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sábado, julho 31, 2010

Discos na parede

Veja o que fazer com seus vinis. Está no site Design on the Rocks. Um trabalho do designer Pavel Sidorenko.










Site do designer: www.pavel-sidorenko.com
Fonte: www.designontherocks.com.br

quarta-feira, julho 28, 2010

Muito além da miopia

O primeiro sutiã a gente não esquece. No meu caso, acredito que tenham sido os meus primeiros óculos. Traumático. Tinha eu uns dez anos quando a miopia me descobriu. Não gostava daquilo que esteticamente me incomodava. Tanto é que resolvi não usar óculos todos os dias.
Eu participava de uma colônia de férias do Batalhão de Infantaria Motorizada em Petrópolis. Em 1975 para ser mais exato.
A colônia era a festa que o regime militar fazia pra alegria da garotada e dos pais que enfim tinham um lugar barato para enfiar os filhos durante o mês de janeiro. A colônia era de graça.
E lá ia eu: tênis conga, short azul, camiseta branca e uma estranha boina com listas pretas e brancas que identificava a minha turma: a número 5, batizada como a Turma do Zero, homenagem ao personagem Recruta Zero. Tudo a ver. Éramos chamados de ‘colonins”.
A turma 5 era só de meninos na faixa dos dez anos. A turma 9 era a correspondente do sexo feminino. E na minha opinião infantil, meninas não deviam gostar de meninos de óculos.
Aquele estranho aparelho, pendurado nas orelhas e alicerçado pelo pequeno nariz, me inibia. E resolvi ir de óculos “de vez em quando”.
Essa minha briga com os óculos chamou a atenção de um garoto gordinho, o Olavo. Ele queria saber a razão de eu ‘usar e não usar óculos’. Vi ali uma oportunidade para tornar a situação um pouco mais divertida.
- Olavo, quem usa óculos não sou eu.
O gordinho arregalou os olhos de curiosidade. E remendei:
-Eu sou o Marcelo. Quem usa óculos é o Pedro.
-?
- Ele é meu irmão gêmeo.
Olavo não acreditou. Então, cadê o meu “outro”? Expliquei.
- É que nossa mãe, quando veio fazer a ‘matrícula’ na colônia de férias, descobriu que só tinha uma vaga. Não tinha como matricular nós dois.
O gorducho Olavo parecia interessado no assunto e acreditando a fundo. Bingo! E continuei com uma voz meio que humilde e triste ao mesmo tempo.
- Então, minha mãe me matriculou. Como somos gêmeos, o Pedro vem um dia e eu venho em outro.
“Caramba!”, exclamou o garoto. Antes de qualquer outra exclamação, fiz ele jurar que não contaria para ninguém o fantástico segredo.
Confesso que ganhei o dia e a semana toda com aquela história. Agora eu tinha uma outra identidade: Pedro!
Acontece que quem começa a usar óculos começa a perceber o aumento gradativo da dependência por daquele aparelho. Eles começam a fazer falta. Não tardou para que “Pedro” começasse a freqüentar a colônia de férias com mais assiduidade do que o “Marcelo”.
- Pobre mano Marcelo! Vive doente...
Enfim, veio o encerramento da colônia. Uma festa de balões coloridos pelos ares, personagens infantis, discursos ufanistas, pais emocionados e um colonim preocupado em manter a dupla identidade naquele momento. O Olavo não poderia se aproximar de minha mãe. Mas nada impediu que ele apresentasse o “Pedro” à mãe dele.
- Cadê o Marcelo?
- Não sei. Me perdi dele. Deve estar com minha mãe. Vou lá buscar!
Como achei que os pais de Olavo seriam mais espertos do que o primogênito, resolvi não retornar.
No mês seguinte, estava eu e minha turminha de rua numa matinê de carnaval do Clube Petropolitano. Nosso entretenimento era brincar de policia e ladrão pelos jardins e salões do grande clube.
Eu tentava me esconder da ‘policia’ quando surge um gordinho com um sorriso inconfundível, esbaldando simpatia. E me abraçou perto dos meus amigos.
- Pedro!
Ninguém entendeu nada. Sorri amarelo e disfarcei. Assim que Olavo se foi, emendei:
- Dupla identidade, entendem?
João Carlos, Luis Cláudio e Júnior, um trio que não era nada bobo, não parava de rir.
E hoje essa história me vem completa ao ver antigas fotos de um menino que enxergava o mundo pelos olhos de Marcelo e de Pedro. E que apesar de até hoje usar óculos, nunca mais viu Olavo.

terça-feira, julho 27, 2010

Gol de Pescador

Se a moda pega...

Música de Brinquedo

Acabamos de conferir Música de Brinquedo, o décimo disco do Pato Fu. A bela capa é da designer  Andrea Costa Gomes. Agora, Fernanda Takai e Cia fazem músicas tocando instrumentos de brinquedo. O resultado fica entre um trabalho infantil e experimental (uma marca do grupo)
Já me disseram que Pato Fu é como os Gremlins: fofinhos que se transformam em monstrinhos. Banda única e de respeito. 
Aqui você confere Live and Let Die, dos Wings, banda inglesa encabeçada por Paul McCartney e Linda McCartey nos anos 70. Eis o repertório: de Música de Brinquedo:


1. Primavera (Vai Chuva) (Cassiano e Sílvio Rochael)
2. Sonífera Ilha (Branco Mello, Marcelo Fromer, Toni Bellotto,
Ciro Pessoa e Carlos Barmak)
3. Rock and Roll Lullaby (Cynthia Weil e Barry Mann)
4. Frevo Mulher (Zé Ramalho)
5. Ovelha Negra (Rita Lee)
6. Todos Estão Surdos (Roberto Carlos e Erasmo Carlos)
7. Live and Let Die (Paul McCartney e Linda McCartney)
8. Pelo Interfone (Ritchie e Bernardo Vilhena)
9. Twiggy Twiggy (Lalo Schifrin, Nanako Sato, Burt Bacharach, Hal David e Morton Stevens)
10. My Girl (Smokey Robinson e Ronald White)
11. Ska (Herbert Vianna)
12. Love me Tender (Elvis Presley e Vera Matson)

O disco chega em agosto nas lojas.

segunda-feira, julho 26, 2010

9ª Festa da leitoa na brasa

No dia 8 de agosto ocorrerá a 9ª Festa da leitoa na brasa, organizada pelo Rotary Club Maringá Norte, em prol do Recanto do Menor – CEMIC, no CTG de Maringá. É festa pra 1600 pessoas!
Informações:  44 9831-2127.

Che Guevara em Maringá


Leio no blog Maringá Histórica a possibilidade de Ernesto Guevara de la Sierna  ter estado em Maringá entre os anos de 1958 e 1964.
De acordo com Miguel Fernando, administrador do blog, e
m 1961, Che Guevara esteve no Brasil, onde acabou recebendo uma honraria do então presidente, Jânio Quadros. Há quem diga que ele nunca recebeu tal oferenda Contradizendo a capa da revista Mamchete de 2 de setembro de 1961
Enfim, talvez não tenha sido nessa visita em caráter oficial, que ele esteve em terras maringaenses, mas é sábido que Che esteve pelo Paraná (região Oeste), planejando sua ida à outras regiões da América do Sul.
AMas há quem diga que ele pernoitou na cidade, pois estava seguindo em direção à Argentina. O hotel de sua estada teria sido o Hotel Vila Rica, na Rua Joubert de Carvalho.
Existe uma versão de que o revolucionário teria estado inclusive com uma mulher naquela noite. LEIA MAIS EM MARINGA HISTÓRICA

domingo, julho 25, 2010

Parabéns, Bar do Ferreirinha!

Uma verdadeira instituição completa hoje 51 anos na cidade de Caicó. É o fantástico Bar do Ferreirinha. É o mais democrático bar das Américas.
Tem até atração internacional - confira Love Hurts no clip abaixo.

Mafalda

Em Buenos Aires eu vi Mafalda por todos os cantos. E num desses cantos,encontrei Mafalda. Criação imortal de Quino.

Os Inocentes (The Innocents) 1961


Filme que não pode faltar na estante da sala e agora disponível via TupCine.  É o clássico Os Inocentes com Débora Kerr. Detalhe: é a estréia de Pamela Franklin ainda menina. Mais tarde ela faria A Casa da Noite Eterna. .
Algo e estranho e sinistro estava acontecendo naquela casa, pensou senhora Giddens, contratada para cuidar de Flora e Miles, dois irmãos que ficaram órfãos em circunstâncias misteriosas. Com o passar do tempo, Giddens acredita que existe alguma coisa escondida nas trevas da mansão, fazendo com que as crianças tenham um comportamento muito assustador. E a jovem governanta não sabe se terá forças para enfrentar esse perigo oculto na face de crianças inocentes demais para cometer algum mal. Será mesmo? Uma das mais completas adaptações para o cinema da obra de Henry James, 'A volta do parafuso', estrelada por Deborah Kerr em um de seus memoráveis desempenhos nas telas.




Elenco
Deborah Kerr ... Miss Giddens
Peter Wyngarde ... Peter Quint
Megs Jenkins ... Sra. Grose
Michael Redgrave ... The Uncle
Martin Stephens ... Miles
Pamela Franklin ... Flora
Clytie Jessop ... Miss Jessel
Isla Cameron ... Anna
Eric Woodburn ... The coachman


Ficha Técnica


Título no Brasil: Os Inocentes
Título Original: The Innocents
País de Origem: EUA
Gênero: Suspense
Classificação etária: 12 anos
Tempo de Duração: 110 minutos
Ano de Lançamento: 1961
Site Oficial:
Estúdio/Distrib.:
Direção: Jack Clayton

Baila Comigo! Bota 3 - Fla 1



Brasileirão 1981

sexta-feira, julho 23, 2010

Inferno na Torre (The Towering Inferno) 1974


O blog Tup Cine é o caminho para conferir essa produção de 1974 campeã de bilheteria. Inferno na Torre surgiu um ano depois do incendio do Edificio Joelma, em São Paulo. A tragédia brasileira ficou conhecida em todo o mundo e acelerou essa superprodução com um elenco milionário.
O filme faz parte do ciclo "cinema-catastrofe" iniciado em 1970 com "Aeroporto".
Junto desses filmes, acrescente Terremoto, O Destino do Poseidon, S.O.S Submarino Nuclear, o Enxame e outros menores.
O grande charme de O Inferno na Torre é realmente o elenco. Na direção, Irwin Allen, o mestre que criou nos anos 60 os seraidos cult "O Tunel do Tempo", Perdidos no Espaço" e "Terra de Gigantes".
Em São Francisco, Doug Roberts (Paul Newman), um arquiteto, retorna de longas férias e encontra quase terminado o arranha-céu que projetou. Na verdade, se trata do maior edifício do mundo, com 138 andares de escritórios e residências, além de ter um restaurante de luxo e um heliporto na cobertura. No dia da festa de inauguração, descobre que as especificações da instalação elétrica não foram seguidas e que o prédio está sujeito a curtos-circuitos. E o pior acontece quando um incêndio começa, deixando vários convidados presos no andar de cima, sendo esta a principal preocupação de Michael O'Hallorhan (Steve McQueen), o chefe dos bombeiros, pois além da coragem da sua equipe não existe equipamento contra incêndio que consiga atingir os andares mais altos desta colossal construção e, se o fogo não estiver logo controlado, o número de vítimas será imenso. Além disto, alguns convidados se apavoram, dificultando o resgate.

Elenco
Steve McQueen ... Chief O'Hallorhan
Paul Newman ... Doug Roberts
William Holden ... Jim Duncan
Faye Dunaway ... Susan
Fred Astaire ... Harlee Claiborne
Susan Blakely ... Patty
Richard Chamberlain ... Simmons
Jennifer Jones ... Lisolette

Ficha Técnica

Título no Brasil: Inferno na Torre
Título Original: The Towering Inferno
País de Origem: EUA
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 158 minutos
Ano de Lançamento: 1974
Site Oficial:
Estúdio/Distrib.:
Direção: John Guillemin / Irwin Allen

quinta-feira, julho 22, 2010

Umas & Outras

Satisfação
Desde segunda-feira sem postar. É a correria.


Novidade
Comecei nesta semana na RPC – Rede Paranaense de Comunicação – TV Cultura Maringá, afiliada da Rede Globo.

Com quem?
Estou entre amigos. Pessoas que eu já admirava profissionalmente e outras até do convívio do dia a dia profissional. E até pessoal.

Deixo
A chefia da RIC Record nas boas mãos do amigo companheiro Leonardo Filho, de apenas 27 anos mas com uma vivência em radiotelevisão desde os 14 .

E muda
Taís Santana – que trabalhava como terceirizada para o programa Balanço Geral – agora será contratada da RIC.
.
Pombas
O casal de pombas amargosas voltou a investir na jardineira da sacadinha do apê.

Cria
Dois filhotes.

Porém
Tem mais bicho com fome.

Quem?
A coruja –que também deve ser mamãe – invadiu o ninho para desespero dos pais amargosos e da dona Ana que tentou inutilmente salvar os pequenos pombinhos.

Mas...
A coruja levou a melhor. O casal de pombinhas se foi. Sem filhotes.

A natureza
É cruel.

Cruel...
De tão lógica.

segunda-feira, julho 19, 2010

Fama (Fame) 1980


O blog tup-cine é o caminho para quem quer conferir esse clássico moderno do cinema estadunidense. Tinha eu uns 16 anos e assisti sessões contínuas de Fame em Copacabana, no extinto cinema Caruso. Na época eu fazia e estudava teatro e Fame representou muito naquele momento. E a trilha sonora  embalou muita festinha adolescente.  
Em tempo: esqueça o remake perfumadinho de 2009. 

Em Nova York, os estudantes de diversas origens sociais de uma escola de arte cênicas se deparam com seus sonhos e suas frustrações no decorrer do curso, mas acima de tudo almejam serem amados e reconhecidos artisticamente.

Elenco

Irene Cara .... Coco Hernandez
Lee Curreri .... Bruno Martelli
Laura Dean .... Liza Monroe
Antonia Franceschi .... Hilary van Doren
Boyd Gaines .... Michael
Albert Hague .... Shorofsky
Tresa Hughes .... Sra. Finsecker
Steve Inwood .... François Lafete
Paul McCrane .... Montgomery MacNeil

Ficha Técnica

Título no Brasil: Fama
Título Original: Fame
País de Origem: EUA
Gênero: Musical
Tempo de Duração: 134 minutos
Ano de Lançamento: 1980
Site Oficial:
Estúdio/Distrib.:
Direção: Alan Parker

hehehe

Coisas que gostaria de ver: "


"

domingo, julho 18, 2010

Carta a um Jovem Ator

O homem foi feito para sonhar e criar ilusões. Por isso os artistas são, em geral, mais felizes que os outros. Criam mais. Por isso tem tanta gente aqui querendo fazer teatro. Em que grau de ilusão você prefere viver? Essa é a sua única escolha. E, a partir daí, tome toda a responsabilidade dos seus atos. Você só faz o que quer. Senão faria outra coisa. Papai e mamãe foram dormir, estão, talvez, engendrando outro neném. Você está sozinho e isso não é mau. Nem Deus teve pai e mãe.
Abaixo, conselhos práticos para ser feliz.
Sempre lembrando que o bom conselho é aquele que a gente não tem que seguir.
1. Viver cada dia como se fosse o último.
Já fizeram um ótimo filme sobre esse assunto. Um filme de jovens, A Sociedade dos Poetas Mortos. Carpe diem. Sim, porque cada dia pode ser o último. Por exemplo, cada filme que faço pode ser o último. As produtoras podem não querer mais botar dinheiro, eu posso não ter mais vontade de fazer filmes e posso, naturalmente, morrer antes das filmagens. Viver cada dia como se fosse o último é, na verdade, viver bem o quanto se pode. Tirar de todo momento o máximo que tiver para dar. Como eu estou fazendo com este momento aqui. Viver cada dia como se fosse o último não é ficar pensando na morte. É prezar a vida. Saber de todos os prazeres que ela pode dar e aproveitá-las. Avidamente.
2. Respeitar os seus desejos. A máquina de desejar do homem é muito frágil. Engui¬ça com muita facilidade. Se você me convi¬da para tomar um sorvete e eu digo "Ah, não quero não", é capaz de você desistir de tomar o sorvete. E este será um sorvete a menos na sua vida. Porque desejar é viver. O desejo é a fonte de toda saúde, de toda produtividade. Ele tem que ser cuidado, respei-
ta do. O menor desejo de um homem deve ser atendido o mais depressa possível. Se contrariamos muito alguém, por exemplo, obrigando-o a acordar todos os dias às 6 horas da manhã para ir trabalhar naquilo que não gosta, a máquina quebra. Depois de al¬gum tempo, esse homem não deseja mais nada. E, não desejando, deseja o mal. Não deixe isso acontecer com você. Todo mundo tem que fazer o que gosta. Todo mundo tem que ganhar dinheiro no final do mês para pagar as suas contas. O Herói Moderno, o sábio, o gênio moderno, é aquele que con¬segue unir essas duas coisas. Esse deveria
ter as suas mãos beijadas nas ruas.
3. Mas seja humilde. Com o grau elevado de auto-estima, porém humilde. Humildade é sinônimo de inteligência. O homem que sabe, sabe que não sabe. Já o burro ignora a sua burrice. Cuidado com ,os burros.
4. Melhor se arrepender" de ter feito do que de não ter feito. Exemplo simples: garota ao seu lado. Você tem vontade de agarrá¬Ia. O máximo que pode acontecer é ela te dar um tapa, se você agarrá-la. Se não, o mí¬nimo que pode acontecer é você ficar baten¬do com sua cabeça na parede de arrependi¬mento. Diante da dúvida, não fazer é uma atitude antiga, do século 20. Chama-se a cautela. Uma atitude careta, por assim dizer. Uma coisa boa para as crianças.
5. Você deve terminar tudo aquilo que começa. Um curso, um namoro, nem de sair do filme no meio eu gosto. Terminar aquilo que se começa é o segredo, que ninguém nos ouça, da produtividade e, portanto, da riqueza. So¬mente terminando aquilo que você começou é que você vê se era um lixo ou uma maravi¬lha. Começar sem acabar é depressão. Até um amor. Você deve ir até o fim. Até a vida.
6. Tudo é sexo. Gente, essa eu não preciso explicar. Sexo é a força da qual emana tudo. Talvez seja o sexo que une os átomos, tornando a matéria coesa. Até hoje acho que, quando um homem e uma mulher enfiam-se um dentro do outro, a Terra treme. Osjovens de hoje dão menos importância ao sexo que os da minha geração. Não vamos analisar isso. Mas vamos acabar com isso. Sexo é uma forma de conhecimento absolutamente notável. Somente na cama as pessoas revelam como realmente são, é curiosíssimo, deslumbrante. Muito educativo. O amor é o efeito colateral do sexo. E também a paixão, embora esta tenha maior transcendência. Se existe algo na vida que desperta senti¬mentos modificadores, isto é o sexo.

DOMINGOS OLIVEIRA é cineasta, autor de Juventude (2008) e Todo Mundo Tem Problemas Sexuais (2008), entre vários outros.Revista Bravo, novembro 2008.

Leca apresenta Espanca



A Leca mandou o poema. E de qubra, visitamos o belo blog Mente Que Flutua


Perdidamente...
Poesia de Florbela Espanca

Ser poeta é ser mais alto, é ser maior
Do que os homens! Morder como quem beija!
É ser mendigo e dar como quem seja
Rei do Reino de Áquem e de Além Dor!

É ter de mil desejos o esplendor
E não saber sequer que se deseja!
É ter cá dentro um astro que flameja,
É ter garras e asas de condor!

É ter fome, é ter sede de Infinito!
Por elmo, as manhãs de oiro e de cetim...
É condensar o mundo num só grito!

E é amar-te, assim, perdidamente...
É seres alma, e sangue, e vida em mim
E dizê-lo cantando a toda a gente! 

Para Balestra

O presente veio do meu sobrinho Miguel Angelo Henley que hoje mora em Piracicaba. É engenheiro e músico amador. Gostei tanto que divido com vocês. Essa vai em homenagem ao Balestra, cliente do bar.

Para voces que (ainda) não conhecem o violonista Alessandro Penezzi, piracicabano, de infancia pobre e um dos maiores violonistas do mundo e que coleciona premios e mais premios,

discipulo do mestre Sérgio Beluco tambem piracicabano, vai aqui uma amostra (só não sei se voces vão gostar da música).Alessandro Penezzi toca em um violao produzido pelo luthier Lineu Bravo.

PS: A primeira vez que ouvi esta obra prima do Chico Buarque foi com meu tio Marcelo Bulgarelli, no apartamento da rua Barata Ribeiro, em Copacabana.


sábado, julho 17, 2010

Vá e Veja (os horrores da guerra)

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Vá e Veja - produção russa de 1985. Esqueça qualquer filme sobre os horrores da guerra. Esse é um soco no estômago, simplesmente o melhor. Só para se ter uma idéia: o jovem ator que faz o personagem principal precisou ser hipnotizado para fazer  a maior parte das cenas. Um estranho envelhecimento precoce. Pertubador.

Sinopse
A Bielorússia atravessa a II Guerra Mundial. Estamos no campo, junto à fronteira com a Polónia. Um jovem deixa a sua aldeia para se juntar aos resistentes que lutam contra os nazis. Perde-se dos outros e é obrigado a voltar para casa, apenas para descobrir que ela foi arrasada, os seus habitantes massacrados e os corpos empilhados ao calhas num monte por detrás de uma quinta. Perdido, só e ensurcedido nada podia ser pior.
Nenhum outro filme é igual a Idi I Smotri, na sua inquietude de pesadelo. Não existe enredo algum, apenas uma viagem picaresca e aterradora em que o rapaz atravessa os campos e encontra cenários de horror, uns atrás dos outros. Não há feitos de heroísmo ou sacrifício; nem discursos patríóticos exaltantes incitando as pessoas a lutar contra o inimigo. Somente mortes, brutalidade, aleatoriedade e a condição de se ser vítima, lá onde a sobrevivência é inteiramente arbitrária, e possivelmente uma ironia cósmica cruel.
Este é um dos mais impressionantes filmes de guerra alguma vez feitos. Realizado por Elem Klimov e com argumento do escritor e Ales Adamovich, 'Vem e Vê' é baseado em factos verídicos e no livro 'The Khatyn Story' de Adamovich. Embora o filme tenha como pano de fundo a 2ª Guerra Mundial no período de 1941 a 1945, interessa-lhe muito mais explorar os efeitos devastadores da mesma no curso da História. Os autores descrevem os locais e os acontecimentos que se tornaram símbolos desta tragédia.
O filme está no blog :My one thousand movies em  duas partes, e com legendas em português.

Parte 1
Parte 2
Imdb
"

quinta-feira, julho 15, 2010

Paulo Moura apresenta Dorival Caymmi

Discaço postado pelo ótimo blog Abracadabra. Nossa homenagem a Paulo Moura. Tinha eu 26 anos, ainda aprendiz (eterno) da MPB quando comprei esse vinil. Somente agora vou poder ouvi-lo novamente graças aos heróicos blogs. Jóia rara.



















Paulo Moura & Ociladocê -
Interpretam Dorival Caymmi (1991)
Chorus/Som Livre (406.0120)

download

01 - Noite de temporal (Dorival Caymmi)
02 - Só louco (Dorival Caymmi)
03 - Doralice (Antônio Almeida - Dorival Caymmi)
04 - Marina (Dorival Caymmi)
05 - Acalanto (Dorival Caymmi)
06 - O mar (Dorival Caymmi)
07 - Dora (Dorival Caymmi)
08 - Mãe Menininha (Dorival Caymmi)
09 - Sargaço mar (Dorival Caymmi)
• Promessa de pescador (Dorival Caymmi)
10 - Suíte dos pescadores (Dorival Caymmi)

Arranged by Paulo Moura
Paulo Moura - soprano sax, alto sax, clarinet
Banda Ociladocê:
Alex Meirelles - keyboards, piano
Paulo Muylaert - guitar
Ricardo Feijão - electric bass
Marcos Suzano - pandeiro, percussion
Carlos Negreiros - vocal, atabaques, keyboards
Joviniano - percussion

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terça-feira, julho 13, 2010

Perdemos Paulo Moura


Perdemos o clarinetista Paulo Moura, 77 anos . Morreu de câncer, no fim da noite de segunda-feira (12), no Rio de Janeiro Estava internado desde 4 de julho. Tenho em minha discoteca um discão de Paulo Moura interpretando Caymmi.
No vídeo, o mestre ao lado de outro mestre: Turíbio Santos.

Kaiser Bock

No inverno, o bom é Kaiser Bock. Pena que só a encontramos no inverno. Abaixo, a propaganda do lançamento da cerveja em 1994. O filme foi gravado em Itaipava, distrito de Petrópolis, RJ.





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segunda-feira, julho 12, 2010

O fim do Jornal do Brasil


O presidente do Jornal do Brasil, Pedro Grossi, demitiu-se do cargo que ocupou por apenas 6 meses. Em e-mail enviado aos editores e diretores do JB disse que sua saída é em protesto à tentativa de investidores de acabarem com a versão impressa do jornal, tornando-se apenas a edição online.
:
“Prezados,
Em almoço realizado hoje, na presença do Dr. Ronaldo Carvalho e da Dra. Angela Moreira, o Dr. Nelson Tanure informou que publicará na edição de amanhã do Jornal do Brasil (JB) uma notificação assinada pela direção da empresa e dirigida aos leitores na qual explica a transposição do jornal escrito para o tecnológico.
Considerando que isto contraria a razão pela qual fui contratado, solicito, sem perda de meus direitos, que o expediente do jornal e de todas as revistas não conste mais meu nome.
Respeitosamente,
Pedro Grossi Jr.”


O JB foi o grande jornal para diversas gerações de jornalistas. Era a cara do Rio e em diversos momentos da história do país se destacou pela independência, até mesmo ao driblar a censura na época da ditadura. É um crime perder um jornal centenário. Perdeu até o imponente prédio da avenida Brasil (vai virar um hospital)
A jornalista Tereza Cristina Levy fala desse período romantico no JB.

domingo, julho 11, 2010

Parabéns, Espanha!










Feinho, né?


É. Não gostei dessa logo. Parece uma pessoa tampando o rosto com a mão. Lembra até uma imagem de Munch ou Brugel.
 E aquele '2014' grudado na orelha ficou meio coió...

Nova dupla sertaneja

Crédito: ((( TRETA ))).


bruno.e.nardoni


- – -“DORMI NA CELA” – “BRUNO & NARDONI”




EU FUI PERSEGUIDO, POR VIATURAS – NÃO CONSEGUI UM ALVARÁ DE SOLTURA
COMETI UM CRIME MACABRO – FIZ TUDO PRA ESCONDER… ATÉ QUE DIVULGARAM NA TV
CHAMARAM DE BANDIDO, MELIANTE – UM POLICIAL VIRIL ME ALGEMOU
XINGADO PELO POVO APÓS DESCER DO CAMBURÃO – EU FUI JOGADO AQUI NESSA PRISÃO
REFRÃO
SEU GUARDA EU NÃO SOU ASSASSINO, NÃO SOU DELINQUENTE, JURO, EU SOU INOCENTE
TÔ LONGE DE CASA – DORMI NA CELA, AAAAAH
SEU GUARDA OS PRESOS ME BOLINAM, ME BATEM, ME BEIJAM, FAZEM TUDO COMIGO
ENTÃO NÃO ME DEIXE – VOLTAR PRA CELA



Holanda x Espanha na MPB

A final da Copa com Holanda e Espanha será neste domingo, às 15h30, em Johannesburgo. Mas antes daquele polvo profeta, Milton Nascimento e Leila Diniz já cantavam "Um Cafuné na Cabeça, Malandro, Eu Quero Até de Macaco". Está no disco Sentinela, do Milton, em 1980. A canção cita Espanha e Holanda, duas potências da era das grandes navegações, entre os séculos XV e XVII. A Folha de São Paulo encontrou e nós colocamos aqui.

Um Cafuné na Cabeça, Malandro, Eu Quero Até de Macaco
(Milton Nascimento e Leila Diniz)


Brigam Espanha e Holanda
Pelos direitos do mar
O mar é das gaivotas
Que nele sabem voar
Brigam Espanha e Holanda
Pelos direitos do mar
Brigam Espanha e Holanda
Por que não sabem que o mar
Por que não sabem que o mar
Por que não sabem que o mar
É de quem sabe amar

A Flórida está mais perto de você

José Agrippino de Paula


Esse paulistano é José Agrippino de Paula, dramaturgo (O rito do amor selvagem), escritor (Lugar público) e cineasta (Hitler do 3º mundo). É o autor de PanAmérica, livro citado por Caetano Veloso na música Sampa através do verso "Pan América de Áfricas utópicas". A obra foi lançada em 1967 e é cultuada até hoje. O texto é bem tropicalista, uma mistura de personagens - de Marilyn Monroe a Che Guevara, de Karl Marx a Harpo Marx - que vivem uma aventura bem doida que acaba com a destruição do mundo. Na época, o físico Mario Schenberg classificou Agrippino de Paula como uma das personalidades mais poderosas e significativas daquela geração. Em PanAmérica não há parágrafos, nem travessão. E nenhuma  introdução sobre os personagens.
José Agrippino de Paula faleceu em 4 de julho de 2007, aos 69 anos.
Abaixo o filme de Miriam Chnaiderman com o escritor. Está em duas partes.

Isto foi fato

• Há dois anos que o desempregado Rogério Gonçalves andava de ônibus por São Paulo sem pagar a passagem. Há dois anos, também, que ele saía de casa de camiseta vermelha, calça cinza e botas pretas - o uniforme do Corpo de Bombeiros. E era assim, apresentando-se como tal, que Gonçalves tinha o direito de vi¬ajar de graça. Havia, porém, um problema difícil de contornar que ele ia empurrando com a barriga, literalmente com a barriga: ela é protuberante demais para um bombeiro. Na terça-feira 8, um PM que estava no mesmo ônibus de Gonçalves desconfiou dela - e, na sequência, dele. Gonçalves acabou preso . •

O também desempregado Carlos Cleyton Mineiro encurralou um guarda municipal à paisana na porta de um caixa eletrônico:
- Me dá todo o dinheiro, exigiu ele, fingindo ter uma arma sob a camisa.
Como revólver não toca, mas o de Mineiro tocou, a vítima percebeu que era um celular. Pegou de volta os R$ 50 que já tinha dado para o desastrado assaltante e fez questão de atender o celular. Ouviu uma voz impaciente:
- Ô Mineiro lerdo, vamos ou não vamos comer uma pizza, sô?

Isto É – 16/05/2001

Desenhos racistas


Histórias clássicas do desenho Pernalonga, produzidas na década de 40, foram agora proibidas na tevê americana. Estão sendo consideradas racistas. Porém, desconheço se elas foram retiradas das caixas de DVD para colecionadores.
Na tevê, estão proibidos os seguintes episódios:
• A lebre selvagem, primeira animação criada pe¬los desenhistas Ben Hardaway e Tex Avery, que mostra o personagem passando a perna em um índio americano .
• Tudo e um ensopado de coelho, no qual Pema¬longa maltrata um homem negro e o corta em cubos . • A lebre gelada, em que aparece um esquimó sendo ridicularizado e chamado de "grande babuíno".
Considero certa a decisão de não veicular tais desenhos na tevê, mas eles deveriam estar nas caixas para colecionadores (mas com advertências) devido ao valor histórico das animações de Tex Avery.

sábado, julho 10, 2010

Tarântula - 1955

Em Buenos Aires consegui esse DVD de um cult SF da década de 50. Pós Guerra Fria, Tarantula é diversão pura. E com estilo. O blog sanguinolento oferece essa versão.

Sinopse:
Um cientista conduz experimentos sobre crescimento de animais em um laboratório isolado no deserto, quando uma aranha gigante - uma de suas mais admiráveis conquistas - escapa do laboratório, passando a aterrorizar toda a população local.
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Ano: 1955
Tempo de duração: 89Minutos
Direção: Jack Arnold
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Elenco:
Robert R. Stephenson (Warehouseman)
Clint Eastwood (Jet Squadron Leader)
Ross Elliott (Joe Burch)
Bert Holland (Barney E. Russell)
James Hyland (Trooper Grayson)
Tom London (Jeff (1st Tramp))
Bob Nelson (State Trooper)
Nestor Paiva (Sheriff Jack Andrews)
Eddie Parker (Paul Lund/Eric Jacobs)
Hank Patterson (Josh)
Ray Quinn (State Trooper)
Edwin Rand (Lt. John Nolan)
Vernon Rich (Ridley)
Don Dillaway (Jim Bagny)
Edgar Dearing (Second Tramp)
Jack Stoney (Helper)
Stuart Wade (Maj. Vernon)
Billy Wayne (Murphy)
Rusty Wescoatt (Driver)
Bud Wolfe (Bus Driver)
Dee Carroll (Telephone Operator)
Mara Corday (Stephanie 'Steve' Clayton)
Jane Howard (Coed Secretary)
John Agar (Dr. Matt Hastings)
Raymond Bailey (Prof. Townsend)
Leo G. Carroll (Prof. Gerald Deemer)
Steve Darrell (Andy Andersen)
Bing Russell (Deputy)
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Formato:Avi
Tamanho:700Mb
Idioma: inglêS
Legenda: Pt-Br(separada)
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sexta-feira, julho 09, 2010

A Febre do Cubo Mágico

Um ícone do início dos anos 80: o cubo mágico. Mexendo nos meus arquivos de cinema, encontrei essa matéria curiosa publicada no Caderno B do Jornal do Brasil em 11 de agosto de 1981. Dos arquivos do Bar do Bulga.

Quem quiser assistir a demonstrações de montagem do Cubo Mágico em um minuto ou menos deve procurar, durante esta semana, as lojas da Mesbla no Grande Rio. Dois estudantes paulistas, que desenvolveram méto¬dos próprios para resolver com rapidez o complicado quebra-cabeças, foram contratados e fazem apre¬sentações em vitrinas.
Dezenas de pessoas puderam assistir, ontem, na Rua do Passeio, às demonstrações de Paulo Alves de Oliveira, 16 anos, que movimenta as faces coloridas do cubo ao mesmo tempo em que conversa com os curiosos. Ele diz que seu recorde é 45 segundos e que o cubo, depen¬dendo da posição, pode oferecer bilhões de combi~ nações.
A Mesbla contratou Paulo e Oto Marques da Silva Filho, este com 17 anos, ambos estudantes do Colégio Marista, em São Paulo. Já existem à venda, no mercado, métodos para resolver o Cubo Mágico, mas Paulo conta que desenvolveu o seu - e agora quer vendé-lo também. Ele permite que se vejam os diagramas de seu método, mas seriam necessárias horas para se aprender o processo.
- Por causa do cubo, quase não passei de ano ¬conta Paulo, explicando que ganhou seu cubo antes de ele estar à venda no pais (um parente trouxe do exterior).
Durante seis meses, desenvolveu seu método, após numerar cada uma das faces e anotar cada passo, de forma a evitar a repetição de erros. Agora, já resolve o problema rapidamente e quer baixar seu tempo para 30 segundos, que ele diz ser o recorde mundial, embora não identifique quem o possua.
Na Mesbla Passeio, as demonstrações serão na: quarta e sexta-feiras; em Niterói, hoje, sexta-feira e sábado pela manhã; no Rio Sul, quinta-feira e sá¬bado à tarde; no Méier, quarta-feira; e na Tijuca, hoje, quinta-feira e sábado.

Morre a mulher mais velha do Brasil

Morreu no início da noite desta quinta-feira (08), na cidade de Astorga,  Maria Olívia da Silva, de 130 anos, considerada a pessoa mais velha do Brasil. Um dos filhos da idosa, Aparecido Silva, contou que ela havia passado mal depois de jantar e não teve tempo de ser socorrida. Reportagem da RIC Record em fevereiro de 2010. 

quarta-feira, julho 07, 2010

As 20 curiosidades sobre o Felipe Melo

As 20 curiosidades sobre o Felipe Melo:
"1 - O saci tinha duas pernas até ser atingido por Felipe Melo
2 - O Corcunda de Notre Dame era um modelo famoso até trombar com Felipe Melo
3 - Aquiles uma vez dividiu uma bola com Felipe Melo, seu calcanhar nunca mais foi o mesmo
4 - Chuck Norris encerrou sua carreira no cinema após um carrinho de Felipe Melo
5 - Felipe Melo foi expulso da escolinha do Junior Baiano por agredir o goleiro Bruno do Flamengo
6 - Felipe Melo não nasceu, foi expulso do útero
7 - O Felipe Melo não é o Dunga JR, ele é o Dunga Junior Baiano
8 - A lenda da mula sem cabeça começou depois de um pé alto de Felipe Melo
9 - Todas as seleções têm volante… nós temos trem desgovernado
10 - Felipe Melo é o único jogador que você encontra no FIFA 2010, no Winning Eleven e no Mortal Kombat
11 - Por causa do Felipe Melo, os melhores momentos da copa vão ser editados pelo Tarantino
12 - As namoradas de Felipe Melo têm medo de pedir carinho a ele. Ele pode entender carrinho
13 - Milhares de pessoas no mundo deram entrada no hospital após assistir o Felipe Melo em transmissão 3D
14 - Roberto Carlos e Wagner Montes já entraram numa dividida com Felipe Melo
15 - Felipe Melo não é bom de matemática mas gosta de dividir sem deixar restos
16 - O cartão de visitas do Felipe Melo é o vermelho
17 - Jogo de xadrez: Cristiano Ronaldo é a Dama; Kaká é o Bispo; Julio Batista é a Torre; Felipe Melo, o Cavalo
18 - Uma vez Felipe Melo foi jogar JoKenPo com o presidente Lula. Ele tinha uma tesoura, e o Lula, 5 dedos
19 - O Michael Jackson morto faz muita falta. O Felipe Melo vivo faz mais ainda
20 - Após os treinos, alguns jogadores treinam cobranças de faltas, já Felipe Melo treina como cometê-las


Fonte: Cafagestes.com"

Ezequiel Neves morre no Rio

Botecos do Vale informa:
O produtor Ezequiel Neves, que morreu hoje, e o cantor Cazuza, que morreu há 20 anos

O jornalista, compositor e produtor musical Ezequiel Neves morreu nesta quarta-feira aos 74 anos, no Rio. Ele estava internado havia seis meses na Clínica São Vicente e a causa da morte foi falência múltipla de órgãos.
Neves é um dos autores de 'Codinome Beija-Flor' e 'Exagerado', clássicos de Cazuza. Os dois eram amigos e parceiros.
Há exatos 20 anos, no dia 7 de julho de 1990, Cazuza morreu em decorrência da Aids. O filme 'Cazuza - O Tempo Não Para' retratou a amizade entre os dois, Ezequiel foi interpretado pelo ator Emílio de Melo.
Neves descobriu o Barão Vermelho e foi uma espécie de 'mentor' da banda. Ele produziu discos e foi coautor de vários sucessos do grupo, entre eles, 'Por que a Gente É Assim?'.
Ele escreveu há dois anos a biografia do Barão Vermelho em parceria com o jornalista Rodrigo Pinto e com um dos fundadores do grupo Guto Goffi.
Na época do lançamento, Neves falou com a Folha sobre sua história com a banda. Muito bem humorado, ele contou episódios que presenciou.
Entre os quais um em que esculhambou o tecladista Maurício Barros por conta de sua influência de rock progressivo. 'Nossa, tantos sintetizadores... Esse som parece uma penteadeira de bicha! Vamos gravar um pianinho mais stoneano.'
Na década de 1970, Ezequiel Neves foi o mais influente crítico de música pop do Brasil. No meio musical, ele era conhecido como Zeca Jagger --apelidado desta maneira por conta de sua devoção ao rock clássico e aos Rolling Stones.
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segunda-feira, julho 05, 2010

Jazz na Vila Sésamo

Duas das minhas cantoras favoritas de jazz - Norah Jones e Diana Krall - em visita a Sesamo Street ( ou nossa antiga Vila Sésamo). Bom início de semana!


domingo, julho 04, 2010

Olha o Hitchcock alí...

O Vintage Blog levantou alguns filmes em que o mestre aparece. Divirta-se!


Surge na rua, perto de uma cabine telefônica, aos 123 minutos de filme.


O Correspondente Estrangeiro / Foreign Correspondent (1940)
Após 11 minutos de filme ao lado de Joel McCrea , lendo um jornal.


Suspeita / Suspicion (1941)

Colocando uma carta na caixa postal, 45 minutos após o início do filme


Um Casal Do Barulho / Mr.& Mrs. Smith, 1941 (1941)

assando em frente ao prédio de Montgomery

O Sabotador /Saboteur (1942)
Parado em frente a uma loja em NY, perto do carro do sabotador



A Sombra de Uma Dúvida /Shadow of a Doubt (1943)
No trem para Santa Rosa, jogando cartas.

Um Barco e Nove Destinos / Lifeboat (1943)
No anúncio de jornal que William Bendix está lend. 25 minutos de filme

Quando Fala Um Coração / Spellbound (!945)

Saindo de um elevador carregando uma caixa de violino e fumando um cigarro.


Interlúdio / Notorious (1946)
Em uma grande festa na mansão de Claude Rains, bebendo champanhe
Saindo da estação de trem e Cumberland, carregando um violoncelo
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