meu quarto para deixar a turma da rua babando de inveja!
Acho que devo ter torrado o saco da minha mãe, pois a próxima imagem que vem à mente são ruas de Copacabana, precisamente perto da avenida Atlântica. Caminhávamos eu e dona Martha, minha mãe. Devíamos está andando há bastante tempo, pelo que posso recordar do olhar contrariado dela. O endereço era aquele mesmo. No Rio, para comprar Kikos Marinhos, somente naquele estranho endereço em Copacabana.
Enfim, chegamos. Não era uma loja, mas um prédio residencial. O porteiro indicou o número do apartamento e lá fomos nós rumo a uma aventura que já deveria ter começado.
Lembro que o prédio era muito antigo, talvez da década de 40. O elevador ainda contava com aqueles ponteiros que indicam o número do andar. Escuro e barulhento. Sinistro, muito sinistro.
No apartamento indicado, surgiu uma senhora gorda, simpática e de rosto exótico que já nos aguardava. O local era cheio de objetos orientais com as paredes forradas de tapetes grossos e estampados.
A proprietária não escondia o sotaque. Acho que era espanhola.
“Então você quer Kikos Marinhos, não é?”
Devo ter balançado com a cabeça. Minha mãe perguntou se havia algum Kiko já crescido que ela pudesse nos mostrar.
A dona pegou um aquário redondo em cima da geladeira e nos mostrou: “Olhem como são bonitos!”
Até hoje acho que vi alguma coisa. Minha mãe acha que sim. Tinha realmente algumas criaturinhas nadando por ali, mas não dava saber que bicho era aquele.
Minha mãe perguntou se eu queria realmente levar aqueles estranhos seres. No íntimo, ela torcia por um ‘não’, mas já era tarde. A dona redonda interveio logo e colocou aquele enorme rosto exageradamente maquiado bem perto dos meus olhos: - É lógico que ele quer! Os Kikos vão crescer! Eles vão ter “bigodom”!!!
Nessa altura eu já estava doido para sair dali e ir pra casa experimentar os seres intergaláticos. Enquanto isso, Dona Martha já estava convencida que não haveria escolha diante de um filho chato e de uma espanhola simpática (para não dizer ameaçadora).
Ao chegar no calçadão, minha mãe não parava de rir. ‘Se eu contar pra alguém, ninguém vai acreditar”, comentou.
Chegamos em Petrópolis e junto com meu irmão Márcio – uns oito anos mais velho – passamos a seguir as instruções. O kit continha um pó para preparar a água, outro com os ovos dos Kikos e o terceiro com comida.
Os bichos deveriam nascer em 24 horas. Não, acho que em 36 horas. É uma questão de tempo. Criança não tem paciência! Uma semana, talvez...
Já havia desistido. Meu irmão ainda guardou alguns ovos e conseguiu faze-los eclodir. Vi algo que deveria ser os Kikos nadando num copo de geléia de mocotó Imbassa. E só.
Dias depois, o Jornal do Brasil (minha mãe era assinante) publicou uma matéria alertando os pais sobre o engodo que eram os Kikos Marinhos. Os tais bichinhos não passavam de crustáceos, uma artemia que servia até como ração para peixes. E para fechar, dizia que com o nome comercial de Kikos Marinhos, as artemias estavam sendo vendidas por até 300 cruzeiros!!
Juro que desde aquele dia eu nunca mais toquei no assunto Kikos Marinhos com ninguém. Principalmente com a Dona Martha.
Hoje fiquei sabendo que em 2006, os tais bichinhos voltaram a berlinda– desta vez em bancas de jornal – por 15 reais. Onde eu os encontraria hoje? Comentei o caso com a Ana e a resposta dela foi enérgica:
“Já temos três tartarugas e um agapornis. Você que vá cuidar! Eu não vou ficar trocando água de animal marinho nenhum!”.
Acho que vou continuar frustrado. O kit Kikos já não está nas bancas e os bichos só existem comercialmente nos Estados Unidos como ‘Sea Monkeys”. Diante da constatação, me calei e comecei a escrever. Por onde andará a espanhola do ‘bigodom’?

Trio de Ouro

O trio de ouro das cervejas uruguaias. Todas podem ser encontradas eventualmente nos supermercados de Maringá. A campeã de venda é a Pilsen. Porém, gosto muito da Norteña.

Sábado, Fevereiro 06, 2010

'Um homem respeitadíssimo'


“Eu acreditava na ecologia antes mesmo de existir essa palavra” - Adriano José Valente (em entrevista a Marcelo Bulgarelli - O Diário do Norte do Paraná - 10/10/2001)


" Eu gostava muito do falecido João Paulino. Porque tinha muita iniciativa. E gosto muito do Adriano Valente. É um prefeito que eu respeito muito. Até hoje ele caminha na Boca Maldita, na avenida Brasil... É um homem respeitadíssimo". - (José Claudio Pereira Neto, então prefeito de Maringá em 2002 - Matéria 'A cidade dos sonhos' - O Diário  do Norte do Paraná)



Maringá perdeu neste sábado (6), aos 88 anos o ex-prefeito de Maringá Adriano José Valente,. vítima de câncer no pâncreas.Ele ajudou a criar a Universidade Estadual de Maringá (UEM), o Parque do Ingá, Centro de Exposições, 4º Batalhão de Polícia Militar e parte do Corpo de Bombeiros. É também de sua época o início da assistência social e a expansão da rede de água para bairros periféricos do município.




Vídeo produzido pela Associação Comercial e Industrial de Maringá - ACIM

Impagável

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Sexta-feira, Fevereiro 05, 2010

A pioneira


Essa foi a lata original da Skol na década de 70 - a primeira cerveja em lata do Brasil. Os brasileiros não aceitaram a embalagem. Achavam que o sabor ficava diferente da versão em garrafa. Muitos chegavam a colocar sal e limão na borda da lata. Achavam que o sabor melhorava. O lançamento contou com um jingle que dizia mais ou menos assim:
Com Skol a gente se sente
Com Skol se vive melhor
O mesmo sabor, uma cerveja moderna...

Para colecionadores


Eis a latinha personalizada da Nova Schin para o Carnaval 2010. É a patrocinadora da Liga das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa) e do carnaval de Salvador.

Preciosa: Uma História de Esperança

Assisti esse filme no início da semana e até agora é o melhor dos indicados ao Oscar. É claro que não leva. Uma produção independente com excelente elenco.  Vale a pena conferir. 
Sinopse: A adolescente afro-americana, obesa, analfabeta Clareece “Precious” Jones  vive no Harlem com sua familia desajustada; engravidada duas vezes pelo pai e em uma relação destrutiva com a sua mãe . Precious recebe o convite para entrar em uma escola alternativa, onde ela tem esperança de poder mudar a direção de sua vida.

Confira AQUI
 
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