segunda-feira, agosto 31, 2009

Dois bêbados

 

Dois bêbados estavam no bar ha mais de três horas enchendo a cara,
ate que um pergunta pro outro:
-Onde eh que você mora?
-Eu moro aqui na rua do lado...
-Poxa! Eu também... Mas nunca te vi por aqui...
-Minha casa eh a da esquina...
-Poxa! A minha também eh na esquina...
-A minha eh aquela amarela...numero treze.
-Pera lá! Mas essa eh minha casa, porra!
-Não senhor! Eh muito minha!
Então resolveram solucionar este mistério e foram, os dois
na direção da tal casa:
-Eh aqui que eu moro!
-IMPOSSIVEL! Quem mora aqui sou eu!
-Macacos que o partam! Seu eu to falando que moro aqui eh porque moro!
-De jeito nenhum! Ta me chamando de mentiroso?
-Tô sim, essa casa eh minha!
-Não, eh minha!
-Minha!
-é, minha!
E ficaram os dois naquele papo furado ate que a porta se abriu
e uma senhora aparece louca da vida, e diz:
-BONITO, né! Pai e filho bêbados discutindo no portão!
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Edvaldo Magro



A foto é do blog do Lauro Barbosa e mostra o jornalista Edvaldo Magro ao lado do vereador Evandro Júnior (Maringá/PR). Magro faz assessoria para Júnior e edita o Click do Gato on line.
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Chapel Hill



O Bar do Bulga recebe visitas de Chapel Hill, cidade localizada no Estado americano de Carolina do Norte, no Condado de Orange. Tem uma população de quase 50 mil habitantes. É la que se encontra a famosa Univeridade da Carolina do Norte e o bar Top of The Hill (foto). Na outra foto, o mesmo bar na avenida Roosevelt.
 

 
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Mundo Coió

 
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A volta da Vanusa

 
A cantora Vanusa, de 61 anos, volta fazer sucesso, agora na internet. Depois do mico ao cantar o Hino Nacional supotamente embriagada, os fãs agora divulgam antifos sucessos da cantora para download. Em deles está AQUI. Vanusa vai procurar seu advogado para tirar da internet expressões que atribuem a uma suposta embriaguez o motivo de ter errado a letra do Hino Nacional durante apresentação na Assembleia Legislativa de São Paulo, em março deste ano. Vanusa afirma que naquele dia tomou dois comprimidos para labirintite, o que a deixou repentinamente desorientada.
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Os ipês amarelos de Maringá

Santa Cecília do Pavão



 

O Bar do Bulga recebe a visita de um morador de Santa Cecília do Pavão, município do norte paranaense com pouco mais de 4 mil habitantes. Foi fundado em 1960.
TOPÔNIMO – De origem religiosa a geográfica constituindo-se em homenagem á Santa Padroeira e a Ribeirão Pavão, que banha a cidade. Cecília é palavra que provém do latim “CAECILIA”, ligado geralmente a “CAECUS”... Cego. Santa Cecília foi martirizada e diz à lenda que cantou enquanto era suplicada. E, pavão é ave de plumagem belíssima, da família dos fasianídeos.
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domingo, agosto 30, 2009

Paralelas...


Vanussa canta o Hino Nacional. Dizem que ela estaria bêbada, mas teria sido efeito de um remédio. É o maior hit do Youtube no momento.

Sábado

 

 

Flagrante mostra Elci Nakamura, a norueguesa Sarah, Luciana Peña e a filha Manuela, Liliana Mello e Solange Riuzin
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sábado, agosto 29, 2009

More

 

Há tempos não encontrava o More. Eis que o decubro no Supermercado Muffatto, da Avenida Cerro Azul. Ele está super animado com o trabalho lá. More é uma figura ímpar, um cinéfilo inveterado que vê pelo menos 200 filmes por ano. Ganhou notoriedade no meio cinematográfico como a coleção de 15 mil folhetos de cinema. E é justamente essa coleção que o entristece. Certa vez, quando deixou Maringá para passar uma temporada no Japão, deixou a coleção aos cuidados de um funcionário do Cine Teatro Plaza. Ao retornar, o valiossíssimo arquivo fora jogado no lixo. Abaixo, reproduzo a minha primeira matéria com More, publicada em O Diário, em 1997. Nela é possivel perceber a importancia de More e como a memória cultural desse país é tratada.
 

Há 21 anos, Morimassa Miyazato, o More, é considerado um "incansável cavaleiro da memória cinematográfica" segundo a Associação de Críticos de Cinema do Rio de Janeiro. Residente em Maringá, onde já colaborou com O DJARlO na década de 70, hoje tem mais de 15 mil cartazes e folhetos de cinema, mania que começou na cidade paulista de Dracena, em 1975, quando foi gerente de duas salas de exibição.
Como ele mesmo gosta de dizer, sua vida é "iniciada no fim do meio", já que são tantas histórias para contar que geralmente ele não sabe onde começar. Em 1975, em Dracena, gerenciou o hoje extinto Cine Alvorada. Naquela ocasião, ao descobrir que dezenas de cartazes seriam jogados no lixo, começou a dar um destino mais decente ao rico material.
Hoje, os milhares de cartazes e folhetos estão aos cuidados de familiares em Resende (RJ) mas há a possibilidade dele fazer uma mostra em Maringá, igual a que aconteceu em 1987 no Rio Design Center, exposição que repercutiu nacionalmente.
CINEMA NA CIDADE
Quando morou em Maringá pela primeira vez, foi responsável pelas páginas domingueiras do O Diário. "Eram duas páginas sobre cinema. O pessoal adorava e' mesmo quem não quisesse ler, podia recortar um anúncio que dava direito a uma sessão no Cine Maringá" , recorda More.
Em 1978, criou a "1 Mostra de Cinema de Maringá ". Foi algo bastante didático, mostrando roteiros, claquetes, projetores antigos, fotografias, além de explanações sobre filmagens, roteiros e exibição de filmes. More queria trazer a maringaense Sonia Braga, mas ela estava envolvida em outros projetos na ocasião. Quem veio foi a Sandra Bréa, além de outras atrizes (Zilda Maio, Silvia Salgado, Danúbia Machado), atores (Canarinho, Toni Tornado) e diretores (Zé do Caixão, Cláudio Cunha, Alex Vianny, Jean Garret).
MORANDO NO RIO
Mas a Mostra não teve o apoio merecido do poder público e More, desiludido, pensou em sair da cidade. Um amigo particular lhe deu uma carta para que procurasse no Rio de Janeiro, um diretor da TV Globo e o cineasta Glauber Rocha. More não conseguiu contatar nenhum dos dois e foi procurar emprego na Cinemateca do Museu de Arte Moderna (MAM).
Na ocasião, conheceuJosé Carlos Avellar, o maior teórico e crítico de cinema da atualidade. Avellar, diretor da Cinemateca, lhe ofereceu, na hora, o cargo de técnico em pesquisa e documentação. More só teve tempo de voltar para Maringá, pegar suas roupas e retomar o Rio para "os dez anos mais felizes de sua vida”.
No MAM teve contato direto com os mais famosos diretores. Bebeu cerveja com Nelson Pereira dos Santos ("um cidadão simples, muito gente boa "), com o imortal Grande Otelo e até morou numa república junto com o falecido cineasta Lael Rodrigues, diretor de "Bete Balanço”
Conhecido pelo seu enorme material cinematográfico, foi convidado a ser colaborador da antológica revista "Cinemin ", a melhor revista de cinema já publicada no Brasil, extinta em 1994. Colaborou também com o Rio Cine Festival, FestRio e outros onde o seu trabalho como pesquisador rendeu homenagens e reconhecimento público.
O FOLHETO
More comenta o valor indiscutível do folheto publicitário na evolução da sétima arte, mostrando que não é apenas, um importante divulgador de filmes. "E um documento completo sobre a obra e de valor inestimável para pesquisadores e amantes da sétima arte ".
Vivendo bem de perto com o mundo cinematográfico (em 1983 assistiu 272 filmes), sua fama chegou até ser noticiada pela ONU. Em 1986, reuniu novamente seus folhetos publicitários para uma nova mostra dentro da programação"A Cara do Rio ", quando foram exibidos filmes e folhetos tendo a cidade maravilhosa como tema.
No mesmo ano, as agências de notícias já destacavam o trabalho de More: "Una reportaje publicada en el periódico carioca "Jornal do Brasil ", llamo atencion sobre un hecho casi inedito de que un fumcionario de Ia Cinemateca del Museo de Arte Moderno de Rio de Janeiro, detenia en su poder, 15 mil folletos publicitários sobre filmes. Despues deI reportaje, Morimassa Miyazato (More) se hizo famoso y ahora siempre es convidado a hacerexposiciones com temas variados ".
O CINEMA DE PAPEL
A crítica especializada batizou as mostras de More como "cinema de papel". Entre os folhetos, raridades como os filme de James Dean ("Vidas Amargas ", "Juventude Transviada" e "Assim Caminha Humanidade"), grandes clássicos ("Cidadão Kane", "E o Vento Levou", " , Mágico de Oz ") e filmes brasileiro:; come "O Pagador de Promessas ", "O Ébrio" "Macunaíma" e "El Justiceiro ", pôster que nem o diretor, Nelson Pereira dos Santos possui.
More coleciona folhetos sem nenhum preconceito. Antes dele, os folhetos eram considerados os menos nobres impressos do cinema, com circulação restrita a exibidores e imprensa. Segundo o crítico Rogério Durst, “More ajuda a preservar a maltratada memória gráfica do cinema e toda vez que pode, divide sua coleção. Sorte nossa”.
Para David França Neves, “More é um incansável e seus cartazes dão água na boca do cinéfilo fetichista”.
MORANDO NO JAPÃO
Numa tarde no MAM, um tio lhe telefonou perguntando se não gostaria de ir para o Japão. More topou na hora. Ele se adaptou ao cotidiano japonês e desenvolveu um método peculiar de ensino aos demais dekasseguis: os alunos são professores e vice-versa.
De volta a Maringá, foi consultor técnico do Clube Olímpico na época em que a entidade organizou o baile de carnaval com o tema “Cem anos de Fantasia”, uma homenagem aos 100 anos do cinema.
Hoje ele recorda que o grande "culpado” pela sua paixão pela sétima arte, foi a própria família. Sempre aos domingos, More e seus pais subiam num caminhão em Pompéia, cidade do interior paulista, e junto com a colônia japonesa enfrentavam uma terrível estrada sinuosa.Horas depois, todos já estavam num balcão de cinema para assistir fitas sobre samurais. Coisa de cinema.
Desde pequeno, ele tem mania de colecionar flâmulas, lápis, moedas, selos (chegou a ter 12 mil) e gibis (4 mil). Agora, sua nova paixão são cartões telefônicos, mania que começou quando morou no Japão., Até semana passada, tinha 2.500, na maioria japoneses.
Hoje, casado com Aurora (nome de um filme de Mornau), tem três filhos: a moça Breezy, ganhou o título original de "Interlúdio do Amor ", filme que constava do programa de um dos cinemas em que More trabalhou. O,menino chama-se Marlon, uma clara homenagem ao astro de "O Poderoso Chejão ". Já a caçula, Sarina, "está mais à vontade para escolher seu nome artístico ", brinca More.
"A memória do cinema" ainda tem muitas outras histórias para contar, fatos pitorescos durante seu convívio com os astros e estrelas que até então, eram apenas imagens guardadas na retina do cinéfilo. A importância e o reconhecimento de sua coleção de panfletos faz de More uma pessoa incomum. São documentos que graças a More, o vento não levou. (Marcelo Bulgarelli / O Diário – 12 de outubro de 1997)

Folheto de um filme de Nelson Pereira dos Santos: o próprio diretor desconhecia esse material que agora está perdido para sempre.
 
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Domadora de leões

 

 

 

Dona Ana foi hoje conhecer Ariel, um dos leões do canil Emmanuel, em Maringá. Os leões e os tigres estarão neste domingo no programa da Ana Hickman na Record, Tudo é Possível.
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Ah, se eu estivesse lá...


Amanhã, domingo, o coloridíssimo Coreto da Mosela, na minha terra natal, Petrópolis, que recebe as domingueiras felizes do Grupo de Choro Taruíra, estará ainda mais animado. Teremos a festa de confraternização do Bloco Cordão do Frade, que estreou neste ano, reunindo foliões de todas as idades e promovendo um grande resgate das fantasias presentes no carnaval. Além dos músicos Breno Morais, Guto Menezes, Márcia Villar, Yuri Garrido e Carlos Watkins, também participam desse momento carnavalesco os sopros do trompetista Jibóia e de Wellington do Trombone. O evento produzido por Catarina Maul, com apoio do Movimento Mosela Viva, conta ainda com o sucesso do Coreto Folklórico, que além das tradicionais Rodas de Choro tem apresentado, aos domingos, uma linda feira de artesanatos com produtos locais e que incentivam a criatividade dos artistas.
Com início às 14h, o comércio local enriquece o projeto com culinária interessante, que inclui pastéis de angu e feijoada, croquetes e a cachacinha especial “Da Diretoria”, prata da casa do Bar do PG.
Os foliões estão convocados a tirarem suas camisas do bloco do armário, sua alegria e se unir a grande festa carnavalesca do Taruíra.

sexta-feira, agosto 28, 2009

Sacudam o bode, everybody!






 

 

 

 
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Entenda o que elas querem...

Desconheço o autor do texto. Recebi por e-mail. Só sei que ele entende muito do assunto. 
As onze Expressões usadas pelas mulheres ...e seus significados:
1ª - "Certo":Esta é a palavra que as mulheres usam para encerrar uma discussão quando elas estão certas e você precisa se calar.
2ª - "5 minutos":Se ela está se arrumando, significa meia hora."5 minutos" só são cinco minutos se esse for o prazo que ela te deu para ver o futebol antes de ajudar nas tarefas domésticas ou pra fazer algo que você queira e ela não.
3 - "Nada":Esta é a calmaria antes da tempestade. Significa que ALGO está acontecendo e que você deve ficar atento. Discussões que começam em "Nada" normalmente terminam em "Certo".
4 - "Você que sabe": É um desafio, não uma permissão. Ela está te desafiando, e nessa hora você tem que saber o que ela quer... e nnunca diga que também não sabe!
5 - Suspiro ALTO:Não é realmente uma palavra, é uma declaração não-verbal que frequentemente confunde os homens. Um suspiro alto significa que ela pensa que você é um idiota e que ela está imaginando porque ela está perdendo tempo parada ali discutindo com você sobre "Nada".
6 - "Tudo bem":Uma das mais perigosas expressões ditas por uma mulher. "Tudo bem" significa que ela quer pensar muito bem antes de decidir como e quando você vai pagar por sua mancada.
7 - "Obrigada":Uma mulher está agradecendo, não questione, nem desmaie. Apenas diga "por nada". (Uma colocação pessoal: é verdade, a menos que ela diga "MUITO obrigada" - isso é PURO SARCASMO e ela não está agradecendo por coisa alguma. Nesse caso, NÂO diga "por nada". Isso apenas provocará o "Esquece").
8 - "Esquece":É uma mulher dizendo "VAI SE FERRAR!!"
9 - "Deixa pra lá, EU resolvo":Outra expressão perigosa, significando que uma mulher disse várias vezes para um homem fazer algo, mas agora está fazendo ela mesma. Isso resultará no homem perguntando "o que aconteceu?". Para a resposta da mulher, consulte o item 3.
10 - "Precisamos conversar !": FERROU !! Você está a 30 segundos de levar um pé na bunda.
11 - "Sabe, eu estive pensando...": Esta expressão até parece inofensiva, mas usualmente precede os Quatro Cavaleiros do Apocalipse...
ATENÇÃO: Lembrei de uma pergunta fatídica feita pelas mulheres .... é assim: - Amor, você acha que eu estou gorda?
Veja as respostas e suas conseqüências:
1. Só um pouquinho amor! è SEU GROSSO..... ESTÚPIDO!!!!!!!.
2. Que nada amor, ta bem assim! è MENTIROSO.... VC ACHA QUE EU TO GORDA E FICA FALANDO ISSO SÓ PRA ME ALEGRAR!!!!!
Resumindo...... quando ela te perguntar isso...... já era meu irmão, FERROU, SUJOU PRO TEU LADO, SINTO MUITO..... vai começar mais uma discussão e você certamente será vitima de uma das onze expressões acima...... kkkkkkkkk
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quinta-feira, agosto 27, 2009

Ava-Canoeiros!!

Boca Livre- Canoa Canoa.mp3


Os índios Avá-Canoeiros são um povo tupi que ocupava áreas dos estados de Goiás e parte do Tocantins. No passado, foram 5 mil. Hoje, não passam de 20 pessoas. São vitimas do genocídio em 500 anos da história do Brasil. Os avá-canoeiros são exímios pescadores e tem esse nome devido a grande habilidade com suas canoas. Avá-canoeiros!

Canoa canoa
(Nelson Angelo e Fernando Brant)
Boca Livre
Int.: G7+ F#m7 C7/9
G7+ Bm7
Canoa canoa desce C7/9 G7+ Bm7
No meio do rio Araguaia desce
C7/9 G7+ Bm7
No meio da noite alta da floresta
C7/9 G7+ Gm7
Levando a solidão e a coragem
C7/9 G7+
Dos homens que são
Bm7 C7/9 G7+
Ava avacanoê
Bm7 C7/9 G7+
Ava avacanoê Bm7 C7/9 G7+
Avacanoeiro prefere as águas Bm7 C7/9 G7+
Avacanoeiro prefere o rio Bm7 C7/9 G7+
Avacanoeiro prefere os peixes Bm7 C7/9 G7+
Avacanoeiro prefere remar
Bm7 C7/9 G7+
Ava prefere pescar
Bm7 C7/9 Em7
Ava prefere pescar
Em/D C#m5-/7 C7+ Em7
Dourado, arraia, grumatá
Em/D C#m5-/7 C7+ Em7
Piracará, pira-andirá

Jatuarana, taiabucu
C/D Em7
Piracanjuba, peixe-mulher
Em7 C7+ Em7
Avacanoeiro quer viver
Em7 C#m5-/7 C7+ Am7
Avacanoeiro só quer pescar

Dourado, arraia e grumatá C/D G7+ Bm7

Tristeza não tem fim

 

Este quadro foi pintado por um italiano chamado Bruno Amadio, que o assinou como G. Bragolin, Giovanni Bragolin, J. Bragolin, GB, B. Amadio ou Giovanni Amadio, entre as décadas de 70 e 80. Os quadros espalharam pelo mundo. Lembro que na minha infância era comum encontrar o quadro do menino chorando em salas de visita. As cópias eram vendidas até nas Lojas Americanas.
Segundo o site holandês Crying Boy Fanclub os originais (o cara pintou uma coleção de moleques chorando) estão em um museu europeu. Diz a lenda que no auge destes quadros, ocorreram entre 40 e 50 casos de incêndios em casas na Europa (principalmente Inglaterra). O quadro era maldito: a casa pegava fogo, mas os quadros ficavam intactos. Outra: deitando o quadro, é possível perceber um estranho animal abocanhando o garoto deprimido.
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Caminho das Índias

 

 

Mariane Maio Braga, assessora do secretário de planjamento do Estado do Paraná ênio Verri e do vereador Mário Verri, deixa o trabalho para estudar na Índia. Quem vem para o lugar de Maio é o também jornalista Renato Volpato.
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Corrigindo: Ela vai pra Portugal, não pra Índia

Multicidadão

 

Delicioso o blog Multicidadão do Elton Hubner, o jornalista maringaense que há dez anos roda o mundo em busca de aventuras. Já faz 2,5 anos que saí do Brasil pela última vez. Frase cliché: “Passou rápido, eim!”Pra quem não sabe, encontrei meu doce lar e imigrei no Canadá, mas acabei me mudando temporariamente pra encantadora Berlim, onde também vivo em paz fazendo um mestrado, trabalhando como editor de um site e aprendendo a cada dia coisas novas sobre os humanos.Andanças desse tipo fazem parte da minha vida desde os 15 anos de idade e formam um repertório de histórias engraçadas, assustadoras e difíceis de acreditar.
Há alguns meses, achei que seria legal criar um espaço onde pudesse dividir essas histórias e dar dicas pra quem está começando a sentir essa coceira de querer viajar e entender melhor alguns a cultura de outros lugares do planeta.
É por isso que criei, com bastante carinho, o Multicidadão: Aventuras, apuros e dicas de um jovêm nômade. O novo site é escrito só em português e deve ter atualizações semanais, sempre com conteúdo específico pra brasileiros que estão curiosos pra levantar e sair conhecendo mais do mundo… ou que querem continuar sentados e se divertir um pouco com os causos de um amigo. Se você se encaixa em um desses perfis, bem-vindo!

Eis alguns trechos:
Presos no aeroporto em Frankfurt
Nos sentamos e ficamos esperando em frente à porta. Não lembro se ela estava aberta ou fechada, mas me recordo de que não éramos os únicos à espera. Havia também uns 5 colombianos na mesma condição, com os destinos nas mãos de alguns alemães – o que, obviamente, não era muito animador.
(...)
Com 20 e 19 anos, respectivamente, não tínhamos muitos planos. Na verdade, nem sabíamos direito como a Suíça era e nunca tínhamos ouvido antes o nome da região pra onde decidimos ir aquele dia – do qual, aliás, nem nos lembramos mais hoje.
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Tratado Geral dos Chatos

 

Tempos atrás descobri num sebo o “Tratado Geral dos Chatos” escrito pelo Guilherme Figueiredo, irmão do João Batista Figueiredo, aquele cara que foi presidente da república. Nunca mais vi o livro, mas graças à internet recuperei algumas pérolas. Veja em que categoria de chato você se enquadra.
Hamletianos:
Desastrados bem-intencionados. O autor se inspirou no personagem de Shakespeare que assassinou seu empregado Polônio sem querer, levou a bela Ofélia à loucura sem intenção e acabou matando todos os amigos e a própria mãe. Mas não foi por mal.


Catalítico:
Aqueles que não precisam fazer nada para serem chatos. Sua simples presença basta. Mesmo sem se moverem ou falarem, emitem partículas de chatice que giram ao seu redor, os chamados anéis de Chaturno.

Vivissectólogos:
Aqueles que não conseguem contar um caso sem fazer uma digressão, sem voltar atrás, sem entremear uma história com outra. Para falar de uma salada de frango, têm que mencionar o nome do dono da granja.

Tartufoclocos:
Instalam-se na casa alheia. Exemplos: parentes do interior, cunhados, sogras e amigos de infância. Inspirado em dois personagens inconvenientes da história do teatro, Tartufo, de Molière, e Clo-Clo, de Marcel Achard.

Postulantes:
Os que têm sempre uma encomenda a fazer, seja uma peça para o computador ("Já que você vai mesmo a Nova York") , seja um cigarro para fumar depois.

Ofertantes:
Aparentemente, são o oposto da categoria acima. Dizem sempre "Você manda, não pede", e "Disponha sempre!" Mas depois emendam "Isso eu não posso fazer. Quem sabe numa próxima?"

Catequéticos:
Os que tentam nos catequizar. O tempo todo querem converter-nos à sua religião, ao seu partido, ao seu time de futebol, ao seu esporte preferido.

Pirotécnicos:
Identificáveis por expressões do tipo: "Como vai essa força?!" Dão muitos abraços, tapas nas costas e usam pontos de exclamação em toda as frases!

Artesanais:
Estão sempre dispostos a consertar qualquer coisa, sejam lâmpadas, isqueiros, relógios ou computadores. Irritantemente habilidosos.

Faisões:
Usuários compulsivos do pronome "eu". Só sabem falar de si mesmos.

Confidenciais:
Os que pensam saber as notícias de primeira mão. Geralmente seguram você pela ombro e contam coisas óbvias, que todo mundo já sabe.

Otelos:
Têm ciúme em excesso, e não só do cônjuge, mas também dos amigos. Ficam ofendidos quando não são chamados para um almoço ou um cinema, mesmo que não pudessem ir.

Dom-juanescos:
Paqueradores compulsivos, costumam se gabar de suas conquistas com os amigos

Iagos:
São invejosos e escolhem uma vítima - escritor, músico ou político - para alvo permanente. Muitos críticos profissionais pertencem a esta categoria.

Sursumcordistas:
Fazem promessas. Invariavelmente otimistas, dizem coisas como "A coisa vai melhorar".

Gratitudinenses:
Sempre lembram que você lhes deve algo. Suas frases típicas são "Troquei muito a sua fralda" e "Ajudei muito o seu pai quando ele estava em dificuldade". O duro é quando o gratitudinense é também postulante.

Logotécnicos:
São os que gostam de falar palavras difíceis, termos técnicos ou trocadilhos.Como você deve ter percebido por essa classificação, é nesta categoria que se enquadra o autor do livro, embora ele mesmo não soubesse disso.

Interchatos
Essa é por conta do Bar do Bulga. São os que se utilizam da internet para fazer uso de sua chatice. Quer coisa pior do que receber aqueles trabalhos em powerpoint, cheios de imagens de gosto duvidoso, com texto de terceira categoria e com uma musiquinha brega no fundo, tentando nos dar lição religiosa, de moral ou de chatice?
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quarta-feira, agosto 26, 2009

O Rock é uma Prostituta



(Elton Telles) Em meados dos anos 70, a Inglaterra se viu pequena diante da popularização do “Glam Rock”. Trata-se de um estilo musical, cuja tendência era baseada na liberação e revolução sexual, e que teve grande repercussão e impacto entre os jovens ingleses da época. O período é conhecido, principalmente, pelo figurino extravagante adotado pelas pessoas, como uma espécie de identificação e impressão de personalidade, recheado de cílios postiços, cabelos coloridos, purpurina, boás, saltos altos, maquiagem pesada, roupas cintilantes etc. O filme “Velvet Goldmine” (1998), de Todd Haynes, faz uma excelente reconstituição dessa época eufórica e inovadora para a História do Rock, e é com ela que o Cinema Falado finaliza a série dedicada ao Rock n’ roll no Cinema. O programa é apresentado por Thiago Ramari, Marcelo Bulgarelli e Elton Telles, e vai ao ar, ao vivo, nesta sexta-feira (28/08), às 21h, com horário alternativo no domingo, às 18h.
O roteiro, assinado pelo também diretor Todd Haynes, traça um panorama da explosão do Glam Rock, que, mais que um gênero musical, era também uma moda que ditava o comportamento das pessoas simpatizantes a esse fenômeno. Em uma narrativa que se assemelha à utilizada por Orson Welles no clássico “Cidadão Kane”, “Velvet Goldmine” acompanha o jornalista Arthur (Bale), que é imbuído de escrever uma reportagem a respeito dos 10 anos que se passaram desde a morte forjada do maior ícone pop da época, Brian Slade (Rhys Meyers). Para resgatar alguns arquivos, Arthur entrevista algumas pessoas relacionadas ao cantor, além de buscar na própria memória algumas passagens da época, que acaba transportando o espectador em uma avalanche de flashbacks arrojados.
Um dos grandes representantes do cinema independente norte-americano, Todd Haynes faz uma leitura intimista e pessoal do surgimento do Glam Rock, e cria os personagens do filme totalmente baseados nos cantores mais representativos daquela época: David Bowie, Iggy Pop (The Stooges) e Lou Reed (Velvet Underground). Um ponto curioso é a inclusão do escritor Oscar Wilde no filme, como se, já no século XIX, ele tivesse sido o ponto inicial para que o Glam Rock se solidificasse no mundo. Muito bem escrito, o filme ganha créditos por não se limitar em retratar o período apenas em cima dos palcos. Como prova disso, a ótima cena do jornalista (quando adolescente) saindo pelas ruas com roupas extravagantes em busca da aceitação da sociedade, cujo preconceito e intolerância simplesmente esmagavam e reprimia o comportamento do rapaz.
Recheado de ironia e críticas (“Mr. BBC”; o trabalho mercenário das gravadoras musicais), “Velvet Goldmine” é um filme essencial para os amadores do rock, tanto pelo retrato de uma época importante da história musical, como pelos talentosos músicos envolvidos no filme: Michael Stipe (R.E.M.), Brian Molko (Placebo), Thom Yorke (Radiohead), Brian Eno, Thurston Moore (Sonic Youth), T-Rex, Teenage Fanclub, dentre outros.
TÍTULO: VELVET GOLDMINE
TÍTULO ORIGINAL: IDEM
ANO: 1998
PAÍS DE ORIGEM: REINO UNIDO
DIREÇÃO: TODD HAYNES
ROTEIRO: TODD HAYNES E JAMES LYONS
ELENCO: EWAN MCGREGOR, JONATHAN RHYS MEYERS, CHRISTIAN BALE E TONI COLLETTE


Trailer
http://www.youtube.com/watch?v=tHk_HALSVKo



RÁDIO UNIVERSITÁRIA CESUMAR - 94,3
O programa pode ainda ser ouvido, no horário da tranmissão, através do site http://www.radiocesumar.com.br/

Para participar do programa:
Telefone: (44) 3031-6367
e-mail: cinemafalado@gmail.com / atendimento@radiocesumar.com.br

Comunidade no Orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=14478758