domingo, janeiro 31, 2016

Thunderbirds

Ilha Secreta - brinquedo lançado no Brasil sobre os  Thunderbirds.

25/09/2005 21:27
Quem está faixa dos 40 deve se lembrar daquelas séries de aventuras protagonizadas por marionetes. Os personagens criados por Gerry Anderson viraram uma febre. Diariamente, a TV Tupi exibia um episódio de Joe 90, Capitão Escarlate e, principalmente, Thunderbirds. Eram as aventuras da família Tracy e seus fantásticos foguetes.
A turma era liderada pelo patriarca, o ex-astronauta Jeff Tracy. Ele comandava os cinco filhos e ainda contava com a agente Lady Penélope. Formavam a equipe do Resgate Internacional, uma organização secreta baseada em uma ilha. Realizava missões na terra, no ar, no mar e até no espaço. Melhor ainda, são os roteiros. Ação inteligente e sem exageros.
Mas os saudosistas têm o que comemorar. A MGM/Fox está lançando uma caixa dedicada à série, originalmente exibida entre 1965 e 66. De quebra, dois longas: Thunderbirds em Ação e Thunderbird 6'.
Em DVD, as cores e os cuidados cenográficos ganharam uma nova dimensão. Aliás, o trabalho é quase artesanal, a começar pelos bonecos que mediam 45 centímetros.
O DVD tem comentários do diretor, da produtora Sylvia Anderson, detalhes da produção e galeria de fotos animada. O preço que não é nada saudosista. A caixinha custa R$ 70, em média.




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Thunderbirds are go, Intro



sábado, janeiro 30, 2016

Nosso acervo de Kieslowski


Nosso Acervo de Brian de Palma

Revista Recreio

A primeira versão da revista Recreio marcou época no início da década de 1970. Extremamente pedagógica, tinha histórias de grandes nomes da literatura infantil como Ruth Rocha. Muito legal também eram os brinquedos de papel com a "cidade de Recreio", o Circo e 'O Tesouro.


















Topo Gigio

Ele foi uma febre em 1970 e ainda tentou retornar na década de 80, mas sem o mesmo resultado. Em 1969 o simpático ratinho Topo Gigio estreava no programa “Mister Show” da novata emissora Rede Globo. No comando do programa, Agildo Ribeiro sob a direção de Augusto Cesar Vannucci.
A presença de Agildo Ribeiro logo foi abafada diante da presença do falante Gigio. Ele cantava “Chove Chuva” de Jorge Benjor (na época, ainda Ben), “Meu Limão, Meu Limoeiro” e outros sucessos do final dos anos 60.
Topo Gigio era uma marionete de pano com 30 centímetros de altura, criada na Itália por Maria Perego. Daí o seu sotaque italiano. Teve diversas versões. Nos Estados Unidos, ganhou fama no programa de Ed Sulivann. Hoje, um brinquedo de Gigio daquela época é disputado a tapa em leilões da internet.
No Brasil, foi ídolo da criançada. Sua participação ao lado de Agildo durava apenas 15 minutos. As cenas eram gravadas previamente para não revelar os truques de manipulação. O momento máximo era despedida: Gigio sempre pedia “um beijinho de boa noite” balançando a perninha.
Porém, a turma do O Pasquim – jornal satírico e de oposição ao regime militar – não poupou o ratinho. Ziraldo e Cia achavam que Gigio era meio gay. Na verdade, a politização da redação do Pasquim jamais admitiria um personagem “direitinho” adotado pelas famílias de classe média num período tão negro da história.
Gigio se despediu no final de 1970, levando uma trouxinha no ombro. Choradeira geral diante da telinha. Voltaria em 1983 na Bandeirantes, sem o mesmo carisma.





sexta-feira, janeiro 29, 2016

Há um pássaro azul no meu coração

O Pássaro Azul

Há um pássaro azul no meu coração
que quer sair
mas eu sou demasiado duro para ele,
e digo, fica aí dentro,
não vou deixar
ninguém ver-te.
há um pássaro azul no meu coração
que quer sair
mas eu despejo whisky para cima dele
e inalo fumo de cigarros
e as putas e os empregados de bar
e os funcionários da mercearia
nunca saberão
que ele se encontra
lá dentro.
há um pássaro azul no meu coração
que quer sair
mas eu sou demasiado duro para ele,
e digo, fica escondido,
queres arruinar-me?
queres foder-me o
meu trabalho?
queres arruinar
as minhas vendas de livros
na Europa?
há um pássaro azul no meu coração
que quer sair
mas eu sou demasiado esperto,
só o deixo sair à noite
por vezes
quando todos estão a dormir.
digo-lhe, eu sei que estás aí,
por isso
não estejas triste.
depois,
coloco-o de volta,
mas ele canta um pouco lá dentro,
não o deixei morrer de todo
e dormimos juntos
assim
com o nosso
pacto secreto
e é bom o suficiente
para fazer um homem chorar,
mas eu não choro,
e tu?

Charles Bukowski BUKOWSKI, C., The Last Night of the Earth Poems, 1992.

marcos Valle - Capitão de Industria

Milongas


Elton Telles,Cibele Chacon e Rachel Coelho e eu na Toca do Shreck em Maringá.

Avenida Paulista, 10 de maio de 2014

Novela João da Silva

Uma novela didática. assim era "João da Silva" exibida entre 1973/74 pela Rede Globo e produzida pela TV Rio. Foi idealizada pelo Professor Gilson Amado (o criador da TV E).
A música tema foi criada por Jorge Mello. Nelson Xavier protagonizava a novela (que teve 100 episódios) fazendo par romântico com a atriz Maria Cristina Nunes (filha do roteirista de programas humorísticos Max nunes). Dentre os atores, a participação especial de Procópio Ferreira, pai de Bibi Ferreira. .


 O música tema dizia:

"Bolsa tiracolo
chinelo de couro cru
Se ela fosse uma estrela
Eu seria o Cruzeiro do Sul"

quinta-feira, janeiro 28, 2016

Valisere




14/10/2005 01:44

Uma das campanhas mais belas da W/Brasil de Washington Olivetto. Muita sensibilidade. Premiadíssima. Uma das melhores dos anos 80.




quarta-feira, janeiro 27, 2016

Ecos from:Misery (1990)




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Ecos from Saturday Night Feve



Publicidade Jornal do Brasil 

Reunião de cachorros




Geração Cocota

Revista Manchete, 12 julho de 1975 

25/09/2005 21:53
Marcelo Bulgarelli


De hippie, a jovem passou a ser cocota. Apenas um outro rótulo, o mais atualizado, para definir o estilo de vida adotado por adolescentes: o uso e abuso dos jeans, do tênis, da sandália havaiana, o gosto por atividades livres, como o surfe e a curtição do rock e das gírias.
E assim existiu uma geração de meninas da faixa de 15 anos que nos anos 70 foi cocota.
O modismo - ou comportamento - se espalhou em todo o país. Em Maringá, as cocotas durariam até o surgimento de discotecas como a Senzala, no final da década. Foi o momento de dar o lugar para a febre disco.
As cocotas tinham dificuldades para expressar opiniões. No máximo, emitiam interjeições:É isso aí. Podes crer. Não tá com nada.
Na matéria da revista Manchete, uma das cocotas tenta se explicar: cocota é o nome que deram às menininhas sofisticadinhas, cheias de preconceitos, que não tem nada a ver. "Não ter nada a ver" é uma das expressões mais usadas. Presume-se que o ouvinte já esteja ciente dos complementos - a ver com que?. E pelo visto, até hoje, não mudou nada.

terça-feira, janeiro 26, 2016

Ecos from Sharon Tate in The Fearless Vampire Killers...

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Romi-Setta





25/09/2005 21:50
Marcelo Bulgarelli

A primeira pergunta ecoa até hoje : ?Que bicho é esse??. Parecia um automóvel, mas tinha cara de motocicleta. O estranho veículo era a Romi-Setta fabricada pela Romi, uma das pioneiras da indústria automobilística brasileira.
A história começa em 1954 quando a empresa obteve licença da montadora italiana Iso Motors para produzir no Brasil um pequeno automóvel com capacidade para dois passageiros. Isso mesmo: só cabiam duas pessoas e tinha uma única porta.
A primeira Romi-Isetta que se tem noticia saiu da fábrica, em Santa Bárbara do Oeste (SP), em 1956. A Romi produziu 4 mil Romi-Isettas em apenas três anos.
Porém, tudo foi por água a baixo após os decretos do então presidente Juscelino Kubitschek estabelecendo normas e incentivos para a indústria brasileira.
E pelas novas normas, a Romi-Isetta estava fora dos benefícios fiscais. Isso inviabilizou a continuidade da fabricação.



segunda-feira, janeiro 25, 2016