sexta-feira, outubro 30, 2009

Marge Simpson

Finalmente reveladas as fotos da edição histórica da Playboy





Prêmio Fundacim


Na última quinta-feira (dia 29) foi realizada a divulgação dos nomes dos ganhadores do prêmio Fundacim de Jornalismo, bem como a entrega da premiação. O evento aconteceu na sede da Associação Comercial e Empresarial de Maringá (ACIM) e reuniu lideranças, profissionais e acadêmicos de Jornalismo. Foram 44 trabalhos inscritos.
O tema desta edição do prêmio – “Boas práticas de voluntariado”
Veja os nomes dos autores dos trabalhos vencedores:

Modalidade “impresso” – categoria profissionais:
1º lugar: Airton Donizete de Oliveira
Título: A cidade dos voluntários

2º lugar: Fabiane Giandotti
Título: Solidariedade motiva voluntariado maringaense

3º lugar: Juliana Daibert
Título: Festas das Nações é vitrine do voluntariado maringaense

Modalidade “rádio” – categoria profissionais:
1º lugar: Luciana Penã
Título: Observatório Social: a força da solidariedade organizada

Modalidade “televisão” – categoria profissionais:
1º lugar: Elaine Guarnieri
Título: Projeto Girassol

2º lugar: Leonardo Filho
Título: Voluntários recuperam drogados em Sarandi

3º lugar: Sandro Ivanowski
Título: Doação de medula em Astorga

Categoria acadêmicos
1º lugar: Murilo Tomazi
Título: Anjos da noite

2º lugar: Cristiane Brito, Elisabeth Natale, José Douglas, José Luiz de Souza e Willians Zanchim
Título: Esperancinha Mil

3º lugar: Tatiane Akemi
Título: Gente que faz a diferença

Assessoria de Imprensa – ACIM
30/10/09

Textual Comunicação
(44) 3031-7676

Bom fim de semana!

Recebi a música abaixo via e-mail do meu sobrinho Miguel Henley que hoje mora em Piracicaba. A gravação tem Julia Simoes (voz) e Legal (violão)  tocando a musica "I Say a Little Prayer"
Legal é o  professor de violão do meu sobrinho .Essa musica faz parte do Album "Voz e Violão" gravado no estudio Fusion em Piracicaba/SP




quinta-feira, outubro 29, 2009

UMAS E OUTRAS


AQUI ESTOU
Cheguei a pouco do Cesumar para uma entrevista feita por alunos do primeiro ano. Que turminha legal, interessada e divertida.

CONHECENDO
De finalmente conhecer a professora Rosane a qual sempre admirei pela competência de como forma seus alunos.

DEPOIS
Ligo para o repórter Leonardo Filho. Uma reportagem da RIC Record ficou em segundo lugar no premio da Fundacim

CONCLUSÃO
Nada mau. Mais um prêmio para uma equipe que está apenas um ano e meio na praça.

DETALHE:
Recentemente a RIC Record Maringá é a segunda emissora mais lembrada no Top of Mind.

DEBATE
Terça-feira participei de um debate sobre a espetacularização da notícia pela Faculdades Maringá.

QUEM?
 Na mesa do auditório do Crea, também estavam o Alan Maschio e o Ronaldo Nezo.

COLEGA
O Alan eu conheci no Diário e sempre o observei como  um jornalista de idéias firmes e sinceras.

ENSINO
O Ronaldo eu não só o admiro como profissional da comunicação, mas também como um grande educador. É fácil perceber isso naquilo que fala e escreve.

YOUTUBE
Do visitante Tieffer recebo um comentário sobre o vídeo “Sou Tricampeão”

QUEM BOM...
Achei essa música por mera sorte e aqui estou eu chorando feito uma criança... Lembro como se fosse hj essa musica tocando ao final do jogo e morteiros espocandos... Qta saudades!!!!

E TEM MAIS...
Guariba 63, outro visitante, também deixa recado.

O TEXTO
“ Há um pandeirinho economizado no fundo, bem no fundo, que vai na alma, bem no fundo da alma. Tinha 6 anos e meio quando esse time foi campeão do mundo e sinto até hoje que meu sentimento mais antigo, primeiro, original, de ser brasileiro vem daí, até hoje.

E FINALIZA:
 Havia uma singeleza, simplicidade e verdade no futebol dessa época que se tornou pra mim referencial ético, uma beleza, com poucos músculos, com uma atleticidade quase em camara-lenta, uma soberania, que se tornou referencial estético.” 

terça-feira, outubro 27, 2009

Nem tudo é o que parece ser





Por Ana Luiza Verzola
“Os Outros” (2001) vai encerrar, nesta sexta-feira (30/10), a série do mês de outubro do Programa Cinema Falado, sobre filmes de terror e suspense. O programa, apresentado por Thiago Ramari, Marcelo Bulgarelli e Elton Telles, com a participação especial de Ana Luiza Verzola e Raisa Marcondes, vai ao ar ao vivo toda sexta-feira, às 21h. Os horários alternativos são no domingo, às 18h; na segunda-feira, às 2h; na quarta-feira, às 3h; e na sexta-feira, às 5h.
A história acontece no período da Segunda Guerra Mundial (1939-1945), quando uma família se muda para uma antiga mansão, para evitar o holocausto. Enquanto Grace (Nicole Kidman) educa os dois filhos e espera o marido voltar da guerra, procura também administrar a casa – até a imprevista chegada de três empregados, que ficam responsáveis pela organização do lar e têm de aprender as regras do local, como nunca abrir uma porta sem antes fechar a outra.
Todos os cuidados são para proteger as crianças, alérgicas à luz solar. Por conta da rara doença, elas sempre estão no escuro – o que deixa as cenas mais sombrias. As suspeitas de que Grace está ficando louca acaba gerando conflitos com a filha, que diz ver espíritos pela casa. Rigorosamente religiosa, a mãe, que não acredita nas histórias da menina, vai castigá-la até se dar conta de que fatos estranhos estão realmente acontecendo.
Com um final surpreendente, o longa metragem é o quinto no currículo do diretor, Alejandro Amenábar. O filme, que recebeu indicação ao Globo de Ouro de Melhor Atriz (Nicole Kidman), conta com exploração minuciosa da direção de arte e com trilha sonora de arrepiar. A neblina ao redor a casa cria uma atmosfera densa, como se bloqueasse a saída das pessoas dali. O filme retrata o espiritismo e tenta, de certa forma, contextualizar as dúvidas “de onde viemos?” e “para onde vamos?”, além de mostrar a convivência com quem já se foi. 

TÍTULO: OS OUTROS
TÍTULO ORIGINAL: THE OTHERS
ANO: 2001
PAÍS DE ORIGEM: ESTADOS UNIDOS
DIREÇÃO: ALEJANDRO AMENÁBAR
ROTEIRO: ALEJANDRO AMENÁBAR
ELENCO: NICOLE KIDMAN, CHRISTOPHER ECCLESTON, FIONNULA FLANAGAN, ELAINE CASSIDY, ERIC SYKES

TRAILER: http://www.youtube.com/watch?v=Vu494-Dr5po

RÁDIO UNIVERSITÁRIA CESUMAR - 94,3

O programa pode ainda ser ouvido, no horário da transmissão, através do sitehttp://www.radiocesumar.com.br/ 
Para participar do programa:
Telefone: (44) 3031-6367
Comunidade no Orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=14478758

segunda-feira, outubro 26, 2009

Alzira Power


Nesta quarta-feira teremos as apresentações de "Alzira Power" no Teatro Barracão (em Maringá) com entrada gratuita as 19 e 21 horas. Convites na Livraria Espaço Maringá Park.


Fim da picaretagem?



O projeto que restabelece a obrigatoriedade do diploma de bacharel para o exercício da profissão de jornalista será votado na Comissão de Constituição e Justiça nesta quarta-feira.  O parecer do relator, deputado Maurício Rands (PT-PE), é favorável à constitucionalidade da matéria. Talvez seja o último capitulo de uma novela que se arrasta há décadas. O melhor passo, seria, melhorar a formação dos novos profissionais  Em junho, o Supremo Tribunal Federal acabou com a obrigatoriedade do diploma  para o exercício da profissão. O argumento: "a exigência feria a liberdade de expressão prevista na Constituição."  como se ninguém pudesse expor seus pensamentos, apenas os jornalistas.

Pra gente bonita



 BeautifulPeople.com, Esse é o nome da rede social dinamarquesa que não aceita gente feia, isto é, "pessoas fora dos padrões de beleza". O site facistóide ganhou uma  versão traduzida para o português. Os internautas passam por um rigoroso processo de avaliação baseado em apenas um critério: os atributos físicos que aparecem em suas fotos. Homens julgam mulheres e as mulheres avaliam os homens. Se você for bem avaliado, passa a fazer parte da rede em 48 horas. Dá pra ver até as estatisticas pra saber quantos te acharam feio ou belo. 

Nova identidade


Eis o modelo da nova carteira de identificação segundo o Ministério da Justiça e Polícia Federal. Ainda não entrou em vigor. O RIC (Registro de Identidade Civil) não será obrigatório. Alem de diversos detalhes de segurança, terá um chip com os dados do titular.

domingo, outubro 25, 2009

Em breve...


Paranormal Activity, estreou no início do mês nos EUA . Custou 15 mil dólares e já arrecadou mais de US$ 13 milhões. Pelo que podemos perceber, segue a linha A Bruxa de Blair no estilo falso documentário.

sexta-feira, outubro 23, 2009

Deixa Ela Entrar




A vida eterna é a pior morte
O cinema de terror é um subgênero geralmente desprezado pela crítica, cultuado por diferentes tribos e dividido por outros mil subgêneros. Raramente um filme que fala de vampiros poderia participar (e ganhar) inúmeros festivais de cinema alternativo.
Por outro lado, o cinema sueco é sinônimo de arte, começando por Bergman. E o forte candidato a melhor filme do ano exibido no Brasil vem dessas terras geladas: "Deixa Ela Entrar" (Lät den rätte komma in ) de Tomas Alfredson
Não temos aqui algo descomunal como as clássicas obras-primas bergmanianas. O que temos é um filme contemporâneo e surpreendente. Algo impensado até então como uma mistura de cinema europeu, vampiros góticos  da hammer, drama adolescente e inquietações da infância que nos rebatem a Carlos Saura.
Aqui, Oskar (Käre Hedebrant) e a vampira Eli (Lina Leandersson), ambos de 12 anos,  tentam decifrar a passagem do tempo, a vida em seus métodos, a morte como passagem ou o viver eterno.

Oskar é perseguido, maltratado pelos coleguinhas da escola em um bairro proletário da cidade de Estocolmo, na década de 80. E  Eli é  uma vampira condenada a viver com seus 12 anos eternamente. Poesia estudantil?  Alfredson soube extrair o aparente clichê e transforma-lo em cinema de verdade.
Não tome sol e só entre numa casa quando for convidado. Essas são as regras,  pois  a pior morte é a vida eterna.. E já disseram que se fossemos eternos, tudo mudaria. Como somos finitos, muito permanece. A jovem  vampira Eli sabe muito bem o que representa esse pensamento de Bertold Brecht.
E o tempo é um dos personagens ocultos do filme. Será, então,  que  esse senhor de todos os ritmos é capaz de apresentar ‘Deixa Ela Entrar”  como objeto de atenção da cinematografia nesse início de século? A porta está aberta. Entre. (Marcelo Bulgarelli)

quinta-feira, outubro 22, 2009

Beijos no pescoço


Por Raisa Marcondes
Dando continuidade à série de filmes de terror do mês de outubro, o Cinema Falado comentará, nesta sexta-feira (23/10), a obra cinematográfica “Drácula de Bram Stoker” (1992), de Francis Ford Coppola. O programa vai ao ar, ao vivo, às 21h, com horários alternativos no domingo às 18h; na segunda-feira, às 2h; na quarta-feira, às 3h e na sexta-feira, às 5h.
Baseado na obra literária de Bram Stoker, o filme narra a história de Vlad Dracula (Gary Oldman), um defensor romeno da igreja cristã. Ao retornar da batalha, descobre que sua esposa Elisabeta (Winona Ryder) suicidou-se, pois fora enganada com falsos rumores de sua morte. Frustrado com o pensamento de que a alma de Elisabeta iria para o inferno (pois havia se suicidado), Dracula renuncia à Igreja e a Deus e se torna o vampiro mais famoso de todos os tempos.
O longa é baseado numa obra literária extensa e com uma trama complexa. Mas, apesar disso, Francis Ford Coppola não deixou a desejar. Para os amantes do livro, esse é um filme que pode ser admirado tanto quanto o livro de Bram Stoker. Há uma linha tênue separando os gêneros terror e romance durante toda a trama. Também é impossível assistir ao filme sem ficar admirado pelos figurinos imponentes e maquiagens merecedoras de prêmios.
O elenco é composto por grandes nomes como Gary Oldman no papel de Dracula e Anthony Hopkins com o professor Abraham Van Helsing. Há também nomes mais modestos como Keanu Reeves e Winona Ryder no papel da esposa de Dracula.
Aclamado pela crítica e vencedor de três Oscars (Melhor Figurino, Melhor Edição de Som e Melhor Maquiagem), “Drácula de Bram Stoker” é uma narrativa de tirar o fôlego. O amor eterno e a sede por sangue do personagem-título o transformam em um anti-herói merecedor de aplausos.
TÍTULO: DRÁCULA DE BRAM STOKER
TÍTULO ORIGINAL: BRAM STOKER'S DRACULA
ANO: 1992
PAÍS DE ORIGEM: ESTADOS UNIDOS
DIREÇÃO: FRANCIS FORD COPPOLA
ROTEIRO: JAMES V. HART, BASEADO NO ROMANCE DE BRAM STOKER
ELENCO: GARY OLDMAN, ANTHONY HOPKINS, WINONA RYDER, KEANU REEVES
RÁDIO UNIVERSITÁRIA CESUMAR - 94,3
O programa pode ainda ser ouvido, no horário da tranmissão, através do site http://www.radiocesumar.com.br/

Para participar do programa:
Telefone: (44) 3031-6367
e-mail: cinemafalado@gmail.com / atendimento@radiocesumar.com.br
Comunidade no Orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=14478758
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Mouse de azeitona





Ingredientes:
300g de azeitonas verdes sem caroços
3 dentes de alho
1 cebola grande
1 maço de salsinha
2 tomates rasteiros
Pimenta e sal a gosto
3 ovos
½ pacotinho de gelatina incolor
1/3 de xícara de azeite
Preparo
Coloque em uma panela o azeite, alho, cebola, salsinha, azeitona, refogue um pouco, coloque o tomate, refogue mais um pouco, e coloque 1 ovo. Mexa como estivesse fazendo ovo mexido, vá colocando um a um até o ultimo, sempre mexendo.
Deixe esfriar um pouco e bata no liquidificador junto com a gelatina dissolvida conforme instruções da embalagem. Não esqueça que você só esta usando a metade do sachê, então diminua a quantidade de água.
Coloque em uma forma pequena e leve a geladeira e 'desinforme' quando estiver sólida.
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domingo, outubro 18, 2009

Ana em Outubro

Verão para perder as horas...


Novamente estou aqui para maldizer o horário de verão. E volto a postar, para quem não conhece, um samba desconhecido dede Noel Rosa que já ironizava o Horário de Verão quando foi implantado pela primeira vez, em 1931. Noel Rosa compôs e gravou dois sambas ironizando o fato. Um dos sambas, "Pulo da Hora", também ficou conhecido pelo seu primeiro verso: "Que Horas São?". Já o outro, intitulado "Por Causa da Hora" (confira a letra), era identificado no selo do disco como "samba do horário".

Meu bem
Veja quanto sou sincero
No poste sempre eu espero
Procurou bonde por bonde
E você nunca que vem
Olho, ninguém me responde
Chamo, não vejo ninguém...

Talvez seja por causa dos relógios
Que estão adiantados uma hora
Que eu, triste, vou-me embora
Sempre a pensar porque
Não encontro mais você?

Terei que dar um beijo adiantado
Com o adiantamento de uma hora
Como vou pagar agora
Tudo o que comprei a prazo
Se ando com um mês de atraso?

Eu que sempre dormi durante o dia
Ganhei mais uma hora pra descanso
Agradeço ao avanço
De uma hora no ponteiro:
“Viva o Dia Brasileiro!”

Confira:

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Parangolé Pamplona você mesmo faz


-->O mundo das artes ainda não se recuperou da segunda morte  de Helio Oiticica, morto em 1980 e agora em 2009,  após o incêndio que atingiu a casa onde estava armazenada grande parte da obra do artista carioca. Um prejuízo de US$ 200 milhões. Foram queimados  milhares de quadros, esculturas e  instalações, entre elas os parangolés (estandartes e bandeiras feitas para serem vestidos em performances). Agora existem poucos espalhados em museus e coleções particulares pelo mundo.
Oiticica era considerado um dos fundadores do neoconcretismo.
Abaixo, ouça a música de Adriana Calcanhoto e as instruções de Oiticica. Quem sabe, um parangolé pamplona você mesmo faz.

MADE-ON-THE-BODY CAPE 1968 (PARANGOLE PAMPLONA)

CAPA FEITA NO CORPO   274cm/108cm no comprimento

1- Cada pedaço de pano deve medir 3 yards no comprimento;

2- Para fazer a capa o pano não pode ser cortado;

3- Alfinetes-de-fralda devem ser usados na construção e depois o pano pode ser costurado para fazer a capa permanente;

4- A estrutura construída no corpo deve ser improvisada pelo próprio participante (se precisar da ajuda de outra pessoa, ok) e feita de forma que possa ser retirada sem cortar;

5- Algumas pessoas podem participar juntas, mas uma só cor, i.e., um só pedaço de pano deve ser usado para cada capa.                                  Hélio Oiticica




Composição: Adriana Calcanhotto
O parangolé pamplona você mesmo faz
O parangolé pamplona a gente mesmo faz
Com um retângulo de pano de uma cor só
E é só dançar
E é só deixar a cor tomar conta do ar
Verde
Rosa
Branco no branco no peito nu
Branco no branco no peito nu
O parangolé pamplona
Faça você mesmo
E quando o couro come
É só pegar carona
Laranja
Vermelho
Para o espaço estandarte
"Para o êxtase asa-delta"
Para o delírio porta aberta
Pleno ar
Puro Hélio
Mas
O parangolé pamplona você mesmo faz

sábado, outubro 17, 2009

Montenegro, 80 anos


Fernanda Montenegro completa  80 anos. Ela que começou a carreira aos 16, é hoje um dos grandes nomes da história da arte brasileira. Nesta foto, feita no Teatro Marista em 2001, eu a entrevistava  justamente sobre a carreira dela. Lembro que tentei evitar a 'babação' tocando em assuntos pertinentes naquela ocasião, como problemas de gerenciamento na produção do cinema nacional. Ela até que falou sobre o assunto, mas se mostrou meio irritada sem deixar de ser a grande dama. A foto é do Ademir de Moraes, o Pardal. 

sexta-feira, outubro 16, 2009

Gilson Aguiar




Gilson Aguiar (CBN/RIC) aniversaria hoje. A administração do bar envia parabéns. Ele apresenta o 'Cidades no Ar', programa de entrevistas da RIC, de segunda a sexta, as 8h para Maringá e região.
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quarta-feira, outubro 14, 2009

Mousse de Tomate Seco





Ingredientes
200g de ricota
50g de tomate seco
3 colheres de sopa do azeite que vem junto ao tomate
1 colher de sopa de queijo de parmesão
½ xícara de leite
½ pacotinho de gelatina sem sabor incolor (dissolvido conforme instruções)
Preparo
Bata tudo no liquidificador, coloque em forminhas, leve a geladeira até ficar consistente. Depois, é só tirar das forminhas.
Dicas
Caso queira .coloque salsinha depois de já ter ido ao liquidificador.
Utilize tomate seco de boa qualidade
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Menina Ocupada




Por Ana Luiza Verzola
Na sequência de filmes de terror que cercam o mês de outubro, nesta sexta-feira (16/10) será comentado “O Exorcista” (1973). O Cinema Falado é apresentado por Thiago Ramari, Marcelo Bulgarelli, Elton Telles e conta agora com a participação de Ana Luiza Verzola e Raisa Marcondes. O programa vai ao ar ao vivo toda sexta-feira às 21h, com horários alternativos no domingo às seis horas da tarde, na segunda-feira às duas horas da manhã, na quarta-feira às três horas da manhã e na sexta-feira às cinco horas da manhã.

Embora mais de três décadas tenham se passado, O Exorcista, dirigido por William Friedkin, ainda causa temor nos que assistiram ou os que não tiveram coragem de conferir as cenas de vômitos esverdeados, mutilações e anomalias, tanto na voz quanto no comportamento da adolescente Regan MacNeil, interpretada por Linda Blair.
“The Exorcist”, em seu título original, começa marcado pela escavação que resulta na libertação do espírito que possuirá Regan. O exagero dos palavrões, seguido pelas alterações na aparência da garota de 12 anos acaba preocupando Chris MacNeil (Ellen Burstyn), mãe da “menina endiabrada”, que tenta solucionar o aparente problema submetendo a filha a um acompanhamento psiquiátrico. Não obtendo sucesso, Chris, descrente que o problema fosse apenas psicológico, apela para o exorcismo.
O clássico filme de horror foi responsável por várias noites em claro da maioria dos espectadores. Mais do que uma película assombrosa, é um questionamento de valores entre o bem e o mal, retratando o mistério da fé, segundo o diretor, na versão comemorativa de 25 anos do filme lançada em 2000. A história, baseada no livro de William Petter Blatty, rendeu duas estatuetas do Oscar – uma de Melhor Roteiro adaptado e outra de Melhor Som. A novidade desta edição do programa são duas entrevistas de quem permaneceu 120 minutos frente à referência cinematográfica do gênero escolhido para o mês do halloween.
TÍTULO: O EXORCISTA / : THE EXORCIST
1973
PAÍS DE ORIGEM: ESTADOS UNIDOS
DIREÇÃO: WILLIAM FRIEDKIN
ROTEIRO: WILLIAM PETER BLATY
ELENCO: ELLEN BURSTYN, LINDA BLAIR, MAX VON SYDOW
TRAILER: http://www.youtube.com/watch?v=FZRdcp2s6yI
Para participar do programa:
Telefone: (44) 3031-6367
E-mails: cinemafalado@gmail.com / atendimento@radiocesumar.com.br
Comunidade no Orkut: www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=14478758
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segunda-feira, outubro 12, 2009

Sampa, Bahia, Suíça


Um brinde também a galera de Dias D'Ávila, município brasileiro do estado da Bahia. Atualmente, sua população estimada é de mais de 55 mil habitantes. Lugar onde temos as melhores fontes de água baianas. A primeira feira da Bahia foi fundada nesta cidade, a Feira de Capuame.Na foto, detalhe da estação ferroviária.

Abraços também ao pessoal de Ribeirão Pires, município do estado de São Paulo, da Região do Grande ABC. A população estimada de 112 mil habitantes. Na foto abaixo, detalhe da Igreja Matriz



Teclaram neste feriado fregueses de Saint Gallen na Suíça, cidade fundada no século 7. Hoje, é uma aglomeração urbana grande (com cerca de 160 mil habitantes) e representa o centro da Suíça oriental. A principal atração turística é a Abadia de St. Gall, um Patrimônio Mundial da Unesco. Sua famosa biblioteca contém livros que datam do século 9.


Leonardo Filho, Célio Mendonça e Luciana Peña



Leonardo Filho acompanha as explicações do oficial do corpo de bombeiros. Tudo registrado pelas lentes de Célio Mendonça (RIC Record). Luciana Peña (CBN Maringá) espera pacientemente a sua vez. A foto é do Cleber França (RIC Record / Flamma)

Feliz Dia das Crianças!


Sideral (tema do Capitão Aza)
Compositores: Durval Ferreira, Tibério Gaspar E Wangir Granthon

Comandando uma astronave
Rasgando o céu
Vou pisando em estrelas, constelações
Deixo longe o mundo aflito e a bomba H
Corpo livre no infinito eu vou
Na estrada do sol.

Traço rumo do meus passos na solidão
Ganho espaços nas revistas, televisões
Mas os homens se destroem
Nas guerras vãs
E vão no pó dos sonhos, ah
Em nome do amor

Colorindo o vermelho
Este céu azul
Minha nave é um espelho
Rebrilha o sol
Pela trilha da esperança
Cantando o amor e a paz
Eu vou cantando o amor e a paz

Pelo menos eu tenho algo em comum com a Xuxa: somos fãs do Capitão AZA, personagem criado em 1966 em plena ditadura militar. Era uma homenagem a um falecido herói da FAB que lutou na Segunda Guerra Mundial, o capitão aviador Adalberto Azambuja, que era conhecido como AZA entre os aviadores. Ironicamente, entre seus criadores estavam Vianinha e Paulo Pontes, dois grandes dramaturgos que sofreriam\muito com a censura da época.
O Capitão AZA era interpretado pelo ator e policial civil Wilson Vianna. Foi criado para tentar superar o programa concorrente da Rede Globo, Capitão Furacão. E se deu bem, pois eu não me lembro dessa tal Capitão Furacão. Gostava de dar conselhos para as crianças, uma espécie de palhaço Carequinha espacial. O programa durou 13 anos.  Entre as atrações, Speed Racer, Capitão América, Homem de Ferro, Thor, Hulk, Namor e Homem Aranha. E ainda a turma do "Supermarionation" (marionetes) tais como, Thunderbirds, Capitão Escarlate, Joe 90 e Stingray. Desses, eu só não tenho em vídeo o Stingray.
Lembro ainda da Pantera Cor de Rosa, Grump, Super Robin Hood, Mr. Magoo, Esper e Robô Gigante.  E não perdia o Batman (em cores!)  com Adam West.
Wilson Viana trabalhou até 1979. Estava sem receber salário há 10 meses. Era o início do fim da TV Tupi. Passou, então a se dedicar a Pousada  dele em Penedo, na  região serrana do Rio de Janeiro. Fez pontas em "Atrapalhando a Suate" de 1983 com Dedé, Mussum e Zacarias e "Os Trapalhões e o Mágico de Orós" de 1985 com Os Trapalhões e Xuxa. Era também maçom e membro da Academia de Cinema de Hollywood.
Morreu em 3 de Maio de 2003, com 75 anos, vítima de enfarte. Morreu? Morreu pra você, seu ingrato! Ele está vivo em nossos corações! Hehehe... 

domingo, outubro 11, 2009

Bom domingo pra todos (e com Lisa Ono!)


Conheci Lisa Ono  quando comprei um  CD em que ela gravou músicas de João Donato. Adorei e virei fã. Essa “japonesa”  paulista  migrou aos dez anos com a família de São Paulo para Tóquio, onde o pai abriu um restaurante de comida brasileira chamado "Saci Pererê". Começou a cantar e tocar violão aos 15 anos. É uma das mais populares cantoras de bossa nova no Japão. Atualmente ela divide sua agenda entre Rio e São Paulo. Lisa canta músicas em português, japonês, inglês, italiano, espanhol e francês. Bom domingo pra todos com Sitting in the dock of the bay, ultimo sucesso de Otis Redding que morreria de acidente de avião dias depois de ter gravado esse clássico do soul. 




sábado, outubro 10, 2009

De pessoas e guarda-chuvas



Camilo Mota*

Na década de 1950, Rubem Braga se admirava da imutabilidade do guarda-chuva através dos tempos. O objeto simples, funcional, negro, continua firme em sua trajetória século vinte e um adentro. Acho que foi essa frente fria, essa chuva ora miúda ora grave a dizer lá fora que a vida é tão vasta e dinâmica, que me fez notar essa nostalgia das coisas que não mudam. A chuva, a bem dizer, deixa as pessoas monótonas e caseiras. Até minha cadela passa o dia suspirando, não agüentando ver mais tanta água que desce do céu. A música da chuva também não mudou. Varia de tom, mas permanece fiel a seu escudeiro, nosso protetor que até em dias de vento forte ainda nos livra pelo menos a cabeça de se molhar...

“Tira essa roupa molhada, menino. Vai resfriar”. Dizia a mãe com uma sabedoria que não sei se existe mais. Certeiro era tomar em seguida um banho quente. Agasalhar-se e quem sabe tomar uma sopinha de fubá com alho, um chazinho... O guarda-chuva fica lá fora, como a vigiar as águas. Só entra em casa depois, seco, quando não mais precisamos dele, e em sua vida de sombras se esconde de nós até o próximo temporal ou garoa. Deve ser por isso que ele não muda. Está livre de nossos desafios tecnológicos que não nos permitem fixar os olhos no instante congelado de uma flor desabrochando à beira do caminho cercado de asfalto, automóveis e gente, muita gente, dependendo de onde se ande, de onde se more. Aparelhos celulares, computadores, automóveis... chips cada vez mais minúsculos... cartões de memória, telas de LCD... Cada coisa que vem e que passa e que num instante nem existe mais. Mas a chuva, a flor, o guarda-chuva, esses permanecem firmes a nos lembrar que habitamos a terra que tudo nos dá e que tudo nos tira.

A nostalgia sempre vem nos tirar do sério e dizer que o tempo passa, mas que algumas coisas permanecem conosco, como tatuagens vivas. Como as músicas que minha mãe me ensinava quando criança. “Se esta rua, se esta rua fosse minha...”. Acho que foi meu primeiro encontro com a poesia. “O anel que tu me deste era vidro e se quebrou, e o amor que tu me tinhas era pouco e se acabou”... o verso de repente ecoa numa canção entoada por Dani Lasalvia, gravado num CD de 2007, assim tão perto de mim, de meu tempo de hoje. Ainda tem gente cantando isso, meu Deus! Há mães ainda cantando assim, semeando poesia no caminho de seus filhos? Certamente, sim, pois os guarda-chuvas, que são apenas guarda-chuvas, conseguem resistir, que dirá então desses espíritos dos sons que são a raiz de nossas artes!

O cheiro do bolinho de chuva misturado com açúcar e canela. A meia e o chinelo de dedo. A camisa fugindo por debaixo do casaco. Adeus, vaidades. Está chovendo, enfim. É dia de ficar em casa, escrever uma crônica, beber um leite com chocolate quente ao lado da mulher, assistir a um filme, comer pipoca, dizer que se ama, que a natureza é generosa, que temos saudade do sol e que somos imutáveis em nossa essência de seres humanos, ovos luminosos como dizia Castaneda num livro que deve ter sido lido também num dia chuvoso...

*Camilo Mota é natural de São João Nepomuceno-MG (1965), reside em Saquarema-RJ, onde edita o Jornal Poiésis – Literatura, Pensamento & Arte (www.jornalpoiesis.com). É membro titular da Academia Brasileira de Poesia – Casa de Raul de Leoni (www.rauldeleoni.org). E é amigo do Bar do Bulga